Acabo de assinar uma petição online, no sentido de se salvaguardar a «Defesa do Ensino Artístico em Portugal». Esta petição pode fazer-se em petitiononline.com. A razão que me levou a subscrever esta lista é o desnorte governativo a que temos assistido. Primeiro na saúde e agora na educação. Senão vejamos: na sáude não tinhamos alternativas para atender condignamente as pessoas e fecharam-se urgências. Isto é, primeiro encerra-se o que há e depois criam-se estruturas para responder ao que falta. Agora, ao nível da educação, limita-se o ensino artístico nos Conservatórios com a promessa de que o ensino passará para as escolas públicas. Todavia, não existe um programa de valorização do ensino artístico nas escolas; não existem professores destacados para esta área; não existe uma estrutura de suporte que permita a sua instauração tão rápida no ensino público; nem tão pouco existe uma sensibilização dos pais para a formação a este nível. Assim começamos uma vez mais a casa pelo telhado: retiramos o pouco que existe, sem oferecer o que seria desejável. Quem dera que as nossas escolas formassem integralmente os seus alunos. Também a este nível. Todavia, as políticas são de supressão e não de construção. Temos pouco e acabamos com esse pouco que ainda nos resta. Se é certo que apenas uma minoria das nossas crianças têm acesso a este tipo de ensino, ao menos não acabem com a possibilidade de estes se valorizarem. Na verdade, apetece mesmo dizer: basta! Não se entendem estas opções governativas mascaradas de boas intenções. Como se nós não conhecessemos já os resultados. Daqui a pouco teremos alunos menos bem preparados, menos valorizados, menos capazes de desenvolver competências, como é apanágio discursivo do Ministério da Educação. Apetece-me ainda dizer: valham-nos as nossas Sociedades Filrmónicas, que, abnegadamente, fazem um trabalho que os poderes públicos são incapazes de promover! Até que eles venham intrometer ali também o seu nariz! Infelizmente temos um poder que mais parece limitativo do que construtivo! Não pretendo assumir aqui posturas político-paridárias, mas simplesmente a defesa daquilo que me parece o mais elementar bom senso!domingo, 17 de fevereiro de 2008
Defesa do Ensino Artístico em Portugal!
Acabo de assinar uma petição online, no sentido de se salvaguardar a «Defesa do Ensino Artístico em Portugal». Esta petição pode fazer-se em petitiononline.com. A razão que me levou a subscrever esta lista é o desnorte governativo a que temos assistido. Primeiro na saúde e agora na educação. Senão vejamos: na sáude não tinhamos alternativas para atender condignamente as pessoas e fecharam-se urgências. Isto é, primeiro encerra-se o que há e depois criam-se estruturas para responder ao que falta. Agora, ao nível da educação, limita-se o ensino artístico nos Conservatórios com a promessa de que o ensino passará para as escolas públicas. Todavia, não existe um programa de valorização do ensino artístico nas escolas; não existem professores destacados para esta área; não existe uma estrutura de suporte que permita a sua instauração tão rápida no ensino público; nem tão pouco existe uma sensibilização dos pais para a formação a este nível. Assim começamos uma vez mais a casa pelo telhado: retiramos o pouco que existe, sem oferecer o que seria desejável. Quem dera que as nossas escolas formassem integralmente os seus alunos. Também a este nível. Todavia, as políticas são de supressão e não de construção. Temos pouco e acabamos com esse pouco que ainda nos resta. Se é certo que apenas uma minoria das nossas crianças têm acesso a este tipo de ensino, ao menos não acabem com a possibilidade de estes se valorizarem. Na verdade, apetece mesmo dizer: basta! Não se entendem estas opções governativas mascaradas de boas intenções. Como se nós não conhecessemos já os resultados. Daqui a pouco teremos alunos menos bem preparados, menos valorizados, menos capazes de desenvolver competências, como é apanágio discursivo do Ministério da Educação. Apetece-me ainda dizer: valham-nos as nossas Sociedades Filrmónicas, que, abnegadamente, fazem um trabalho que os poderes públicos são incapazes de promover! Até que eles venham intrometer ali também o seu nariz! Infelizmente temos um poder que mais parece limitativo do que construtivo! Não pretendo assumir aqui posturas político-paridárias, mas simplesmente a defesa daquilo que me parece o mais elementar bom senso!A Fé!
