<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476</id><updated>2011-08-13T23:57:56.902+01:00</updated><category term='Imagem do Vale dos Fetos'/><category term='Imagem do Jornal Público'/><category term='Pôr do Sol - Zambujeira do Mar'/><category term='Buçaco'/><category term='Editorial do Jornal Voz da Paróquia (Pampilhosa)'/><category term='Fotos do Correio de Coimbra'/><category term='da autoria de Mons. Nunes Pereira'/><category term='Fonte: Wikipédia'/><category term='Vitral da Igreja de São José'/><category term='Foto: Correio de Coimbra'/><category term='Pantocrator'/><category term='O Amor é como o perfume das rosas...'/><title type='text'>No fio do tempo...</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>171</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-5549118910313000342</id><published>2011-07-06T13:04:00.003+01:00</published><updated>2011-07-06T13:09:17.707+01:00</updated><title type='text'>Regresso logo que seja possível</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-D9eTjEfXFXk/ThRQKm7abCI/AAAAAAAAAg4/dxPafXdTDYc/s1600/17982909_1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; width: 200px; height: 214px; float: left; cursor: pointer;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5626209977671248930" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-D9eTjEfXFXk/ThRQKm7abCI/AAAAAAAAAg4/dxPafXdTDYc/s320/17982909_1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Com a realização de alguns trabalhos académicos, neste ano curricular de doutoramento, não me tem sido possível actualizar este espaço. Volto logo que me seja possível. Cumprimentos a todos os que passam por este meu espaço virtual de partilha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-5549118910313000342?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/5549118910313000342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/5549118910313000342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2011/07/regresso-logo-que-seja-possivel.html' title='Regresso logo que seja possível'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-D9eTjEfXFXk/ThRQKm7abCI/AAAAAAAAAg4/dxPafXdTDYc/s72-c/17982909_1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-7809089940397548466</id><published>2011-01-31T02:11:00.002Z</published><updated>2011-01-31T02:14:10.403Z</updated><title type='text'>Perda e encontro do Sagrado!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 197px; FLOAT: left; HEIGHT: 182px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568167299537173330" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/TUYaqFLb-1I/AAAAAAAAAgk/9asTXun2408/s320/9420031210031.jpg" /&gt;O tempo presente é marcado por uma perda e, simultaneamente, por uma nostalgia do sagrado. As Igrejas ditas tradicionais parecem não convencer, não motivar os mais novos a participar na sua vida e nas suas celebrações, sendo estes cada vez mais seduzidos por formas de espiritualidade mais individual e atraídos por novas práticas, caracterizadas, algumas delas, por um forte exotismo. Aliás, esta espiritualidade vende-se hoje como tantas outras coisas, numa complexa procura de felicidade e bem-estar. Basta olhar os escaparates de algumas livrarias, com suas secções de “Espiritualidade e Esoterismo”.&lt;br /&gt;Se em causa está um fenómeno religioso e cultural complexo, que exigiria uma análise exaustiva destas novas expressões da religiosidade actual, não deixa de estar, também, uma provocação implícita às Igrejas, que identificamos como tradicionais, nomeadamente à Igreja Católica.&lt;br /&gt;Desde logo, não obstante a sua missão primeira de ser enviada a Evangelizar, continuamos a deparar-nos com uma formação religiosa deficiente, assente numa prática muito ritualizada e sem grande exigência em termos de verdadeira Iniciação Cristã. Espelho disto mesmo são as nossas catequeses. Estamos convictos (e digo-o no plural, porque não sou apenas eu a afirmá-lo!) que a formação cristã que ministramos não chega a tocar, em muitas circunstâncias, o âmago das vivências pessoais, capaz de fazer, de quem por ela passa, verdadeiros discípulos de Cristo, objectivo definido como essencial. E pactuamos com este status quo, ao mantermos os mesmos esquemas, as mesmas exigências e as mesmas práticas. De algum modo, iludimo-nos, numa prática entre vivências de Cristandade e novos tempos.&lt;br /&gt;Urge, inequivocamente, encontrar novos caminhos, novas práticas, novas exigências – talvez a adequação de um Catecumenado sério, adaptado aos nossos tempos.&lt;br /&gt;Uma das ambiguidades deste tempo é precisamente a contradição entre o excesso de movimento, de barulho, de agitação, próprios do mundo hodierno, e a ânsia de silêncio, de recolhimento, de meditação, tão bem expresso nas diversas formas de yoga e de novas vivências espirituais, marcadas pelo recolhimento, importadas da tradição Oriental.&lt;br /&gt;Ora é aqui que a Igreja tem de investir também. Sem silêncio, sem meditação, sem recolhimento, prendemo-nos excessivamente ao ritual, ao exterior, que a certo momento deixa de assumir novidade, tornando-se cansativo, repetição de gestos e de palavras que carecem da sua dinâmica interior. A Igreja tem hoje de investir cada vez mais aí: em recuperar espaços de interioridade, que dêem sentido à experiência religiosa, que é, simultaneamente, encontro com os outros e encontro com o Outro. Sem esta experiência de fundo, a vivência espiritual não tem raízes e, como tal, dificilmente pode produzir frutos.&lt;br /&gt;Tanto mais que se vulgariza a procura da igreja em momentos de silêncio e de solidão, como espaço apaziguador; se encontram necessidades de escuta do silêncio (quantas vezes através da música!), como possibilidade de encontro consigo próprio.&lt;br /&gt;O Papa, em comunhão com os Bispos, vem, em certo sentido, colocar a tónica na necessidade de interioridade, ao chamar a atenção para as nossas celebrações, na Exortação pós-sinodal Sacramento da Caridade. E nós devemos usar critérios claros de leitura destas propostas, não nos deixando enredar numa poeira informativa que, de imediato, se levanta em torno destas orientações.&lt;br /&gt;Há um longo caminho a percorrer. Mas encontramos sinais positivos. Recordo dois: há uns anos, quando pároco de Bolho, ouvia da boca de uma catequista a chamada de atenção das suas crianças para a necessidade de falar com Jesus, junto ao Sacrário, como tinham feito uma vez; e hoje, pároco de Luso, dou graças a Deus por um conjunto de Jovens (a celebrar os vinte e cinco anos da sua Associação de Jovens Cristãos!) pelos tempos de silêncio e recolhimento que sabem viver, acompanhados pela simbologia da tenda, quando a par de momentos de descontracção e de lazer, se encontram uns com os outros e com o Outro, chamado Jesus, em momentos de silêncio fecundo.&lt;br /&gt;Afinal, não nos é pedido nada de particularmente novo, mas de potenciarmos uma experiência fundante da Igreja, numa capacidade de diálogo com este tempo, assumindo esta sensibilidade a um conjunto de valores, mas também as diferenças que nos distinguem, sem receio e com determinação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;                                                                                                                                                              Carlos Alberto da Graça Godinho &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-7809089940397548466?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/7809089940397548466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/7809089940397548466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2011/01/perda-e-encontro-do-sagrado.html' title='Perda e encontro do Sagrado!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/TUYaqFLb-1I/AAAAAAAAAgk/9asTXun2408/s72-c/9420031210031.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-298101998046584906</id><published>2011-01-31T01:49:00.002Z</published><updated>2011-01-31T01:52:58.127Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/TUYVv9KJBCI/AAAAAAAAAgc/fo_RHfX9GBQ/s1600/imagesCACM1Y1J.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 184px; FLOAT: left; HEIGHT: 156px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568161902905328674" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/TUYVv9KJBCI/AAAAAAAAAgc/fo_RHfX9GBQ/s320/imagesCACM1Y1J.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Estudar permite-me conhecer outros «universos» que, caso o não fizesse, ficariam por percorrer!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Por esta razão tenho estado ausente. Logo que me seja possível, regressarei com algumas reflexões pessoais! Até lá! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Carlos Alberto Godinho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-298101998046584906?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/298101998046584906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/298101998046584906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2011/01/estudar-permite-me-conhecer-outros.html' title=''/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/TUYVv9KJBCI/AAAAAAAAAgc/fo_RHfX9GBQ/s72-c/imagesCACM1Y1J.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-3435227003092089163</id><published>2010-10-10T19:27:00.003+01:00</published><updated>2010-10-10T19:34:45.936+01:00</updated><title type='text'>CENTENÁRIO DA REPÚBLICA PORTUGUESA!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/TLIGWwtOynI/AAAAAAAAAgQ/904nn7wfHSU/s1600/85TZ2CA6CSK0OCAKSGFLQCA3FUS5BCA4J9A7DCAHE2W1ACA6QAUB0CAJOMQQVCA6UKX9FCA5SO9KNCA227N2YCAP2WIHNCADMUG4HCA5HJGV4CAYIHTL1CAMEBB0KCAAXNJG6CA9LTB3FCAV220L1CAA9WDI4.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 163px; FLOAT: left; HEIGHT: 147px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5526486680838523506" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/TLIGWwtOynI/AAAAAAAAAgQ/904nn7wfHSU/s320/85TZ2CA6CSK0OCAKSGFLQCA3FUS5BCA4J9A7DCAHE2W1ACA6QAUB0CAJOMQQVCA6UKX9FCA5SO9KNCA227N2YCAP2WIHNCADMUG4HCA5HJGV4CAYIHTL1CAMEBB0KCAAXNJG6CA9LTB3FCAV220L1CAA9WDI4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;A República Portuguesa comemora hoje, 5 de Outubro de 2010, o seu primeiro Centenário. É, efectivamente, um regime político afirmado no tempo, capaz de compreender ainda outros tempos; tantos quantas as várias imagens de tal regime, em Portugal. De facto, a República Portuguesa não tem apenas um rosto; tem, pelo menos, três, coincidentes com a primeira República, com o período Ditatorial e com a experiência Democrática. Em Portugal, tal regime não é uma realidade homogénea, mas como que construído por diversos estratos temporais e ideológicos – a cada tempo correspondem ideias diferentes: revolução, ditadura, democracia! Não é meu intento deter-me, agora, sobre cada um deles, para estabelecer diferenças ou considerações específicas de cada qual; procurando antes – isso sim – olhar a globalidade da experiência Republicana em Portugal. Concretamente, para sublinhar três aspectos que assumo como questionamentos em aberto. Em primeiro lugar, afirma-se a República, na sua implantação inicial, como «a Revolução que foi proclamada por todo o povo antes ainda de decidida a última acção, ou se saber quem alcançaria a vitória…» (“As Constituições de 1911 e os seus Deputados” in Desdobrável Comemorativo do Centenário da República (1910 – 2010)). Se é certo que a Monarquia Constitucional e, particularmente, os seus últimos governos, passaram por graves dificuldades políticas e económicas, a verdade é que os movimentos de opinião republicanos apenas se manifestaram nas principais urbes (ainda que o Republicanismo se tivesse difundido pelas várias cidades do Reino), através de alguns letrados, muito especialmente afectos ao Partido Republicano Português (PRP). A generalidade do povo estava à margem dos processos ideológicos da época; pois, ou não os conhecia, ou simplesmente não os entendia. De resto, perseverava, no povo, uma mentalidade tradicional, conformada com a realidade existente. A República foi gizada e levada a cabo por um conjunto de ideólogos, da elite política e cultural, especialmente afectos aos ideais revolucionários, que se souberam servir da Maçonaria e da Carbonária (esta última derivada da primeira, com intuitos mais radicais, levando a cabo a acção armada, como havia acontecido já, dois anos antes, com o regicídio – cf. António Arnaut, Introdução à Maçonaria, pp. 69 - 70). O povo tanto gritaria pela República, como continuaria a aclamar o Rei, caso persistisse o regime Monárquico, entretanto decapitado (tal é confirmado, pouco antes do 5 de Outubro, pela passagem de D. Manuel II pelas terras Aveirenses, onde foi profundamente ovacionado e extremamente bem acolhido). O povo português, na sua maioria, era iletrado, ou mesmo analfabeto, o que o colocava à margem da decisão da causa pública. Aliás, a primeira República reconheceu-o, concedendo o direito de voto apenas aos minimamente letrados, num processo de restrição de participação cívica singular, face ao praticado anteriormente, na Monarquia Constitucional. De resto, uma inequívoca contradição do novo regime.