
Estes anos de Coimbra permitiram-me outra proximidade, outra amizade e outro carinho pelo Pe. João Lavrador.
Além disso, apreciei sempre o seu esforço empenhado na coordenação do trabalho pastoral a nível diocesano e a nível da pastoral universitária. Indiscutível é que foi abnegado na sua doação, assumindo todos os trabalhos necessários, numa grande disponibilidade.
Além disso, apreciei sempre o seu esforço empenhado na coordenação do trabalho pastoral a nível diocesano e a nível da pastoral universitária. Indiscutível é que foi abnegado na sua doação, assumindo todos os trabalhos necessários, numa grande disponibilidade.
Rendo-lhe, por isso, a minha homenagem e congratulo-me com ele nesta nova estapa da sua vida. Mais: peço a Deus que o cumule com as suas bençãos, nesta hora em que é chamado a servir com mais profunda responsabilidade a Igreja de Cristo e a servir os irmãos numa total doação. Ser Bispo é ser servo à imagem de Cristo. Se todos olhamos e nos congratulamos com a sua escolha para este ministério, não podemos deixar de o lembrar nesta hora de novo desafio, em que é chamado a servir no total desprendimento de si. "Fiz-me tudo para todos" - dizia São Paulo. Ser Bispo é isto: ser tudo para todos! A tarefa reveste-se, por isso, de maiores exigências. Caro D. João Lavrador, fica aqui o meu testemunho de amizade, a certeza da minha oração, e a manifestação da minha alegria. Ainda que lho tenha manifestado pessoalmente, este pode ser um espaço de reconhecimento e de partilha, com tantos irmãos, e de testemunho público, da comunhão que sempre nos há-de unir enquanto servidores de uma mesma Igreja. Que o serviço que agora assume possa ser particular fonte de profunda alegria. E que as provas nada sejam diante da certeza de servir a causa do Evangelho, comungando «as alegrias, as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens do nosso tempo», como refere a Gaudium et Spes, nº 1.