Deixo aqui uma citação do Papa Bento XVI, na Carta Encíclica Spe Salvi, sobre o significado da Fé. O Papa, para além da densidade teológica, confronta-nos com um conjunto de realidades que se transformam numa óptima possibilidade de meditação. Fiquemos com o excerto:"A fé não é só uma inclinação da pessoa para realidades que hão-de vir, mas estão ainda totalmente ausentes.; ela dá-nos algo. Dá-nos já agora algo da realidade esperada, e esta realidade presente constitui para nós uma «prova» das coisas que ainda não se vêem. Ela atrai o futuro para dentro do presente, de modo que aquele já não é puro «ainda-não». O facto deste futuro existir, muda o presente; o presente é tocado pela realidade futura, e assim as coisas futuras derramam-se nas presentes e as presentes nas futuras." (SS. 7)
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
A Defesa do Ambiente!
Durante muito tempo deixámos que a questão ambiental se entendesse quase como tarefa exclusiva de um certo grupo ou grupos sociais, mais ou menos institucionalizados, fossem cívicos, políticos ou mesmo de corrente de opinião. A questão ambiental foi-se afirmando paulatinamente como elemento estruturante de algumas orientações políticas e de forte sensibilização social. A este nível, o prémio Nobel da Paz atribuído, no ano passado, a Al Gore e ao seu trabalho na luta pela preservação do ambiente, veio relançar a urgência de revermos as nossas atitudes na relação com a natureza e os bens de que dispomos. Foi um contributo importante, sobretudo porque nos confrontou com a viabilidade ou não viabilidade da tão desejada estabilidade da vida humana que está profundamente ameaçada. Mas se para alguns estas são ainda afirmações «politizadas», a verdade é que as notícias são recorrentes confrontando-nos sistematicamente com dramas humanos que resultam deste terrível desequilíbrio no uso dos bens da criação. Não raro, são países mais pobres, como os do Continente Africano, Asiático e até da América Latina, que mais sofrem as consequências destes desajustes, seja devido ás secas prolongadas, sejam as consequências do imensos temporais que varrem tudo por onde passam. Algumas vezes ficamos até com a sensação que, pela sua localização geográfica, alguns povos foram «fadados» para sofrer. Veja-se ultimamente o caso de Moçambique, que nos está tão próximo afectiva e culturalmente.Assumindo a sustentabilidade da terra como preocupação, a Organização da Nações Unidas propõe-nos como tema de reflexão e de acção, para este ano de 2008, o Planeta Terra – Ano Internacional do Planeta Terra. De igual modo, o Papa Bento XVI, na sua mensagem de Ano Novo, assume o tema com um conjunto de chamadas de atenção aos cristãos e aos homens de boa vontade, no sentido de cuidarmos da criação que nos foi confiada e de a legarmos como dom primeiro – a casa comum – aos vindouros. O Papa apela-nos, nessa mensagem, para uma verdadeira necessidade de conversão no modo como usamos os bens da criação, fundamentando-se no livro dos Génesis, concretamente na responsabilidade que cabe ao homem no sentido de cuidar desse dom precioso que Deus lhe confiou.
Sabemos que o problema ambiental é resultado de uma visão meramente economicista da vida, que não poupa nada nem ninguém. As nossas sociedades organizaram-se em torno do desenvolvimento económico sem cuidarem da sua viabilidade. Em última instância, não hesito em dizer que estamos diante do mais puro egoísmo e ganância, que não respeita nada nem ninguém, com as consequências humanas referidas.