&lt;br /&gt;Em segundo lugar, a República visava implementar, na esteira do Liberalismo já reinante, os ideais da Revolução Francesa – «Liberdade, Egualdade e Fraternidade» (in “Imagem da República”, 1910 – 2010: República Portuguesa, Brochura Comemorativa do Centenário da República, Museu da Presidência da República). Em sintonia com estes ideais, a primeira Constituição da República Portuguesa afirmava: «Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na vontade popular e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária» (“Constituição da república Portuguesa” in Desdobrável Comemorativo do Centenário da República). Ora, é esta afirmação de fundo que hoje nos serve para uma profunda análise da sociedade portuguesa e, consequentemente, para questionar: atingiu a República os seus objectivos? Ainda que tais questionamentos exigissem um espaço mais alargado de exposição, podemos concluir, sumariamente, que realmente não atingiu os objectivos apontados! A República só atingiria os seus fins se os princípios enunciados se tornassem operativos e fossem realidades adquiridas na construção da nossa identidade colectiva. Na verdade, nem a dignidade da pessoa é regra máxima para a estruturação da vida em sociedade, nem a liberdade ou a fraternidade são ditames essenciais para essa organização. Sem nos determos nos tempos pretéritos, atentemos no conceito de liberdade e na sua operacionalização nos tempos que correm: para que exista liberdade é essencial assegurar o direito igualitário à justiça, como salvaguarda da integridade pessoal de cada um e dos seus bens, e como esteio da vivência em democracia. Ora, a justiça – pilar e garantia da liberdade individual e colectiva – é hoje das realidades mais sensíveis e desigualitárias da sociedade portuguesa! Por seu turno, o conceito de igualdade remete-nos para uma certa uniformização social, onde cada um possa assumir, de forma fundamentada e capaz, uma verdadeira intervenção cívica. A este propósito, considere-se o estado da educação e o modo como tem sido assumida pelos sucessivos governos republicanos, no sentido de aferirmos se a intervenção cívica e qualificada (mormente no aspecto laboral), e os benefícios que lhe estão associados, são uma evidência para o Portugal moderno que pretendemos construir! De vários quadrantes chegam indicações de que temos de privilegiar uma educação de qualidade, em detrimento de uma educação estatística. Já no que se refere à fraternidade, ainda que vivendo numa sociedade que contempla o «estado social», a realidade é bem mais dura. A cem anos da implantação da República persistem, em Portugal, mais de dois milhões de pobres (e alguns outros no limiar da pobreza), num universo de cerca de dez milhões que constituem a sociedade portuguesa. Em termos sociais, Portugal tende a polarizar-se – à semelhança de algumas sociedades latino-americanas – em duas classes: a classe rica e a classe pobre, esvaziando aquela que prevalecia como classe dominante – a classe média.&lt;br /&gt;Exposto isto, a pergunta: que lugar para comemorar a República (sem me deter, também, na análise dos períodos anteriores)?&lt;br /&gt;De qualquer forma, e porque a República é, em Portugal, uma instituição centenária, dois aspectos a sublinhar, ao terminar: no período republicano entrámos na União Europeia (ainda que o republicanismo não seja um requisito exigível para essa adesão), o que nos garante a sustentabilidade como nação num mundo cada vez mais globalizado; findos os primeiros cem anos, fica-nos a esperança de que o futuro traga no seu seio o que o passado ainda não foi capaz de construir. A bem de Portugal e dos Portugueses!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Lisboa, 5 de Outubro de 2010&lt;br /&gt;Carlos Alberto da Graça Godinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-3435227003092089163?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/3435227003092089163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/3435227003092089163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2010/10/centenario-da-republica-portuguesa.html' title='CENTENÁRIO DA REPÚBLICA PORTUGUESA!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/TLIGWwtOynI/AAAAAAAAAgQ/904nn7wfHSU/s72-c/85TZ2CA6CSK0OCAKSGFLQCA3FUS5BCA4J9A7DCAHE2W1ACA6QAUB0CAJOMQQVCA6UKX9FCA5SO9KNCA227N2YCAP2WIHNCADMUG4HCA5HJGV4CAYIHTL1CAMEBB0KCAAXNJG6CA9LTB3FCAV220L1CAA9WDI4.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-922784734557628936</id><published>2010-08-23T01:34:00.003+01:00</published><updated>2010-08-23T01:39:41.434+01:00</updated><title type='text'>Direito à Profissão de Fé!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/THHDE3k7FVI/AAAAAAAAAgA/7VK3K-7DmGI/s1600/cruz+1.bmp"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 154px; FLOAT: left; HEIGHT: 277px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5508398307656537426" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/THHDE3k7FVI/AAAAAAAAAgA/7VK3K-7DmGI/s320/cruz+1.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;Na sequência de algumas opiniões publicadas, nos meios de comunicação, de um ou outro leigo, e mesmo dos nossos Bispos, referindo a legitimidade de a Igreja assumir a sua missão, a ênfase continua a colocar-se, não raro, no serviço social que a Igreja presta a nível nacional. É inequívoco este serviço; e seria catastrófico para o Estado se a Igreja se demitisse destas suas responsabilidades. Sem dúvida que não o fará, na justa medida em que esta acção se insere no cerne da sua vocação.&lt;br /&gt;Mas parece-me, na linha daquilo que se pode subentender das palavras do Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, que afirmava, há dias, que o serviço social tem a sua origem na experiência do templo, particularmente na escuta da Palavra, que a profissão de qualquer fé está a montante desta prática social e que é um direito inalienável da pessoa humana. O direito a professar uma fé e a expressá-la pessoal e comunitariamente é um direito da pessoa humana. De tal modo assim é que a Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia o consigna num dos seus artigos. Refere este documento, estruturante da vida dos cidadãos da Europa: «Todas as pessoas têm direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião. Este direito implica a liberdade de mudar de religião ou de convicção, bem como a liberdade de manifestar a sua religião ou a sua convicção, individual ou colectivamente, em público ou em privado, através do culto, do ensino, de práticas e de celebração de ritos» (Art. 10º. §1 – Liberdade de pensamento, de consciência e de religião).&lt;br /&gt;Ora, neste sentido, cabe a cada sociedade e a cada estado, democraticamente organizado, o respeito indiscutível pelos direitos mais fundamentais da pessoa humana, que aqui estão consignados. Ou seja, o estado tem o dever inquestionável de respeitar a prática religiosa pessoal e a livre associação em comunidade para a praticar.&lt;br /&gt;A Igreja, por seu turno, não tem de se escudar na sua acção social. Sendo este um serviço inquestionável à pessoa humana e à sociedade, é apenas uma dimensão da sua prática e da sua acção. O direito ao culto é algo que lhe é devido! E não será qualquer organização do Estado, particularmente na União Europeia, que pode privá-la desse direito. Estamos todos obrigados ao respeito de normas comuns, mesmo que essas normas se refiram a convicções que não partilhamos. Um estado democrático assenta aqui as suas bases: no respeito pelo direito dos povos. E este é um, de entre tantos outros, que temos de saber assumir, afirmar e reivindicar.&lt;br /&gt;Bom seria que os cristãos, conscientes da sua fé, assumissem como exigência – implicando as instituições públicas – o respeito por um direito que lhes é devido.&lt;br /&gt;É nesta linha que entendo a atitude do presidente francês de salvaguarda de princípios religiosos básicos. E partindo deste mesmo pensamento, acho perfeitamente inaceitável a afronta explícita, ou implícita, que certos governos europeus tentam fazer à Igreja, sejam eles italianos, espanhóis ou portugueses. O respeito pela legitimidade e pela acção de cada um é o único suporte de uma sociedade justa, equilibrada, mas igualmente democrática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;                                                                                                                                                             Carlos Alberto da Graça Godinho &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-922784734557628936?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/922784734557628936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/922784734557628936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2010/08/direito-profissao-de-fe.html' title='Direito à Profissão de Fé!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/THHDE3k7FVI/AAAAAAAAAgA/7VK3K-7DmGI/s72-c/cruz+1.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-448802144202271735</id><published>2010-07-01T01:11:00.004+01:00</published><updated>2010-07-01T01:16:40.794+01:00</updated><title type='text'>Perspectivas para uma Pastoral das Termas (Resumo)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/TCveGEOM32I/AAAAAAAAAf4/90VoiYYzofc/s1600/aveiro_luso.png"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 225px; FLOAT: left; HEIGHT: 187px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5488724766674968418" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/TCveGEOM32I/AAAAAAAAAf4/90VoiYYzofc/s320/aveiro_luso.png" /&gt;&lt;/a&gt;No intuito de propor algumas reflexões, que sirvam a uma renovada Pastoral das Termas, considerarei, na minha exposição, três aspectos que julgo cruciais para o seu desenvolvimento: a análise da Pastoral das Termas, segundo inquérito elaborado; as orientações da Igreja para a Pastoral do Turismo, em que as termas se inserem; e algumas orientações práticas, emanadas da mesma documentação, reflectidas pessoalmente e adaptadas às comunidades que compreendem espaços termais.&lt;br /&gt;Depois da abordagem de alguns pressupostos e símbolos, concretamente a especificidade da Pastoral das Termas no contexto da pastoral do Turismo, porquanto ela visa responder a uma realidade eminentemente ligada ao conceito de saúde e não tanto a uma dimensão lúdica, recreativa ou cultural, ainda que a possa e deva pressupor, consideraremos a simbologia da água, particularmente na sua visão bíblica, que nos permite introduzir uma concepção global de saúde, que não se limite ao simples bem-estar físico, mas que abre o homem à sua dimensão mais profunda, numa visão integradora de todas as dimensões da existência humana, a que a pastoral terá de responder.&lt;br /&gt;Fundamental para uma adequação de propostas será a análise dos resultados recolhidos do inquérito sobre A realidade das Termas em Portugal e respectiva Acção Pastoral, enviado a todos os párocos encarregados de estâncias termais. Ainda que os resultados obtidos nos permitam simplesmente uma amostragem, pois que responderam menos de 50% dos contactados, podemos concluir alguns dados significativos, como são a tipologia das termas, as faixas etárias que frequentam os espaços termais, a existência, ou não, de relações próximas com as paróquias, os serviços religiosos mais solicitados e as respostas específicas facultadas pelas comunidades paroquias. Pudemos concluir, deste inquérito, que a Pastoral das Termas é eminentemente de tipo celebrativo ou sacramental, que optámos por definir como tradicional, e muito pouco missionária. Ora, a perspectiva que importa incrementar é exactamente esta segunda, em conformidade com a documentação da Igreja para a Pastoral do Turismo, particularmente com as Orientações para a Pastoral do Turismo, do Conselho Pontifício da Pastoral para os Migrantes e Itinerantes. Neste sentido, far-se-á uma reflexão mais alargada sobre as oportunidades de acção em tempo livre; o turismo – e nele o termalismo – como desafio pastoral; algumas acções pastorais a desenvolver, entre as quais se destacam o acolhimento e a formação de novos agentes de pastoral, que comprometam toda a comunidade cristã e, se possível, os próprios agentes profissionais ligados directamente às termas; o relacionamento com as autoridades públicas, no intuito de estabelecer pontos de diálogo que permitam um acompanhamento mais alargado dos termalistas; chegando mesmo a um compromisso com novas dinâmicas de acção que contemplem o respeito pela natureza e seu usufruto, como dom de Deus que podemos contemplar. Por fim, as propostas práticas a apresentar, pretendem passar do patamar celebrativo ou sacramental, ainda que a Eucaristia, particularmente a dominical, desempenhe aqui lugar central, como nas mais diversas realidades eclesiais, para uma dinâmica mais aberta à comunidade, tendo em consideração quem nos visita, os agentes profissionais que trabalham no termalismo, o trabalho em equipa pastoral, para além de muitos outros elementos concretos que facilmente podem ser assumidos pela Pastoral das Termas e ser ponto de encontro da Comunidade que acolhe com aqueles que são acolhidos. Preocupação fundamental é a de que, quem chega, possa sentir como sua, ainda que transitoriamente, a Comunidade Cristã de acolhimento. Comunidade aberta à relação interpessoal, à partilha de experiências, à reflexão, à revitalização da vida sacramental e de aprofundamento da fé. Toda a perspectiva de fundo será de assumir, como indicada, a dinâmica missionária, que permita ao termalista uma revitalização da sua vida espiritual, ao mesmo tempo que a revitalização física e de bem-estar que procura nas estâncias termais. Neste sentido, as paróquias não poderão ficar à espera de quem procure os seus serviços, mas deverão ser capazes de definir meios para ir ao encontro de quem chega, franqueando-lhes as suas portas e fazendo propostas objectivas que ajudem os termalistas a viver o tempo de descanso, e de tratamentos, como um tempo propício para um renovado encontro consigo, com os outros e com Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;                                                                                                                                                      Pe. Carlos Alberto da Graça Godinho&lt;br /&gt;                                                                                                                                                                                                 Pároco de Luso &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;                                                                                                                                                                   Publicado in &lt;em&gt;Agência Ecclesia&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-448802144202271735?