Em tempo de Quaresma, a questão ambiental será um convite importante para todos nós, no sentido de mudarmos alguns hábitos e atitudes, de modo a contribuirmos para uma sustentabilidade da vida e da criação, de modo a que o dom de Deus seja por nós respeitado e cultivado, na fidelidade aos desígnios desta mesma criação. Torna-se mesmo um dever de consciência diante de nós próprios e de tantos dramas que resultam destes desequilíbrios.
Aqui não basta uma certa solidariedade; a caridade cristã assume hoje, também, estes contornos inadiáveis, transformando-se em imperativo de consciência. E os nossos gestos, por mais pequenos que sejam, serão sempre um contributo precioso.
Pe. Carlos Alberto das Graça Godinho
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Em Tempo de Avaliação!...
No ano pastoral em que nos propomos avaliar o quinquénio pastoral, agora terminado, não podemos esquecer de efectuar uma análise mais profunda da nossa realidade diocesana. Tanto mais que as novas exigências pastorais o exigem e os hábitos arraigados na celebração comunitária da fé tendem a contrariar reformas necessárias (certamente que o dirá quem é pároco, como eu!).Parece-me, volvidos nove anos sobre o Sínodo Diocesano (um tempo muito longo, no ritmo hodierno!), que importa avaliar a implementação, ou não, das decisões sinodais, que foram dadas à Diocese como norma de orientação comum e, consequentemente, obrigação para todos. Pessoalmente, e a nível de paróquias, espero fazê-lo em breve com os Conselhos Pastorais que me estão confiados.
Se é certo que alguns aspectos foram levados à prática, bastando para tal reler as referidas decisões, ainda existem muitos outros que aguardam uma nova dinâmica. Sem ser exaustivo, enumero algumas delas, de importância crucial para nós na hora presente da vida da diocese. Em primeiro lugar, refiro a necessidade de se organizar um verdadeiro serviço de Catequese de Adultos, tão falado no passado recente e que pareceu esmorecer no presente. Esta é, aliás, uma necessidade bem mais alargada, que se coloca a toda a Igreja em Portugal, como referiu o papa Bento XVI, no Discurso aos Bispos Portugueses, aquando da visita ad sacra limina. Para nós, o Sínodo apontou este serviço como decisão fundamental em ordem à renovação da vida cristã (cf. nº 1, § 4).
Dois outros aspectos, que têm sido motivo de uma já demasiado longa reflexão e de uma forte incapacidade de concretização, são o trabalho conjunto nos Arciprestados (cf. nº 21, § 3) e o trabalho conjunto dos presbíteros (cf. nº 16, § 4). E aqui havemos de assumir, os padres e bispo diocesano, que a incapacidade tem sido nossa. Seja pelas decisões tomadas aquando de nomeações para serviços pastorais, seja de uma mentalidade que não nos dispomos a ultrapassar, encetando novos caminhos de partilha do serviço ministerial. Estamos todos enformados por uma mentalidade demasiado individualista no exercício do ministério, que já não se compadece com as nossas reais necessidades e com a prática da cultura presente.
Numa linha semelhante, aparece-nos a necessidade de «reordenamento» da comunidades paroquiais e dos arciprestados do meio rural (cf. nº 21, § 5). É preciso parar, reflectir e tomar decisões, em ordem a servir melhor todo o Povo de Deus, compreendendo a Diocese como uma e não apenas como somatório de um certo número de comunidades paroquiais. Aqui havemos de ter a humildade de nos rodearmos das disciplinas humanas que nos ajudem a efectuar um trabalho sustentado.