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/448802144202271735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/448802144202271735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2010/07/perspectivas-para-uma-pastoral-das.html' title='Perspectivas para uma Pastoral das Termas (Resumo)'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/TCveGEOM32I/AAAAAAAAAf4/90VoiYYzofc/s72-c/aveiro_luso.png' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-2061418847654280825</id><published>2010-05-18T22:53:00.005+01:00</published><updated>2010-05-18T23:14:21.228+01:00</updated><title type='text'>Os «novos» meios de comunicação!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/S_MPdsCUpuI/AAAAAAAAAfw/3qyKU9sO9Ik/s1600/promo.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 203px; FLOAT: left; HEIGHT: 242px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5472734974896809698" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/S_MPdsCUpuI/AAAAAAAAAfw/3qyKU9sO9Ik/s320/promo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;O Papa Bento XVI, na sua mensagem para o 44º Dia Mundial das Comunicações Sociais, chama a atenção dos presbíteros para as novas oportunidades de anúncio da Palavra de que hoje dispomos. Sem confundir meios com fins, o Papa é peremptório ao afirmar que o mundo digital «oferece ao sacerdote novas possibilidades para exercer o seu serviço &lt;em&gt;à &lt;/em&gt;Palavra e &lt;em&gt;da &lt;/em&gt;Palavra». Aliás, o Papa considera que estes novos meios são «desde há muito tempo» os «instrumentos ordinários através dos quais as comunidades eclesiais se exprimem», não apenas entrando em contacto mais fácil com as pessoas que as constituem, mas mesmo como «formas de diálogo mais abrangentes». O Papa não deixa, ainda, de insistir que «este é um dos caminhos onde a Igreja é chamada a exercer uma "diaconia da cultura" no actual "continente digital"». As palavras são elucidativas sobre a necessidade de, hoje, cruzarmos os limitados instrumentos das nossas comunicações e nos abrirmos a uma linguagem universal, com públicos diversificados, numa experiência muito mais vasta de possibilidades de proposta da Palavra. Não apenas de palavras, mas sim da Palavra. Daí que o Papa insista, também, que não basta estar no mundo digital apenas para marcar presença, mas sim com um verdadeiro sentido missionário, onde o presbítero faça «transparecer o seu coração de consagrado».&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-2061418847654280825?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/2061418847654280825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/2061418847654280825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2010/05/os-novos-meios-de-comunicacao.html' title='Os «novos» meios de comunicação!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/S_MPdsCUpuI/AAAAAAAAAfw/3qyKU9sO9Ik/s72-c/promo.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-7598145287346979241</id><published>2010-03-30T23:07:00.001+01:00</published><updated>2010-03-30T23:10:04.168+01:00</updated><title type='text'>Os novos «fariseus»!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/S7J2oexXdyI/AAAAAAAAAfo/BQTQCrgnrBw/s1600/Jesus%2Be%2Ba%2Bpecadora.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 201px; FLOAT: left; HEIGHT: 172px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454552536526059298" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/S7J2oexXdyI/AAAAAAAAAfo/BQTQCrgnrBw/s320/Jesus%2Be%2Ba%2Bpecadora.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Os desenvolvimentos noticiosos a propósito dos casos de pedofilia na Igreja fizeram-me vir à memória o Evangelho do V Domingo da Quaresma, do presente ciclo litúrgico, que nos coloca perante a mulher adúltera e o Jesus misericordioso. Já por si seria elucidativa esta formulação, ainda que eu não seja favorável a qualquer forma de impunidade, quando ela, naturalmente, se justifica. Todavia, a justiça de Deus não deixa de ser diferente da dos homens – aquela visa eficazmente a verdadeira e total reabilitação do ser humano, sem se deter nos meandros dos seus limites ou das suas justificações.&lt;br /&gt;Mas o episódio veio-me à mente não por causa destes primeiros enunciados; antes pelo facto de a apresentação da mulher a Jesus nada ter a ver com o seu processo condenatório (os fariseus e os escribas conheciam bem a lei mosaica!), mas sim devido à pretensão de apanharem Jesus em falso e terem forma de O acusar. Na verdade, aqueles fariseus e escribas, conhecedores da lei, usaram a mulher como instrumento dos seus intentos. Em certo sentido, «prostituíram-na» de novo, para alcançarem agora os seus objectivos. De pouco importava a mulher e a sua situação; importante, repitamo-lo – como claramente refere São João – era apanhar Jesus em falso.&lt;br /&gt;Hoje, os novos «fariseus» e «escribas», do nosso tempo (que nem sequer se podem apelidar de justos, à imagem daqueles de outras eras!), também não parecem querer preocupar-se com as crianças vítimas de abusos, nem verdadeiramente com as suas histórias. Têm em vista ferir de morte o coração da Igreja, desacreditando-a e retirando força à sua mensagem perene. As crianças – adultos, muitas delas, hoje – são como peões nas suas mãos em vista de objectivos bem menos claros; quantas vezes encapotados, sob o manto de uma certa moralidade ou justiça para a qual se sentem mandatados. Também aqui as crianças e os seus dramas parecem contar muito pouco à imagem da mulher do Evangelho! São instrumentos de uma ideologia que pretende varrer tudo o que se oponha a estes novos «fariseus». Só à luz desta atitude se entendem os desenvolvimentos dos factos relativos à pedofilia: se eles foram reais e, portanto, notícia, no momento oportuno – com a Igreja a tomar o pulso à sua realidade e a tomar as medidas necessárias –; já não se entende a obsessiva permanência noticiosa dos factos e as novas pretensões agora aduzidas. Ou seja, após reacção vigorosa do Papa, é a sua cabeça que agora se pede. Um jornal diário, neste dia em que escrevo este apontamento, chegou a reproduzir a indicação de alguém que afirmava que o Papa devia demitir-se devido a tais escândalos! Afinal, qual é a pretensão? Ela é evidente: chegar ao Papa, desacreditá-lo no seu ministério petrino, desapossá-lo da sua legitimidade moral, mediante a qual continua a exercer a missão eclesial que lhe foi confiada! Aliás, esta mesma orientação foi seguida claramente por um alinhamento noticioso, de um dos nossos canais televisivos, concretamente a propósito da homilia do Papa, na Missa de Domingo de Ramos, cuja colagem da problemática da pedofilia às suas palavras em nada – absolutamente – tinha a ver com o que naquele contexto era meditado. Ou seja, se o Papa não fala, fazemo-lo falar, seja qual for o recurso a interpretações verdadeiramente arbitrárias de que se faça expediente. A intenção era clara: introduzir no mesmo filtro tudo quanto o Papa pudesse dizer, fosse ou não relacionado com o assunto que os jornalistas gostariam de ver abordado. Daí que se torne claro que estamos perante novos «farisaísmos», cuja atitude em nada se distancia daqueles da primeira hora. A Igreja não é uma estrutura intocável, pois ela própria se reconhece «santa e pecadora» (LG. 8); mas é inexpugnável, porquanto é mistério de fé e tem na sua base o dom da própria trindade! (cf. LG. 2 – 4).&lt;br /&gt;Mas, não nos deixemos iludir: entre nós o ataque vai continuar e, porventura, até intensificar-se, pois estamos em pleno período Pascal e o Papa visitar-nos-á muito em breve.&lt;br /&gt;Pena é que não aproveitemos a mensagem profundamente humanizadora – cuja necessidade se faz sentir de forma tão profunda na sociedade portuguesa dos nossos dias – de que o Papa, de forma tão lúcida e veemente, se torna verdadeiro arauto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pe. Carlos Alberto da Graça Godinho &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-7598145287346979241?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/7598145287346979241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/7598145287346979241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2010/03/os-novos-fariseus.html' title='Os novos «fariseus»!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/S7J2oexXdyI/AAAAAAAAAfo/BQTQCrgnrBw/s72-c/Jesus%2Be%2Ba%2Bpecadora.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-3988166778527545425</id><published>2010-03-29T00:39:00.005+01:00</published><updated>2010-03-29T00:51:41.703+01:00</updated><title type='text'>«Filosofo agnóstico e senador defende o Papa‏»</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/S6_rMgiqtMI/AAAAAAAAAfg/r2lJvxOjKXk/s1600/Pera-fiducia.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 206px; FLOAT: left; HEIGHT: 182px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5453836273895257282" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/S6_rMgiqtMI/AAAAAAAAAfg/r2lJvxOjKXk/s320/Pera-fiducia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Hoje chegou-me, via email, esta carta de Marcello Pera, Filósofo agnóstico, que dá que pensar. Pesem embora a multiplicidade de argumentos que possamos aduzir, esta Carta deve ser lida com inteligência. Tanto mais que qualquer mensagem do Papa, mesmo a homilia de Domingo de Ramos, não deixa de ser inserida num «pacote único» do qual a comunicação social não quer, deliberadamente, descolar-se (mesmo que distorcendo a mensagem ou fazendo perder o seu nexo!)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Mas leiam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;«Caro Director,&lt;br /&gt;A questão dos sacerdotes pedófilos ou homossexuais, que rebentou recentemente na Alemanha, tem como alvo o Papa. E, dadas as enormidades temerárias da imprensa, cometeria um grave erro quem pensasse que o golpe não acertou no alvo – e um erro ainda mais grave quem pensasse que a questão morreria depressa, como morreram tantas questões parecidas. Não é isso que se passa. Está em curso uma guerra.&lt;br /&gt;Não propriamente contra a pessoa do Papa porque, neste terreno, tal guerra é impossível: Bento XVI tornou-se inexpugnável pela sua imagem, pela sua serenidade, pela sua limpidez, firmeza e doutrina; só aquele sorriso manso basta para desbaratar um exército de adversários. Não, a guerra é entre o laicismo e o cristianismo.&lt;br /&gt;Os laicistas sabem perfeitamente que, se aquela batina branca fosse tocada, sequer, por uma pontinha de lama, toda a Igreja ficaria suja, e se a Igreja ficasse suja, suja ficaria igualmente a religião cristã. Foi por isso que os laicistas acompanharam esta campanha com palavras de ordem do tipo: «Quem voltará a mandar os filhos à igreja?», ou «Quem voltará a meter os filhos numa escola católica?», ou ainda: «Quem internará os filhos num hospital ou numa clínica católica?» Há uns dias, uma laicista deixou escapar uma observação reveladora: «A relevância das revelações dos abusos sexuais de crianças por parte de sacerdotes mina a própria legitimação da Igreja Católica como garante da educação dos mais novos.»&lt;br /&gt;Pouco importa que semelhante sentença seja desprovida de qualquer base de prova, porque a mesma aparece cuidadosamente latente: «A relevância das revelações»; quantos são os sacerdotes pedófilos? 1%? 10%? Todos? Pouco importa também que a sentença seja completamente ilógica; bastaria substituir «sacerdotes» por «professores», ou por «políticos», ou por «jornalistas» para se «minar a legitimação» da escola pública, do parlamento, ou da imprensa. Aquilo que importa é a insinuação, mesmo que feita à custa de um argumento grosseiro: os sacerdotes são pedófilos, portanto a Igreja não tem autoridade moral, portanto a educação católica é perigosa, portanto o cristianismo é um engano e um perigo. Esta guerra do laicismo contra o cristianismo é uma guerra campal; é preciso recuar ao nazismo e ao comunismo para se encontrar outra igual. Mudam os meios, mas o fim é o mesmo: hoje, como ontem, aquilo que se pretende é a destruição da religião. Ora, a Europa pagou esta fúria destrutiva ao preço da própria liberdade.&lt;br /&gt;É incrível que sobretudo a Alemanha, que bate continuamente no peito pela memória desse preço que infligiu a toda a Europa, se esqueça dele, hoje que é democrática, recusando-se a compreender que, destruído o cristianismo, é a própria democracia que se perde. No passado, a destruição da religião comportou a destruição da razão; hoje, não conduz ao triunfo da razão laica, mas a uma segunda barbárie.&lt;br /&gt;No plano ético, é a barbárie de quem mata um feto por ser prejudicial à «saúde psíquica» da mãe. De quem diz que um embrião é uma «bola de células», boa para fazer experiências. De quem mata um velho porque este já não tem família que cuide dele. De quem apressa o fim de um filho, porque este deixou de estar consciente e tem uma doença incurável. De quem pensa que progenitor «A» e progenitor «B» é o mesmo que «pai» e «mãe». De quem julga que a fé é como o cóccix, um órgão que deixou de participar na evolução, porque o homem deixou de precisar de cauda. E por aí fora. Ou então, e considerando agora o lado político da guerra do laicismo contra o cristianismo, a barbárie será a destruição da Europa. Porque, eliminado o cristianismo, restará o multiculturalismo, de acordo com o qual todos os grupos têm direito à sua cultura. O relativismo, que pensa que todas as culturas são igualmente boas. O pacifismo, que nega a existência do mal.&lt;br /&gt;Mas esta guerra contra o cristianismo seria menos perigosa se os cristãos a compreendessem; pelo contrário, muitos deles não percebem o que se está a passar. São os teólogos que se sentem frustrados com a supremacia intelectual de Bento XVI. Os bispos indecisos, que consideram que o compromisso com a modernidade é a melhor maneira de actualizar a mensagem cristã.&lt;br /&gt;Os cardeais em crise de fé, que começam a insinuar que o celibato dos sacerdotes não é um dogma, e que talvez fosse melhor repensar essa questão. Os intelectuais católicos que acham que a Igreja tem um problema com o feminismo e que o cristianismo tem um diferendo por resolver com a sexualidade. As conferências episcopais que se enganam na ordem do dia e, enquanto auguram uma política de fronteiras abertas a todos, não têm a coragem de denunciar as agressões de que os cristãos são alvo, bem como a humilhação que são obrigados a suportar por serem colocados, todos sem descriminação, no banco dos réus. Ou ainda os chanceleres vindos do Leste, que exibem um ministro dos negócios estrangeiros homossexual, ao mesmo tempo que atacam o Papa com argumentos éticos; e os nascidos no Ocidente, que acham que este deve ser laico, que o mesmo é dizer anti-cristão. A guerra dos laicistas vai continuar, quanto mais não seja porque um Papa como Bento XVI sorri, mas não recua um milímetro.&lt;br /&gt;Mas aqueles que compreendem esta intransigência papal têm de agarrar na situação com as duas mãos, não ficando de braços cruzados à espera do próximo golpe. Quem se limita a solidarizar-se com ele, ou entrou no horto das oliveiras de noite e às escondidas, ou então não percebeu o que está ali a fazer».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Marcello Pera&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filósofo, agnóstico e senador.&lt;br /&gt;Publicado no Corriere della Sera 17.III.10 &lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-3988166778527545425?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/3988166778527545425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/3988166778527545425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2010/03/filosofo-agnostico-e-senador-defende-o.html' title='«Filosofo agnóstico e senador defende o Papa‏»'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/S6_rMgiqtMI/AAAAAAAAAfg/r2lJvxOjKXk/s72-c/Pera-fiducia.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-6122816914528554587</id><published>2010-02-23T22:58:00.003Z</published><updated>2010-02-23T23:04:33.917Z</updated><title type='text'>Que destino para esta Nação?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/S4RejW8rEHI/AAAAAAAAAfY/EkUA8LxR0rw/s1600-h/85TZ2CA6CSK0OCAKSGFLQCA3FUS5BCA4J9A7DCAHE2W1ACA6QAUB0CAJOMQQVCA6UKX9FCA5SO9KNCA227N2YCAP2WIHNCADMUG4HCA5HJGV4CAYIHTL1CAMEBB0KCAAXNJG6CA9LTB3FCAV220L1CAA9WDI4.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 136px; FLOAT: left; HEIGHT: 111px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5441578211318894706" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/S4RejW8rEHI/AAAAAAAAAfY/EkUA8LxR0rw/s320/85TZ2CA6CSK0OCAKSGFLQCA3FUS5BCA4J9A7DCAHE2W1ACA6QAUB0CAJOMQQVCA6UKX9FCA5SO9KNCA227N2YCAP2WIHNCADMUG4HCA5HJGV4CAYIHTL1CAMEBB0KCAAXNJG6CA9LTB3FCAV220L1CAA9WDI4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Que destino para esta Nação? Existem duas ou três concepções básicas, da micro-administração, que não podem deixar de se alargar à macro-administração: a despesa nunca pode ser maior que a receita; se a despesa é maior que a receita, obrigatóriamente é necessário fazer ajustes, vulgarmente chamados cortes de despesa, para que se acertem as contas; a única forma de produzir receita é aumentar a produção! Isto que é básico para cada um de nós, não o será para quem administra a nível da macro-estrutura? Bem sei que as questões não são assim tão simples, mas as regras são claras. Senão hipotecamos um país chamado Portugal! Será que a história não nos ensinou nada, quando deixámos de aproveitar o muito que explorámos na América e na Ásia, sem termos sido capazes de transformar esses produtos em mais valias para o país - então, o Reino? Somos um povo empreendedor, mas parece faltar-nos alguma orientação!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-6122816914528554587?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/6122816914528554587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/6122816914528554587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2010/02/que-destino-para-esta-nacao.html' title='Que destino para esta Nação?'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/S4RejW8rEHI/AAAAAAAAAfY/EkUA8LxR0rw/s72-c/85TZ2CA6CSK0OCAKSGFLQCA3FUS5BCA4J9A7DCAHE2W1ACA6QAUB0CAJOMQQVCA6UKX9FCA5SO9KNCA227N2YCAP2WIHNCADMUG4HCA5HJGV4CAYIHTL1CAMEBB0KCAAXNJG6CA9LTB3FCAV220L1CAA9WDI4.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-3831281317533927054</id><published>2010-01-26T16:49:00.001Z</published><updated>2010-01-26T16:51:39.769Z</updated><title type='text'>2010 – O início de uma década?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/S18dhgpTQQI/AAAAAAAAAfQ/4P-j4EQDfbI/s1600-h/ist2_9658908-calendar-2010.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 239px; FLOAT: left; HEIGHT: 197px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431092137168158978" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/S18dhgpTQQI/AAAAAAAAAfQ/4P-j4EQDfbI/s320/ist2_9658908-calendar-2010.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Com muita frequência, neste início de ano, tenho lido alguns artigos em que se afirma que estamos no início de uma nova década. Ora, nada mais falso. Todos nós sabemos que uma década inicia a 1 e termina a 10. Assim sendo, estamos – isso sim – no final da primeira década do século XXI. Tal confusão faz-nos regressar à origem do novo milénio – para uns ele iniciou-se em 2000, para outros em 2001. Para mim, o novo milénio apenas se iniciou em 2001 e uma nova década apenas se inicia em 2011, terminando esta em 2020. Ficou-me sempre na memória, desde o ensino Unificado (hoje básico) a divisão que éramos obrigados a fazer nas aulas de História: sempre que existisse um número positivo á direita estávamos no século seguinte; se o número fosse negativo – o zero, por exemplo – estávamos no mesmo século. Assim, 1900 é final do século XIX e não início do século XX. 1901 - esse sim - é início do século XX. 1700 é final do século XVII e 1701 início do século XVIII. Não entendo porquê esta confusão com o milénio e uma nova forma de contagem do tempo. Se alguém tiver uma indicação contrária a esta que possa justificar, agradeço o esclarecimento.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-3831281317533927054?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/3831281317533927054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/3831281317533927054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2010/01/2010-o-inicio-de-uma-decada.html' title='2010 – O início de uma década?'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/S18dhgpTQQI/AAAAAAAAAfQ/4P-j4EQDfbI/s72-c/ist2_9658908-calendar-2010.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-5980074142969105241</id><published>2010-01-15T01:36:00.001Z</published><updated>2010-01-15T01:38:45.010Z</updated><title type='text'>A questão de John Wycliffe (1320 – 1384)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Porque em artigo anterior referi a complexidade de elementos que se cruzam na interpretação de factos históricos, entendi exemplificar, agora, esta realidade com um elemento concreto da História da Igreja e da nossa História Universal. De largo alcance, de resto. Trata-se da história de John Wycliffe, sacerdote inglês que viveu, como indicado, entre os anos 1320 e 1384. Sendo natural de uma família tradicional do Yorkshire, na Inglaterra, foi enviado para a Universidade de Oxford, onde cursou Teologia, Filosofia e Cânones. Desta vasta formação salienta-se o seu doutoramento em Teologia, que conduzirá John Wycliffe ao professorado no Balliol College, na mesma cidade de Oxford.&lt;br /&gt;No aprofundamento das suas teses, Wycliffe defende a purificação da Igreja de seu tempo, considerando que esta deveria regressar ao seu estado original, em conformidade com o Evangelho. Mas, desde logo, entenda-se que esta não será a única voz, ao longo da História da Igreja, que defende tal regresso às origens – defenderam posição semelhante muitos dos Humanistas, do período do Renascimento, e muitas outras figuras maiores da própria Igreja, como, por exemplo São Francisco de Assis e São Domingos, no período medieval; ou mesmo ainda, São Bernardo de Claraval, fundador da Ordem de Cister, para me referir ao mesmo período. E, no nosso tempo, sob a intuição do Papa João XXIII a Igreja realiza uma das maiores renovações, através do Concílio Ecuménico Vaticano II, por ele mesmo convocado. A diferença entre Wycliffe e estes outros reformadores – entre os muitos que poderíamos apontar – define-se a partir dos métodos e dos objectivos que se pretendem alcançar. E Wycliffe, segundo as suas intuições, visava retirar à Igreja elementos constitutivos que lhe são essenciais. Além do mais, permite que o seu pensamento perca a isenção quando se mistura com outros interesses de carácter político e económico que, definitivamente, o condicionam. Claro que – como os demais – Wycliffe é um «produto» do seu tempo. Mas vejamos: nas suas reformas, defende a sujeição do poder eclesiástico ao poder temporal, alicerçado no princípio ideológico (que marcou a idade média e a moderna) de que o poder régio provinha de Deus. Certo é que colocava a Igreja na esfera do poder temporal, num período em que os poderes se sobrepunham, ora favorecendo a perspectiva eclesial, ora a perspectiva secular. De resto, retirava à Igreja boa parte da sua identidade, tornando-a cativa do poder secular. Esta intuição de Wycliffe, que não surtiu efeito no seu tempo, veio a fundamentar a posição de Henrique VIII, quando, por razões meramente pessoais, que todos bem conhecemos, como era a questão do seu divórcio e recasamento, o levaram, sensivelmente dois séculos depois, a quebrar a união com Roma e a assumir-se como chefe da Igreja de Inglaterra, abrindo espaço à divisão Anglicana.&lt;br /&gt;Mas, dado importante, é que durante o período de produção das teses de Wycliffe estamos em plena Guerra dos Cem Anos (1337 – 1453), que opõe precisamente, entre outros, a Inglaterra à França. Ora, nada servia melhor a causa Inglesa, e as suas afirmações nacionalistas, senão a separação do papado, porquanto este, precisamente entre 1309 e 1377, se encontrava em Avinhão, território francês. Daí, inicialmente, a adesão clara dos poderes instituídos e do próprio povo à causa de Wycliffe. Por outro lado, como haveria de acontecer com Lutero, dois séculos depois, os grandes senhores pretendiam libertar-se dos tributos ao Papa; acrescendo ainda, agora, o desejo de se apossarem dos bens da Igreja, que passavam para a sua tutela.&lt;br /&gt;Importa ainda considerar que Wycliffe, particularmente na fase final da sua vida, e já depois de admoestado pela competente autoridade eclesiástica, procura anular um elemento fundamental da eclesiologia, como era, e continua a ser, a sucessão apostólica, anulando o papado e a própria hierarquia da Igreja. Mesmo em relação aos padres, retirava-lhes a natureza sacramental da ordenação, o que inviabilizava o exercício específico do seu ministério. De igual modo, negava a transubstanciação no mistério Eucarístico. E quanto à divulgação da Bíblia, um outro problema igualmente se levantava – o da interpretação do texto sagrado. Pela sua natureza, o texto bíblico necessitava de ser interpretado para não se desvirtuar, como, de resto, veio a acontecer depois da Reforma Protestante, iniciada com Lutero. A livre interpretação, sem fundamentação, abria espaço a uma profunda ruptura da fé e da unidade doutrinal. Certo é que a maior parte dos Ingleses, com a tradução para a sua língua mãe, não tinha acesso ao texto – muito caro, porque manuscrito, e porque grassava ainda um profundo analfabetismo entre a população. Mas abria-se espaço para uma ruptura na unidade da fé, que assenta no dado revelado. Realidade que, uma vez mais, pudemos constatar dois séculos depois com Lutero, sobretudo quando a Bíblia passa a ser impressa. O problema não é da leitura (ainda que a Igreja a reservasse), era sim o da interpretação. E a verdade é que a livre interpretação, sem aqui a valorar, criou uma imensa diversidade de Igrejas que se extremam até ao limite dos grupos sectários. Portanto, unida à questão política estava uma sensível questão religiosa.&lt;br /&gt;Ora, neste contexto, não foi apenas a Igreja que reagiu; o próprio poder régio assume acção determinante na inviabilização da difusão das ideias de Wycliffe, quando, em meados de 1381, o rei Ricardo II, na sequência de um movimento social, atribuído aos discípulos de Wycliffe, conhecidos como «lolardos», pede à Universidade de Oxford que expulse este professor e impede a difusão das suas teses em sermões ou demais formas de ensino, sob pena de prisão para quem infringisse tal determinação.&lt;br /&gt;Wycliffe viria a morrer na sequência de uma apoplexia, sofrida a 28 de Dezembro de 1384. Só posteriormente o Concilio de Constança (que decorreu entre 1414 e 1418) declarou as suas teses heréticas, particularmente quando, na esteira de tal mestre, Jan Huss e Jerónimo de Praga, seus discípulos, intentavam nova reforma que punha em causa a unidade da Igreja.&lt;br /&gt;É certo que os seus escritos foram queimados, bem como os seus restos mortais. Mas tão pouco nos devemos admirar de tal processo, no período em questão, porquanto o fogo assumia um simbolismo purificador. Tal aconteceu, igualmente, em toda a época moderna, nos simples movimentos sociais, de carácter civil – na nossa linguagem hodierna – em que tudo o que se considerava iníquo era destruído pelo fogo, com este mesmo simbolismo de purificação.&lt;br /&gt;A concluir, podemos sintetizar com a afirmação clara de que o processo de Wycliffe é transversal à realidade do seu tempo – política e religiosa. E não se propagou devido à oposição de todos os poderes instituídos. O mesmo não aconteceu com Lutero, que beneficiou dos interesses económicos e políticos de uma nova conjuntura, própria da época em que viveu e deu forma ao seu pensamento. Todavia, Wycliffe foi o primeiro teorizador da reforma que, depois, com Lutero havia de vingar.