Se alguns outros aspectos necessitavam de reflexão, como o prometido Secretariado de Liturgia (cf. nº 9, § único), que tarda em ver a luz do dia, termino com um desafio tão importante para nós hoje, como é a Pastoral Familiar e a preparação para o Matrimónio (cf. nº 12, § único; nº 5, § 2). Sinal da sua importância é o facto de ser actividade recorrente nos programas diocesanos. A equipa diocesana vai fazendo um trabalho persistente de sensibilização, de formação de equipas… Mas certamente reconhecerá, como nós reconhecemos, que é uma área a necessitar de um novo incremento. Talvez não seja suficiente, hoje, o C. P. M. na preparação para o matrimónio. E talvez, mesmo, tenha de se repensar a actividade a nível da pastoral Familiar, envolvendo (porque não?) outros casais cristãos que possam dar um novo fôlego a esta acção fundamental. Até porque aqui caímos no risco de, à força de tanto estar presente em programas pastorais, se perder o seu dinamismo.
Partilho aqui estas notas sem qualquer outra pretensão que não seja o bem desta Igreja particular de que sou membro e chamado a servir; muito menos como qualquer forma de juízo de pessoas ou instituição. São inquietações para mim, do ponto de vista pastoral, realidade que eu próprio não fui ainda capaz de assumir como tarefa primordial. Todavia, em nome da honestidade pessoal, sinto que alguma coisa tenho feito, seja no desejo expresso a quem de direito, seja mesmo nas propostas que pretendi ver assumidas em contexto diocesano. Mas também aqui (e essa será talvez uma riqueza!) o trabalho tem de ser comum, mobilizador de todos, condição essencial para surtir o efeito que se pretende, que outro certamente não será senão o bem do Povo de Deus aqui constituído em Igreja Diocesana.
Pe. Carlos Alberto da Graça Godinho
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Os desafios do Papa à Igreja Portuguesa!
Vale a pena relembrar os desafios feitos por Bento XVI aos Bispos Portugueses, aquando da visita ad sacra limina. De todo o discurso do Papa, retenho os dois elementos seguintes:1 - «É preciso mudar o estilo de organização da comunidade eclesial portuguesa e a mentalidade dos seus membros para se ter uma Igreja ao ritmo do Concílio Vaticano II, na qual esteja bem estabelecida a função do clero e do laicado, tendo em conta que todos somos um, desde que fomos baptizados e integrados na família dos filhos de Deus, e que todos somos corresponsáveis pelo crescimento da Igreja.
Esta eclesiologia da comunhão no caminho aberto pelo Concílio, à qual a Igreja Portuguesa se sente particularmente interpelada na sequência do Grande Jubileu, é, meus amados Irmãos, a rota certa a seguir».
2 - «Tendo em conta o número cada vez maior de cristãos não praticantes nas vossas dioceses, talvez valha a pena verificar "a eficácia dos actuais processos de iniciação, para ajudar cada vez mais o cristão, pela acção educativa das nossas comunidades, a amadurecer cada vez mais até chegar a assumir na sua vida uma orientação autenticamente eucarística, de tal modo que seja capaz de dar razão da própria esperança de maneira adequada ao nosso tempo" (Exort. ap. pós-sinodal Sacramentum Caritatis)».
In Lumen (Novembro-Dezembro de 2007)
São duas directivas bem concretas dirigidas á Igreja Portuguesa. Importa, agora, que estas palavras não passem na volatilidade do tempo e que sejam âncora para uma programação eclesial assente em objectivos bem concretos. E estes são dois desafios maiores!
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Concerto de Aranjuez!
Uma realidade que em nós desperta a ânsia de plenitude, de imortalidade, de infinito, de desejo de atingir o até então inalcançado, pode ser a experiência extasiante de uma imagem, de um horizonte, de um pôr do sol, ou de uma música... Hoje continuo a sentir que uma das músicas que me faz viver este desejo de me superar, sabendo da impossibilidade de alguém sintonizar em absoluto com o que sinto, é este magnífico Concerto de Aranjuez! Da serenidade ao crescendo; da ânsia ao quase grito; à expressão mais plena do desejo de liberdade e de infinito; para depois terminar na paz e no silêncio... Aconselho vivamente a ouvir - no silêncio profundo! - este belo Concerto de Joaquín Rodrigo.NOTA: Refiro o segundo andamento: Adágio; muito embora toda a obra seja de grande beleza e expressividade!