&lt;br /&gt;Quanto à Igreja, por muito que nos custe aceitá-lo hoje, segundo a nossa mentalidade, necessariamente diversa da daquele tempo histórico, tomou as medidas necessárias para que a sua identidade e constituição se não desvirtuassem. O processo de Wycliffe não é, pois, um processo simples, mas de «luta» por uma identidade que até hoje se não perdeu! E mesmo se as divisões da Igreja acabaram por se consumar – ferida maior na sua História – tendem agora a dissipar-se com novas formas de aproximação, que só o futuro poderá erradicar de vez, num processo de Ecumenismo que não cessa de produzir os seus belos frutos! O último dos quais é a aproximação Anglicana, numa abertura bela à comunhão e unidade de uma única Igreja, segundo a vontade do Seu fundador e que nos cabe a todos restabelecer!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                                                         Pe. Carlos Alberto da Graça Godinho &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;NOTA: Texto publicado no &lt;em&gt;Jornal da Mealhada&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-5980074142969105241?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/5980074142969105241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/5980074142969105241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2010/01/questao-de-john-wycliffe-1320-1384.html' title='A questão de John Wycliffe (1320 – 1384)'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-6588256763640098650</id><published>2009-12-17T13:27:00.002Z</published><updated>2009-12-17T13:33:48.344Z</updated><title type='text'>O Mistério de Natal!...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SyozGiAlJhI/AAAAAAAAAfI/lbkqCoMKgEI/s1600-h/presepio2.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 245px; FLOAT: left; HEIGHT: 202px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416197689167914514" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SyozGiAlJhI/AAAAAAAAAfI/lbkqCoMKgEI/s320/presepio2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;O Natal coloca-nos, uma vez mais – embora sempre de forma nova – diante do Mistério do Amor de Deus pelos homens. Na verdade, Deus não nos oferece a participação da Sua Divindade de forma distante, mas assume participar da nossa humanidade, tornando-se um de nós na pessoa do Filho, para nos elevar à condição divina. O nosso Deus é, efectivamente, um Deus profundamente comprometido connosco e com a nossa história. Salva-nos a partir do seio dos nossos condicionalismos – faz-se limite connosco para nos transfigurar consigo.&lt;br /&gt;Assim sendo, duas atitudes se nos impõem, enquanto cristãos: a abertura à presença viva de Deus na nossa história pessoal e comunitária; e um compromisso novo com a humanidade redimida por Jesus Cristo feito carne. Em certo sentido, uma revalorização do Amor a Deus e do Amor ao próximo – coordenadas fundamentais do nosso agir de cristãos.&lt;br /&gt;Num tempo em que o homem parece esquecer Deus, embora d’Ele careça como princípio e fim da sua existência, torna-se urgente regressar à comunhão de amor com Aquele que em Si nos oferece a vida plena. É uma necessidade do homem e não de Deus. Sob pena de o próprio homem se sentir solitário, desorientado, sem esperança e sem sentido para a vida que, por si, compreende já – quantas vezes – tanta desilusão, tanta solidão e tão profundos questionamentos. É o homem que necessita de contemplar o rosto de Deus para se redescobrir a si mesmo e as energias que dão futuro à sua vida, para redescobrir a esperança que plenifica a sua existência. Deus não força esta abertura; reclama-a apenas por amor ao próprio homem, para que este acolha o dom da vida que Aquele lhe oferece. Em tempo de Natal, o convite é a redescobrir o rosto de Deus e a deixarmo-nos contagiar pela vida que vem até nós! Isso pressupõe uma renovada abertura de coração para que o dom se nos comunique e em nós frutifique.&lt;br /&gt;De igual forma, o tempo de Natal convida-nos a redescobrir o valor da vida humana, o seu sentido mais profundo – a sua dignidade – e o valor da comunhão entre os homens. Deus, em Jesus Cristo, compartilha connosco a existência humana para nos abrir à compreensão profunda do valor do outro, que jamais nos poderá ser indiferente. Assim sendo, as alegrias e esperanças, as inquietações e sucessos, as amarguras e as felicidades dos demais, numa vivência de verdadeira comunhão, hão-de ser também as nossas alegrias e as nossas esperanças, as nossas inquietações e os nossos sucessos. Mais ainda, o outro – como sugere Bento XVI, na sua Encíclica Sacramento de Caridade – há-de ser amado por nós com um coração semelhante ao de Deus. Ora, se Deus assume uma profunda compaixão pela nossa humanidade, como não havemos de assumir a mesma compaixão pelo destino dos nossos irmãos? Só assim o Evangelho se incarna na história humana e nos tornamos verdadeiros discípulos de Cristo. Não apenas na forma, mas no conteúdo! Jesus Cristo é dom e modelo. E é neste duplo sentido que havemos de O acolher.&lt;br /&gt;Em tempo de Natal, propício para uma maior solidariedade com o outro, o cristão sente, mais vivamente, esta urgência da caridade! Que não se resume a este tempo, mas que se há-de prolongar por todos os tempos e contextos diversos.&lt;br /&gt;Com este duplo desafio, que me imponho e vos proponho, quero desejar a todos um Santo Natal. Que signifique um verdadeiro nascimento de Cristo na vida e história de cada um e a redescoberta da humanidade nova que Ele mesmo – o Senhor feito Carne – inaugurou!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pe. Carlos Alberto da Graça Godinho &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-6588256763640098650?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/6588256763640098650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/6588256763640098650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/12/o-misterio-de-natal.html' title='O Mistério de Natal!...'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SyozGiAlJhI/AAAAAAAAAfI/lbkqCoMKgEI/s72-c/presepio2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-2507989696139292196</id><published>2009-12-15T22:39:00.002Z</published><updated>2009-12-15T22:43:28.618Z</updated><title type='text'>Resposta a André Vaz!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ao ler o artigo de André Vaz, que me é dirigido explicitamente, a propósito das minhas observações sobre a obra «Caim» de José Saramago, apraz-me referir o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Se é certo que leio sempre os artigos de André Vaz com algum interesse, pela sua capacidade reflexiva e pelo belo uso da palavra, não posso deixar de dizer que efectivamente estamos em campos opostos (embora os opostos, para mim, sejam sempre de respeitar!) pelos pressupostos ideológicos (ou pelo menos de pensamento) que cada um de nós vive. Na verdade, eu sou cristão e, por consequência, partilho os princípios do Cristianismo, enquanto o André é niilista, partilhando os princípios de Friedrich Wilhelm Nietzsche (filósofo que defende um niilismo activo contra o chamado niilismo passivo, que ele próprio combateu). Ora, o niilismo (atitude filosófica que melhor define Nietzsche, particularmente na transmutação de todos os valores que compreendem a morte de Deus) consiste na «absolutização do nada», no extremo da negatividade, a que Nietzsche responde com a absolutização do eu, contrapondo a uma outra concepção niilista.&lt;br /&gt;Ora, posta assim a questão, não estranhará o leitor a diversidade de argumentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Estranho, todavia, é que sem me conhecer pessoalmente, assuma em relação à minha pessoa laivos de «dogmatismo» quando me insere, sem mais, nesse conjunto de pessoas destituídas de conhecimento e de preocupações intelectuais. Meu caro André, antes de nascer – ou pelo menos no seu período de «cueiros» – já eu havia lido a Gaia Ciência e Assim Falava Zaratustra, de Nietzsche, obras inicialmente publicadas, respectivamente, em 1881 e 1885. Além disso, a sua leitura inseria-se numa visão de conjunto da filosofia que define a formação intelectual de quem cursa Teologia. De resto, sem que as obras referidas fossem obrigatórias, entendi lê-las porque percursoras da filosofia que marca profundamente os meados do século XX e que conhecemos como «existencialismo». Sem ser propriamente existencialista, Nietzsche, na senda de Sören Kierkegaard – considerado como o verdadeiro percursor deste movimento filosófico – exprime a sua percepção angustiante da vida. Mesmo que inverta a sua afirmação sobre o sentido da vida humana. É curioso – e lamento que assim seja – que os «dogmatismos» ateus se tornem tão contundentes, senão mesmo agressivos, ainda que desconhecendo os alvos que visam. E nesta atitude ainda têm a veleidade de criticar a Igreja! Porque olham para o argueiro da vista do irmão e não para a trave que têm na sua? - parafraseando Jesus, no Evangelho! Mas bem… deixemo-nos destes meandros.&lt;br /&gt;Quanto à minha formação, caro André – e perdoem-me os leitores a minha aparente imodéstia, que a não é – não devo nada à formação contínua que hoje é tão valorizada. Desde a minha ordenação sacerdotal, em 1991, só deixei um plano regular de estudos num período que vai de 1991 a 1995. Depois disso, voltei a cursar Teologia, Filosofia (que interrompi por estar a repetir conteúdos) e História, na qual estou agora envolvido, não me detendo simplesmente no primeiro grau de formação. Portanto, numa formação contínua, que conta já catorze anos, julgo ser evidente que privilegio o pensamento, a reflexão, a discussão e a compreensão da realidade, que me faz passar do âmbito da Teologia para outros diálogos e compreensões. Mas, repito, isto é só ilustrativo, sem querer usar qualquer curriculum para me credenciar ou justificar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Mas, voltemos a Nietzsche, para que os leitores compreendam as nossas diferenças. Este filósofo, nascido a 15/10/1844, numa família de protestantes – o seu pai era pastor protestante, assim como o seu avô o tinha sido – faz toda a sua formação inicial no colégio protestante de Pforta, célebre pela tradição humanista e luterana. Nietzsche estava destinado a ser pastor como os seus antecessores. Descobrindo aí a cultura clássica que se une à sua perda da fé, este filósofo viria a fazer do pensamento helenista a fonte essencial da sua filosofia. Todavia, o pensamento de Nietzsche insere-se num período de oposição a um pensamento burguês que definia a realidade socioeconómica finissecular. E a sua luta contra o Cristianismo insere-se numa visão pietista e nominalista que de modo pouco critico recebe desse contexto político, social e cultural. Qualquer filósofo é fruto do seu tempo. De resto, algo de semelhante, embora de orientação diferente, havia acontecido com Marx. A verdade é que o pensamento de Nietzsche resulta também das suas experiências traumáticas, particularmente quando, em 1879, teve de abandonar a docência na Universidade de Basileia por ter contraído doença bastante grave. Doença que sempre o acompanhará e o levará a morrer na loucura em Weimar, a 25/08/1900. O período de doença do filósofo coincide com o grande período de produção literária. De modo que muitos autores consideram que as obras de Nietzsche são feitas «do seu próprio drama». E a morte de Deus – reacção a uma concepção negativa e triste da vida, em sintonia com a moral luterana – leva-o a buscar a divindade em si próprio, numa afirmação exacerbada do «eu». Como refere uma autora – Lou Salomé – «Nietzsche toda a vida se esforçou por descobrir através das diferentes figuras de divinização de si mesmo um substituto para o Deus morto». Ou seja, a eliminação do Cristianismo é mais a substituição de uma divindade por outra, mais do que a tentativa de eliminar a ideia de divino. Certo é que Nietzsche intenta eliminar a herança cristã, mas sendo perfeitamente incapaz de criar novos valores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. No que se refere a Saramago – pois foi a partir da sua obra «Caim» que se iniciou esta contraposição de argumentos (pretendo que o seja, mais que qualquer forma de ataque!) – mantenho exactamente o que escrevi. Saramago, como romancista, é livre de escrever o que quiser e sobre o que quiser. Mas, como escreve para leitores, tem de ser exigente no uso das fontes que lhe servem de fundamento. Ora, para uma autêntica compreensão do texto bíblico é essencial que se atenha a conceitos básicos de hermenêutica (já não digo de exegese!). Assim, do ponto de vista hermenêutico, é impossível compreender a Escritura sem a enquadrar nos seus géneros literários, na realidade cultural do povo de Israel (bem como na dos povos da antiguidade), na sua geografia e na sua história. Partir do texto sem estas coordenadas é dizer barbaridades! Imagine-se Saramago usar como fundamento da sua escrita os Lusíadas, mas desvirtuando o seu sentido de base! Que credibilidade nos mereceria? É que, como afirmei, não se trata só da Sagrada Escritura, mas também da fundamentação histórica, mitológica, ou de qualquer outra. Já agora, esta percepção não é exclusivamente minha, nem dos «homens da Igreja»: vejam-se, a este propósito, alguns comentários de diversos intelectuais ao Jornal de Letras, nas novas redes socais disponíveis na Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Quanto às acusações que dirigia à Igreja, peço-lhe, caro André, em nome da inteligência que não enverede pelas atitudes simplesmente anacrónicas com que muitos, hoje, olham o passado. Ler o passado – sejam as instituições, as concepções políticas, religiosas, culturais – sem um verdadeiro enquadramento no seu contexto é desvirtuar os factos e usá-los simplesmente a nosso favor! A Igreja tão pouco era uma instituição separada do poder político, como depois – e bem – se estabeleceu a partir dos inícios da época contemporânea. As instituições, como a inquisição, serviram tanto a Igreja como o rei e o poder político instituído. Sinal disso é que a última vítima da Inquisição em Portugal – a título de exemplo – foi o Padre Gabriel Malagrida, Jesuíta, mandado executar pelo Marquês de Pombal. Os processos de Wycliffe, de Giordano Bruno ou de Galileu Galilei (que foi capaz de entender o que significavam as suas afirmações para a época; um homem à frente do seu tempo, como bem reconheceu o Papa João Paulo II) ainda que objectivamente maus, só se entendem no quadro das suas mundividências. De outro modo, estamos a extrapolar acontecimentos do suporte objectivo que nos permite o seu necessário enquadramento. E, assim, os acontecimentos tornam-se mitos, no pior sentido do termo. Aliás, sobre as temáticas da Igreja e da sua acção, nos períodos medieval e moderno, talvez valha a pena serem retomadas, mas noutra exposição, pois que urge clarificar muitas realidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Porque já vai demasiado longa esta resposta, gostaria de terminar com algumas considerações finais. A ideia de que no seio da Igreja – pois não me critica apenas a mim, mas também os demais cristãos – não existe formação já teve o seu tempo. É certo que muito há a fazer; serei o primeiro a afirmá-lo! Mas dê graças a Deus (mesmo que isto seja um paradoxo para si!) pelas possibilidades que teve, tal como eu também tive, e seja compreensivo para com quem não teve as mesmas oportunidades. De resto, existe hoje muita gente ciosa de uma formação mais consistente, de que eu sou testemunha pessoal, mesmo que carecendo de formação de base. Além do mais, a vida cristã não se baseia num simples conhecimento intelectual (embora ele seja necessário), mas numa atitude existencial. Ou seja, a vida cristã não se baseia numa ideia, mas numa Pessoa – Jesus Cristo. E, neste sentido, permita-me que ao seu «modelo» eu contraponha o meu. É que o meu modelo, mais do que as ideias inconsequentes (ou de nefastas consequências), leva-me a agir, centrando-me num princípio vital de realização humana no seu todo – no amor, enquanto serviço! (E veja como Saramago não tinha razão!). Por incrível que pareça, a Igreja tem como centro da sua acção a linguagem da vida e não «linguagem da morte», como refere. Desde logo, porque é chamada a viver o amor (enquanto doação) que tudo recria; depois, porque no limite está sempre a vida como esperança. Ao contrário, o pensamento de Nietzsche apenas conduz à morte, ao sem sentido; e aqui, na vivência que nos é própria, à luta do mais forte sobre o mais fraco. Pese embora o valor do pensamento – de que eu não abdico – prefiro o meu Deus ao seu «deus». É que Ele não é só divino, mas é igualmente muito mais humano! Só por isso já valeria a pena professar a fé. Mas esta mesma fé perspectiva-nos para horizontes mais largos, face ao mistério da existência humana. E, já agora, se o mal existe, porque existe, é porque Deus sabe respeitar a liberdade individual de cada um. Deus não criou «marionetas» com quem possa divertir-se; criou, isso sim, homens capazes de dialogar com Ele, o que pressupõe uma verdadeira liberdade (possibilidade de opção, de livre arbítrio!) Além disso, este Deus ensina-me o valor da humildade, que se contrapõe à arrogância, o lugar do outro face ao meu eu; o valor da alteridade face ao egocentrismo. Também aqui (sem qualquer juízo das suas acções, que as não conheço, nem aqui são importantes!) divergimos – afinal – nos modelos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS. Com o mesmo recurso a post-scriptum, acrescentarei apenas que não me recuso responder a interpelações sempre que estas sejam feitas no claro respeito pelas pessoas e pelas instituições, sejam elas do meu agrado ou não. De outro modo estaremos a usar os meios de comunicação para uma atitude de incorrecção que desdiz de um fim construtivo que se pretende, para além de poderem expressar uma explicita falta de cidadania, que começa num autêntico respeito pela diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;                                                                                                                                                      Pe. Carlos Alberto da Graça Godinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Este artigo foi escrito na sequência de um outro, do autor referido, publicado no Jornal da Mealhada).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-2507989696139292196?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/2507989696139292196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/2507989696139292196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/12/resposta-andre-vaz.html' title='Resposta a André Vaz!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-1975152312676392647</id><published>2009-11-20T01:13:00.004Z</published><updated>2009-11-20T01:18:21.435Z</updated><title type='text'>A Sé (Velha) de Coimbra.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SwXuFPKpeRI/AAAAAAAAAfA/EQSucPZ0LSE/s1600/Se_Velha-Coimbra.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 214px; FLOAT: left; HEIGHT: 156px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5405988701466097938" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SwXuFPKpeRI/AAAAAAAAAfA/EQSucPZ0LSE/s320/Se_Velha-Coimbra.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;A propósito da celebração da Festa da Dedicação da Catedral de Coimbra, celebrada no passado dia 16 do corrente, e sem pretender acrescentar nada de novo ao que muitos, bem mais credenciados do que eu, já afirmaram, permito-me, não obstante, fazer sobre este assunto algumas considerações. E a primeira é a de que, não raro, olhamos as realidades que constituem o nosso património espiritual, cultural e arquitectónico com um excesso de coração que, por vezes, ofusca a nossa razão. Aconteceu comigo na defesa da Sé Nova de Coimbra, reclamando para ela a dignidade que lhe é própria enquanto actual Catedral da Diocese. Contudo, depois de algumas leituras atentas e – mesmo que paradoxalmente – «apaixonadas»; inicialmente das excelentes obras do Reverendo Pe. Dr. José Eduardo Reis Coutinho, sobre a Sé Velha e a Sé Nova de Coimbra (esta última a Igreja dos Jesuítas), a que se seguiu a da excelente obra do grande Mestre Doutor António de Vasconcelos, sobre a Sé Velha de Coimbra; tive oportunidade – essa que advém do esclarecimento – de rever as minhas opções interiores. Assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. É inequívoco o dever de reconhecer o valor da Sé Velha! Não apenas na sua dimensão arquitectónica, enquanto património nacional – pois que esse ninguém o recusa – mas na sua identidade e na natureza da sua construção. Efectivamente, a Sé Velha de Coimbra foi a única Igreja construída, de raiz, para ser a mãe de todas as Igrejas da Diocese. Neste sentido, ela expressa a sua identidade, mas encerra igualmente, na sua história, a dinâmica da construção da Igreja em Coimbra – a história da Diocese – compendiando a vivência de tantos homens e mulheres cristãos que, a partir dela, alimentaram a sua fé, numa comunhão permanente com os Bispos que desde o seu seio conduziram esta «porção do Povo de Deus», que constitui a vetusta Diocese Coimbrã. E que Bispos cruzam a sua história com a da sua Catedral!... Na impossibilidade de referir todos, relembremos apenas alguns dos nomes maiores: D. Miguel Pais Salomão, que constrói a Catedral; D Jorge de Almeida, esse príncipe da Igreja que dotou a sua Catedral, para além de outros elementos, do seu magnifico retábulo; D. Frei João Soares, prelado do Concilio de Trento, que haveria de dotar a sua Igreja da expressiva Capela do Santíssimo, com toda a beleza que a pedra trabalhada nos permite observar; D. Afonso de Castelo Branco, que, para além de Vice-Rei do Reino, foi um dos grandes benfeitores da cidade, onde, ao longo de trinta anos, exerceu proficuamente o seu ministério episcopal; e D. Manuel Correia de Bastos Pina, homem de profunda sensibilidade, cultura e visão esclarecida das realidades, para além de grande empreendedor na valorização do património diocesano, que, entre muitas outras acções, providenciou para que se efectuasse a recuperação da sua antiga Sé. Mas ao lado destes, quantos outros bispos?!... Podíamos referir, ainda, a grandeza de um D. Miguel da Anunciação que, após a sua libertação de Pedrouços, onde esteve encarcerado ao longo de oito anos, regressou à sua Sé, entretanto, mudada de uma para outra Igreja. E com que sentimentos? Enfim… é toda esta realidade viva que se projecta do passado que a veneranda Igreja Catedral de Coimbra reflecte a partir de si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. A transição para a Sé Nova – a Igreja dos Jesuítas – insere-se num período complexo das relações do poder régio com as instâncias eclesiásticas, mormente com a Companhia de Jesus, nas quais sobressai a incontornável imagem do Marquês de Pombal. Se é certo que a Igreja dos Jesuítas, vaga após a sua expulsão, servia melhor os ofícios religiosos do Cabido ou aqueles a que os Bispos presidiam, a verdade é que houve uma intenção clara de desapossar a Ordem expulsa de qualquer dos seus bens. A mudança da Sé Velha para a então chamada Sé Nova dá-se a 21 de Outubro de 1772, organizando-se para tal uma imponente procissão, que incorporava muito do clero regular, quase todo o clero secular da Diocese, bem como diversas autoridades locais, como era próprio da organização social no período em questão. Nesta procissão procede-se à trasladação do Santíssimo Sacramento, de uma Igreja para a outra. E, segundo ainda notícia da época, à noite foram várias as luminárias que se acenderam por toda a cidade celebrando esta mudança. Reconhecia-se como Catedral a Igreja dos Jesuítas que, dois dias antes, a 19 de Outubro, havia sido entregue pelo próprio Marquês de Pombal aos Cónegos Nuno Pereira Coutinho e Rodrigo de Almeida, procuradores do Cabido, conjuntamente com o provisor do Bispado, enquanto procurador da Mitra.&lt;br /&gt;Certo é que esta mudança – pela sua natureza e pelos elementos jurídicos e litúrgicos que encerra – não destituiu a Velha Catedral da sua própria identidade. Destituiu-a, sim, simbolicamente, deixando-a entregue a uma certa voragem que em muito a prejudicou. Mas é igualmente inequívoco – como se pode perceber das obras indicadas, da autoria do Reverendo Pe. Dr. José Eduardo Reis Coutinho – que o facto histórico é inultrapassável: a Sé Velha foi construída para ser a Igreja Maior de Coimbra e a Sé Nova mantém, ainda hoje, os seus traços que a definem claramente como Igreja da Companhia de Jesus. Além disso, como refere António de Vasconcelos, apesar destas vicissitudes porque passou a Sé Velha, esta Igreja não perdeu as honras e prerrogativas de Catedral de Coimbra, bem como o seu título, pois que nunca, por direito, lhe foram retirados.&lt;br /&gt;De resto, na sequência da exemplar restauração que, ao longo de quase dez anos, esta Igreja veio a merecer, com os contributos ímpares do Mestre António Augusto Gonçalves, do Bispo Conde D. Manuel Correia de Bastos Pina e da Rainha D. Amélia de Orleans; e após pedido para que se alterasse a data da Dedicação da Igreja de 31 de Agosto para 16 de Novembro, por ser mais condizente com a disponibilidade dos Bispos e do Cabido, vemos como a Cúria Romana anuiu a tal solicitação, através da Sagrada Congregação dos Ritos, por decreto de 26 de Abril de 1916, em que se concedia esta outra data para tal celebração. E referia-se, é óbvio, àquela que, por direito, sempre fora a Catedral de Coimbra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Conclui-se, então, que a celebração da Dedicação da Catedral, a efectuar na Sé Velha, não é apenas um acto de cultura e de sensibilidade. É, sim, um acto de justiça e de verdadeira piedade, num respeito sincero pelo dinamismo espiritual que brotou daquele espaço e que hoje se continua, é certo, na Nova Catedral. Mas esta última não anula, nem substitui a primeira. Aliás, a figura jurídica que os autores nomeados apontam, a que se junta a opinião de muitos outros, como a do actual pároco da Sé Velha, é de todo razoável – que se mantenha como Catedral a Sé Velha e a Sé Nova se reconheça como pró-Catedral. Ninguém, por certo, desejaria mudar a Cátedra do Bispo de uma para a outra Igreja – agora num processo inverso ao que a história registou –; trata-se, isso sim, de reconhecer a mesma dignidade de cada Igreja e de as recolocar no seu justo lugar como expressão visível da Igreja Coimbrã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Carlos Alberto da Graça Godinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-1975152312676392647?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1975152312676392647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1975152312676392647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/11/se-velha-de-coimbra.html' title='A Sé (Velha) de Coimbra.'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SwXuFPKpeRI/AAAAAAAAAfA/EQSucPZ0LSE/s72-c/Se_Velha-Coimbra.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-8568385265185482324</id><published>2009-10-21T00:55:00.001+01:00</published><updated>2009-10-21T00:57:33.789+01:00</updated><title type='text'>O «CAIM» DE SARAMAGO!