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Para onde vai a saúde?
A afirmação feita pelo Presidente da República - «É necessário que o Governo explique aos cidadãos o que se pretende com esta política de saúde» - é de uma importância crucial, quando consideramos as políticas assumidas pelo executivo socialista. Mas, algumas respostas parecem assumir contornos de evidência, nomeadamente a de que a saúde é hoje um «buraco económico» que é preciso conter. Senão vejamos:com o fecho de um vasto conjunto de urgências, não se resolveram os problemas dos cidadãos, que, fruto desta política, se vêem como números a entopir as urgências dos Hospitais Centrais e de alguns Hospitais Distritais - começou por ser Aveiro, Cascais, Faro, a zona de Braga.... e porque ainda ninguém encontrou justificação para falar de outros, onde a espera para se ser atendido vai aumentando gradualmente. Estes Hospitais não têm capacidade de resposta. Veja-se, neste sentido, a atitude dos médicos, chefes de serviço, em Faro, que pediram em bloco a sua demissão. Mas, precisamente neste Hospital, a desfaçatez: fecharam-se alguns espaços de urgência na zona do Algarve, canalizaram-se os doentes para um Hospital central, sem capacidade de albergar as pessoas, e agora vem dizer-se que as obras de remodelação em breve darão resposta às novas necessidades. Isto não é brincar com as pessoas? Então, primeiro não se faziam as obras e depois admitiam-se as pessoas? O que é que se considera como mais importante na gestão destas políticas?Mas, para mim, o caso mais evidente, noticiado hoje nos nossos telejornais, é aquele que nos surge em Chaves. Há um ano fechou-se a Maternidade (quanto ao hospital local deconheço o processo!) e agora abre uma Casa de Saúde Particular, com serviço de maternidade e com serviço permanente de urgências! Julgo que, pese embora ser iniciativa privada, necessita do aval do Ministério da Saúde! Senhor Ministro, talvez, por um momento, seja necessário falar claro: o encerramento de uma boa parte das urgências (ainda que algumas possam não prestar o serviço adequado!) é uma questão económica! Estamos num processo de privatização da saúde. É preciso falar claro!
Fica-me é a dupla questão: onde está a política social deste Executivo - Socialista! - que cede ao princípio de privatização dos serviços mais elementares, nos cuidados devidos aos cidadãos? Independentemente das minhas opções políticas e da minha opinião sobre o Dr. Mário Soares (que não registo aqui como negativa, nem positiva), julgo que ele tem toda a razão ao discordar desta orientação do executivo do Eng. Sócrates. E a segunda questão, para mim bem mais grave: quem poderá aceder aos serviços privados de saúde? Todos os cidadãos por igual (quando acabamos de ver que um em cada cinco portugueses corre o risco de vir a cair na pobreza)? Uma comunidade mais envelhecida, que vive dependente, na sua maioria, de reformas de miséria?Afinal, a quem serve esta política? Que sentido de justiça lhe subjaz? É hora de falar verdade e de dizer que esta «terceira via de socialismo» mais não é que uma forma disfarçada de política ao serviços dos interesses dos mais ricos, daqueles que, ao longo da história, sempre foram os mais privilegiados.
A terminar, quero referir que não me move, neste comentário, a defesa de uma ideologia, mas sim a defesa da pessoa como valor prioritário, a defesa da sua dignidade! Pois, para mim, o problema é exactamente esse: para este governo, primeiro estão os valores económicos e depois vêem as pessoas. E esta é que pode ser a preversão de um serviço público, como é o serviço político!
Subscrever:
Mensagens (Atom)