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Publicado o romance «Caim» de José Saramago, as críticas da Igreja Católica ao seu novo escrito não se fizeram esperar. Mas, a verdade é que elas foram suscitadas pelo próprio escritor, ao afirmar (num golpe de marketing) que a «Bíblia é um manual de maus costumes» e ao deixar entrever que o seu romance afectaria simplesmente os Judeus e não tanto os Católicos, por estes últimos serem uns ignorantes no conhecimento da Escritura (e não só! Sim, é que das palavras de Saramago depreendem-se outras ignorâncias!). Certo é que o próprio Vaticano já veio desvalorizar tal polémica, dizendo que a Igreja está acima de toda esta controvérsia. Contudo, não deixei de me sentir indignado com a afirmação do escritor quando este referia: «surpreende-me a frivolidade dos senhores da Igreja»! Ora, como frivolidade significa «futilidade», «insignificância» ou «coisa de pouco valor»; sabendo que por tal se expressa – aplicado aos homens da Igreja – uma consideração de gente sem importância nos argumentos a que aduzem (ficando-me agora só por este nível), não deixo de fazer as seguintes considerações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – O Romance, enquanto composição literária, obedece à ficção. Assim cada autor é sumamente livre de criar segundo a sua própria sensibilidade, criatividade e objectivos delineados para a obra que idealizou. Quanto a isto nada há a opor. Aliás, temos magníficos exemplos de criação neste género literário que tanto enriquecem as nossas mundividências e capacidades de pensar a realidade, a partir do seu imaginário. É nesta perspectiva de produção livre que se insere – como os demais Romances – o «Caim» de Saramago: personagem central de toda a obra que percorre uma parte da história bíblica, capaz de ir ao futuro, como «futuro presente», na linguagem do autor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – Todavia, quando um escritor usa algumas fontes, sejam elas históricas, narrativas, mitológicas, ou de qualquer outra natureza, o que dele se espera é que crie na fidelidade a essas mesmas fontes, usando-as com critério sólido, coerente e – condição fundamental – com um conhecimento profundo daquilo que lhe serve de ponto de partida. Ora, o problema de Saramago no seu «Caim» é exactamente a «frivolidade» – de que acusa os homens da Igreja – no modo como usa a Escritura e, concretamente, algumas das suas narrativas. Efectivamente, o autor utiliza o texto da forma mais imediata para atingir os seus fins. Não se preocupa em contextualizar, em inserir o texto no contexto, em compreender o tipo de narrativa que suporta a sua criação; o que produz um ponto de partida manifestamente inconsistente. A abordagem do texto bíblico pressupõe um mínimo de hermenêutica que o autor simplesmente recusa efectuar. Não se trataria aqui, obviamente, de uma exposição teológica, mas de uma fundamentação segura, do ponto de vista científico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – Mas o mais significativo é que Saramago pretende usar o texto para atingir dois objectivos muito claros: branquear a imagem de Caim (ícone da verdadeira humanidade, inteiramente livre) e ridicularizar a ideia de Deus (o mito que interessa apagar da consciência do homem, tornando-o algo de profundamente nefando para a história da humanidade). Neste sentido, Caim é o homem bom, que teve a desdita de matar seu irmão por culpa do próprio Deus; enquanto este último é o ser mau, caprichoso, violento, invejoso, vingativo, vaidoso, desapiedado, a que o autor chega a chamar «louco»; isto para não referir já outros epítetos muito mais contundentes nas considerações que este faz da pessoa divina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 – Para além do romance em si – esperando já uma natural reacção das entidades religiosas, porque Saramago não é estulto – a polémica surge nas acusações que o autor formulou contra Deus e contra a Igreja na apresentação do seu livro. Ora, neste sentido, devo dizer ao Senhor José Saramago que a ideia de Deus não só é razoável, como é legítima. De igual modo, na Igreja existe também muita gente inteligente, culta e de grande valor intelectual. Não só nas Ciências Sagradas (nas várias áreas da Teologia, a que pertence o estudo da Sagrada Escritura), como também na Filosofia, na História, na Literatura, entre muitas outras áreas em que tantos se têm distinguido. Nomeadamente no Romance. Portanto, um pouco de humildade e de consideração pelos outros não lhe faria mal nenhum. Quanto à leitura desta última obra da sua lavra, Saramago deve ficar ainda ciente que muitos de nós lemos e estamos atentos ao que no nosso meio se vai produzindo. Passe a imodéstia, tive oportunidade de ler «Caim» no espaço de menos de vinte e quatro horas. Portanto, o velho preconceito de que o clero e demais pessoas da Igreja são ignorantes já teve o seu tempo. Impõe-se um necessário respeito mútuo para que o diálogo seja possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em conclusão, «Caim» é, como já deixei entrever, uma leitura ideológica de algumas narrativas bíblicas, manifestamente de quem tem alguns problemas com a ideia de Deus. E que, consequentemente – mesmo que respeitando a sua legitimidade – mais não faz do que afirmar o seu ateísmo militante. E se as opções de cada um são respeitáveis, não se pode aceitar é que estas se afirmem contra as opções dos outros. Veja-se como no romance todas as personagens aliadas de Deus são mal vistas; enquanto, ao contrário, Caim (a ideia do homem de Saramago) é o herói, o único que permanece capaz de enfrentar Deus. Não seria demasiado compreender – e isto também assiste ao leitor e à sua interpretação – que só o homem que se opõe a Deus é merecedor de permanência, enquanto todos os outros devem desaparecer. Assim termina, de resto, o romance – da arca de Noé apenas saem os animais e a humanidade de Caim. Todos os outros seres humanos foram simplesmente aniquilados. Este epílogo traduz bem a atitude do autor. Legítima, por certo! Mas tão legítima como aquela de quem se lhe opõe e possui um outro entendimento de Deus, do homem e do seu percurso na concretização da história!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;                                                                                                                                                           Carlos Alberto da Graça Godinho&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-8568385265185482324?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/8568385265185482324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/8568385265185482324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/10/o-caim-de-saramago.html' title='O «CAIM» DE SARAMAGO!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-7039575600944194425</id><published>2009-10-20T15:59:00.002+01:00</published><updated>2009-10-20T16:00:55.166+01:00</updated><title type='text'>Dogmatismo Ateu!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Nos dias de hoje, a par de um recrudescimento do interesse pelo religioso, não raro deparamos com um dogmatismo ateu, interessado em combater aquilo que define como dogmatismo da Igreja. Se assim fora, confronto de dogmatismos, poderíamos dizer que os opostos se tocam, numa referência a uma qualquer lei física. Todavia, a Igreja não se centra em dogmatismos (versão ideologizada do dogma), mas sim nas verdades que define como centrais da expressão da sua fé – os dogmas.&lt;br /&gt;Este dogmatismo ateu (porque o afirma como absoluto e inapelável!) recorre frequentemente a três vertentes para questionar a legitimidade da Igreja: a visão deturpada da Sagrada Escritura (olhada como realidade linear, sem recurso à exegese); a visão anacrónica da História da Igreja (sem situar cada acontecimento no seu tempo); a idealização da razão (como se esta fosse a única verdade, deixando o homem cativo das suas certezas, em vez de buscar, em atitude contínua, a verdade – atitude filosófica).&lt;br /&gt;Ora, a exegese, enquanto «explicação» ou «interpretação», constitui-se como elemento incontornável da abordagem do texto bíblico – na perspectiva de «sacar fora – exegéomai» – no sentido de compreender o seu significado profundo. As visões imediatistas da Escritura não só a falseiam como, consequentemente, impedem o acesso ao seu conteúdo fundamental. Por outro lado, a História – enquanto ciência do passado – corre o perigo constante de ser usada ao sabor do intérprete dos factos. Para se ser fiel à verdade que ela encerra é necessário – quanto nos é possível – situarmo-nos no tempo e nas suas condicionantes, o que nos permitirá uma abordagem séria – e isenta – da verdade que demandamos. De outro modo, mais não fazemos do que projectar o presente no passado e interpretar os factos sem o suporte que os explicam. Já quanto à razão, vivemos num tempo – a pós-modernidade – de atitude dúbia: por um lado, a permanência de uma crença na perfectibilidade da natureza humana, capaz de suplantar todos os limites do racional; mas, por outro, num tempo de reabertura à transcendência como forma de suplantar os limites impostos a esta mesma razão. Isto é, a necessidade de um novo diálogo razão-transcendência que ilumine a possibilidade do ser humano. É que, na verdade, o racionalismo dogmático já se confrontou com as suas fragilidades.&lt;br /&gt;Exposto isto, compreendo sinceramente quem, em atitude séria de abertura e de procura, não conseguiu chegar à experiência da fé, devido à natureza desta e ao desafio que ela compreende para a nossa experiência humana. Todavia, já não consigo compreender tão bem quem, de forma irredutível, afirma a sua razão (ou, pretensamente, a razão humana!), como se nada mais pudesse iluminar o homem no seu ser e na sua consciência. Este dogmatismo não só contradiz a verdade revelada (causa da fé), como, essencialmente, contradiz o espírito humano, na sua procura contínua. Esta é a maior contradição deste dogmatismo racionalista e que o condena na sua raiz.&lt;br /&gt;                                                                                                              &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Carlos Alberto da Graça Godinho&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-7039575600944194425?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/7039575600944194425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/7039575600944194425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/10/dogmatismo-ateu.html' title='Dogmatismo Ateu!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-4007750814506993665</id><published>2009-10-20T13:05:00.001+01:00</published><updated>2009-10-20T13:08:07.038+01:00</updated><title type='text'>Pe José Tolentino de Mendonça responde a Saramago</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O director do Secretariado Nacional da Pastoral Cultura manifestou a sua “desilusão” com a obra «Caim», novo livro de José Saramago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista à Agência Ecclesia, o P. José Tolentino Mendonça considera que o Nobel da Literatura fez uma releitura “banal” do texto bíblico, longe das “páginas magistrais” de John Steinbeck em «A Leste do Paraíso» ou da interpretação do filósofo Paul Ricoeur da fraternidade como “decisão ética”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obra ficou envolta em polémica quando o autor, a propósito da apresentação mundial do livro, afirmou que "a Bíblia é um manual de maus costumes, um catálogo de crueldade e do pior da natureza humana".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A perplexidade trazida pelas afirmações de José Saramago é, no fundo, como é que um grande criador, um grande cultor da língua, pode, em relação a um superclássico da literatura mundial – património de cultura diferentes, fonte de inspiração para tanta literatura – pode dizer da Bíblia, com o simplismo e o olhar com que o fez, as coisas que Saramago tem dito”, atira o director do Secretariado Nacional da Pastoral Cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tolentino Mendonça lamenta que, em «Caim», José Saramago escreva que a Bíblia é “o livro dos disparates”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É uma redução inaceitável, não só do ponto de vista da fé, mas do ponto de vista da cultura”, defende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tolentino Mendonça comenta «Caim»&lt;br /&gt;O professor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica lembra que Saramago é um leitor que “revisita permanentemente a Bíblia”, seja em citações, seja nas suas personagens, mas o resultado desse esforço na sua última obra é, para o sacerdote madeirense, “absolutamente uma desilusão”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Esperar-se-ia muito mais da revisitação que um grande escritor pode fazer do texto bíblico”, indica, considerando que o livro de Saramago é, “em grande medida, um texto banal”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia está aberta a várias leituras, crentes e não crentes, mas nem todas são válidas. O exegeta e poeta manifesta “perplexidade” por Saramago não tomar em consideração a necessidade de uma “interpretação” do texto, tomando-o à letra, “no seu absurdo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O que impressiona neste opção é ele (Saramago, ndr) recusar que aquele texto precisa de uma interpretação, de uma leitura simbólica”, declara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Tolentino Mendonça realça que a Bíblia “é um livro de fé, que é lido a partir dessa perspectiva por milhões de pessoas, e ao mesmo tempo um livro de literatura, um superclássico”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido, é necessária “uma compreensão da Bíblia enquanto texto literário para verdadeiramente chegar ao seu sentido”, é preciso “ir à terra do poeta”, como se referia no Vaticano II, perceber que há “um sentido segundo, terceiro, que não se pode ler de forma literal e unívoca, que os géneros literários são para respeitar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sacerdote considera ainda que as declarações de José Saramago sobre Deus e a Bíblia estão muito marcadas pela ideologia do escritor, mais do que por uma tentativa de “recriação profunda das temáticas abordadas nos textos bíblicos”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: Agência Ecclesia (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.agencia.ecclesia.pt/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.agencia.ecclesia.pt&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-4007750814506993665?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4007750814506993665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4007750814506993665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/10/pe-jose-tolentino-de-mendonca-responde.html' title='Pe José Tolentino de Mendonça responde a Saramago'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-1128162271950598844</id><published>2009-10-19T00:29:00.003+01:00</published><updated>2009-10-19T00:51:39.316+01:00</updated><title type='text'>Uma vez mais Saramago!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;"Sobre o livro sagrado, eu costumo dizer: lê a Bíblia e perde a fé!", disse o escritor, numa entrevista concedida à Lusa, a propósito do lançamento mundial do seu novo livro, intitulado Caim, este domingo, em Penafiel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A Bíblia passou mil anos, dezenas de gerações, a ser escrita, mas sempre sob a dominante de um Deus cruel, invejoso e insuportável. É uma loucura!", afirma o Nobel da Literatura de 1998, para quem não existe nada de divino na Bíblia, nem no Corão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o Nobel da Literatura, o seu novo livro não vai escandalizar os católicos, mas admitiu que poderá gerar reacções entre os judeus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Na Igreja Católica não vai causar problemas porque os católicos não lêem a Bíblia, só a hierarquia, e eles não estão para se incomodar com isso. Admito que o livro possa incomodar os judeus, mas isso pouco me importa", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com Caim, Saramago regressa ao tema religioso, contando, em tom irónico e jocoso, a história de Caim, filho primogénito de Adão e Eva, quase duas décadas após o escândalo provocado pela sua obra "O Evangelho segundo Jesus Cristo" (1991).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#333399;"&gt;Uma vez mais, Saramago! Ainda não li o livro ( que está para sair); mas pelas afirmações feitas, nem Saramago percebe nada de Teologia Bíblica, nem muito menos da imagem de Deus que (mesmo) o Antigo Testamento veicula. Na verdade, no A.T., não se pode identificar uma imagem de Deus terrível, mas sim uma imagem da humanidade terrivel! Efectivamente, sendo história de um Povo - o Povo de Israel - não deixa de ser um «retrato» da nossa humanidade! O Deus do Antigo Testamento não é terrivel; ao invés, liberta, ama, salva, como um pai, como uma mãe, como um pastor, como um rei.... Numa coisa Saramago tem razão: o desconhecimento da Bíblia é muito grande! E ele - parece-me - em vez de clarificar a verdade profunda do que o texto bíblico encerra, usa a ignorância para promover a sua obra! Na verdade, as temáticas «contra a religião» ainda vendem! Falta-nos é quem procure a verdade dos factos. E não me parece que Saramago tenha algum interesse em fazê-lo. Estou á espera para ver o que nos propõe como uma narrativa que parte de uma bela «história» (metáfora) da natureza humana. É que, na verdade, a primeira parte dos Génesis sem ser história - no verdadeiro sentido do termo - expressa bem o que é a nossa humanidade: a de ontem e a de hoje!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-1128162271950598844?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1128162271950598844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1128162271950598844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/10/uma-vez-mais-saramago.html' title='Uma vez mais Saramago!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-3200747014217491781</id><published>2009-09-13T14:44:00.004+01:00</published><updated>2009-09-13T15:00:00.885+01:00</updated><title type='text'>Centenário do Nascimento do Senhor Reitor!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sqz6ZWKzz5I/AAAAAAAAAe4/sNkXvtdxd0E/s1600-h/Figueira%2520da%2520Foz%2520-%2520Tomas%2520e%2520Povoa%25204.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 251px; FLOAT: left; HEIGHT: 216px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5380950968155492242" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sqz6ZWKzz5I/AAAAAAAAAe4/sNkXvtdxd0E/s320/Figueira%2520da%2520Foz%2520-%2520Tomas%2520e%2520Povoa%25204.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Ao celebrarmos o centenário do nascimento do Senhor Reitor do Seminário Menor da Figueira da Foz e ao olhar o seu busto no Correio de Coimbra, vem-me à memória a última vez em que o próprio Cónego Tomás Francisco Póvoa o pode olhar. Estava eu ao serviço do Seminário da Figueira e o Senhor Reitor já muito debilitado quando, para o «obrigar» a andar o convidei a ir até ao seu jardim - precisamente aquele onde se situa o seu busto. Com dificuldade, agarrado ao meu braço e à sua bengala, chegou ao jardim, parou frente ao busto, chorou e disse-me: «É a última vez que aqui venho!». Na verdade, continuou a fazer pequenas caminhadas pelo meu braço e, essencialmente, pelo braço das incansáveis empregadas do Seminário, a Senhora Júlia e a Menina Bina, nos corredores da casa do Senhor Bispo; mas voltar ao seu jardim, nunca mais voltou. Algum tempo depois acamava, confinado-se ao seu quarto até à sua partida para o Pai. Nunca mais esquecerei a expressão, a afabilidade e o sentimento de gratidão do Reitor para com os seus alunos - expressa no olhar e na comoção com que reconhecia o preito de amizade e carinho destes, presente naquele busto - o seu! - que pela última vez comtemplaria!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-3200747014217491781?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/3200747014217491781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/3200747014217491781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/09/centenario-do-nascimento-do-senhor.html' title='Centenário do Nascimento do Senhor Reitor!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sqz6ZWKzz5I/AAAAAAAAAe4/sNkXvtdxd0E/s72-c/Figueira%2520da%2520Foz%2520-%2520Tomas%2520e%2520Povoa%25204.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-8416046500962057809</id><published>2009-09-12T01:27:00.003+01:00</published><updated>2009-09-12T01:40:25.291+01:00</updated><title type='text'>Acorrentámos Deus!...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SqrtdBBLncI/AAAAAAAAAew/9OeLwEPFf9c/s1600-h/ex_corrente.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 177px; FLOAT: left; HEIGHT: 208px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5380373787592859074" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SqrtdBBLncI/AAAAAAAAAew/9OeLwEPFf9c/s320/ex_corrente.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Em conversa com algumas pessoas - em que, não raro sobressai a religão - tenho tido a sensação de que institucionalizámos Deus. Ou mais ainda, que O acorrentámos! E isso acontece quando a imagem de Deus que se conhece coincide exactamente com a imagem de Igreja que se detém. Acontece quando nós - homens e mulheres do Sagrado - entendemos que os limites da acção de Deus se configuram com os nosos próprios limites de acção. Quando desejamos que o coração de Deus reaja como o nosso coração. Quando o limite da graça é a nossa última palavra. Pois, mas não: DEUS NÃO ESTÁ ACORRENTADO! E não é, quantas vezes, o que queremos fazer d'Ele, nem tão pouco o seu ser se confunde em absoluto com a instituição Igreja que nos lega. Deus é infinitamente mais (no Mistério do seu Ser, do seu Agir e do seu Acolhimento). Bom seria que muitos irmãos nossos ao querer falar de Deus não se situassem meramente ao nível da Sua Igreja! Que é d'Ele; que é Ele; mas que não o esgota! Vale a pena ver mais longe. Para descobrirmos o Seu verdadeiro rosto! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-8416046500962057809?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/8416046500962057809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/8416046500962057809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/09/acorrentamos-deus.html' title='Acorrentámos Deus!...'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SqrtdBBLncI/AAAAAAAAAew/9OeLwEPFf9c/s72-c/ex_corrente.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-1507682862038722172</id><published>2009-09-08T23:14:00.004+01:00</published><updated>2009-09-08T23:39:44.828+01:00</updated><title type='text'>No Ano Sacerdotal!....</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SqbckKaXQZI/AAAAAAAAAeo/UFYceHUNVx0/s1600-h/Christ_Pantocrator.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 183px; FLOAT: left; HEIGHT: 173px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5379229318768968082" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SqbckKaXQZI/AAAAAAAAAeo/UFYceHUNVx0/s320/Christ_Pantocrator.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Ao procurar inteirar-me do que vai acontecendo no Ano Sacerdotal, e privilegiando a internet como fonte de informação - por ser um meio mais próximo e imediato - tenho-me deparado com algumas entrevistas feitas a alguns sacerdotes. Sem qualquer atitude crítica - quem seria eu para o fazer? - fica-me sempre uma sensação de algum vazio quando, na fundamentação da vocação sacerdotal, se sobrevaloriza a Igreja como instituição, a sua doutrina, a sua conduta, o seu projecto... Não porque discorde, no essencial, com a Igreja! Nada disso! Mas porque uma opção sacerdotal só acontece como fruto de um encontro vivo e profundo com uma Pessoa - Jesus Cristo! Só este encontro é catalizador de vivências, de energias, de disponibilidades para servir a Igreja, tal qual é e como desejamos - legitimamente - que seja! Quando o enfoque se coloca na instituição e não no verdadeiro fundamento - a Pedar Angular - fica-me a sensação de que «falta» alguma coisa. Não porque ajuize dos outros - repito; mas porque para mim esse é um fundamento relativamente débil; um suporte quantas vezes falível. Só Ele - na sua Pessoa e na graça que nos concede - tem a possibilidade de ser o esteio e a força de todos os momentos. Por outro lado, tão pouco o encontro com Cristo é um «dado» adquirido! Ao contrário, pressupõe uma descoberta e uma adesão contínua; um confronto e um acolhimento persistente da Sua Palavra e do Seu Espírito! E esta é a graça maior do Ano Sacerdotal - a convocação de cada sacerdote e, consequentemente, de cada presbitério, para o encontro com o Senhor da Messe, que chama, que confirma e que envia! O Ano Sacerdotal torna-se, então, uma graça inequívoca para cada um, porquanto é uma oportunidade de confirmação do chamamento à missão que um dia se aceitou abraçar!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-1507682862038722172?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1507682862038722172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1507682862038722172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/09/no-ano-sacerdotal.html' title='No Ano Sacerdotal!....'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SqbckKaXQZI/AAAAAAAAAeo/UFYceHUNVx0/s72-c/Christ_Pantocrator.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-368993907541882640</id><published>2009-08-31T01:02:00.004+01:00</published><updated>2009-08-31T01:38:22.870+01:00</updated><title type='text'>Diáconos Permanentes!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SpsaopFTbCI/AAAAAAAAAeg/0q7QmUtj8r0/s1600-h/IMAG0197.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 269px; FLOAT: left; HEIGHT: 195px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5375919865722006562" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SpsaopFTbCI/AAAAAAAAAeg/0q7QmUtj8r0/s320/IMAG0197.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;A propósito da notícia, da Agência Ecclesia, que refere a ordenação de Diáconos Permanentes na Diocese de Aveiro, retomei o livro de Dionisio Boróbio, &lt;em&gt;Ministérios Laicais&lt;/em&gt;, em que o autor, analisando a realidade presente da Igreja, afirma de modo clarividente: &lt;em&gt;Quando a realidade se apresenta na sua crueza, de pouco valem os argumentos da razão, ou os esquemas previamente impostos, ou os modelos legalmente estabelecidos&lt;/em&gt; (1); para logo acrescentar, relativamente à vida das Comunidades: &lt;em&gt;cada Comunidade deve possuir os ministérios que julgar necessários para cumprir a missão que Cristo lhe encomendou, de acordo com as possibilidades e as necessidades concretas.&lt;/em&gt; (2) É certo que o autor se está a referir a uma grande diversidade de ministérios - com enfoque, até, para os Ministérios Laicais. Todavia, no momento presente em que escasseiam as vocações sacerdotais (e a realidade se vai agravar ainda nos próximos tempos), como estamos a responder às necessidades das Comunidades Cristãs? O autor, a este propósito, não deixa de acrescentar também: &lt;em&gt;os padres que há não só estão sobrecarregados de trabalho pastoral como se vêem praticamente obrigados a concentrar-se no cultual-sacerdotal &lt;/em&gt;(3). Além disso, escasseando, não permitem a vivência Eucarística, centro da vida cristã. Por isso - continua o autor - &lt;em&gt;enquanto algumas paróquias ficam sem pastor, muitas pequenas comunidades eclesiais enchem-se de serviços e ministérios e reclamam um novo tipo de ministro&lt;/em&gt; (4).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É verdade que não estamos ainda em condições de repensar o ministério sacerdotal (a hora ainda não chegou); todavia, temos outras formas de responder a algumas das necessidades das nossas Comunidades Cristãs. A ordenação de Diáconos Permanentes (óbviamente, que não só!) é uma dessas formas. Por isso me parece que algumas Dioceses, como Aveiro (uma Diocese relativamente pequena), conseguem ter uma dinâmica de serviço muito mais apurada do que outras. Ao olhar, por exemplo, para esta nossa Diocese de Coimbra, devo dizer que vivo alguma «angústia» face ao futuro - das Comunidades e dos próprios padres! Não teremos nós também de encetar um novo caminho, mais dinâmico, como já há alguns anos soubemos fazer? Na verdade, fomos pioneiros com as Celebrações da Palavra! Como «reagimos» agora às exigências que se nos apresentam? Creio que o Espírito não nos faltará; e que fará surgir respostas novas para tempos novos! De momento, basta que sejamos mais céleres em dinamizar o que é possivel, para que o bem da Igreja, e as suas necessidades, nunca sejam postos em causa!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(1) Dionisio Boróbio, &lt;em&gt;Ministérios Laicais, &lt;/em&gt;Porto, Editorial Perpétuo Socorro, 1991, p. 9.&lt;/div&gt;(2) Ibidem, p. 13.&lt;br /&gt;(3) Ibidem, p. 10.&lt;br /&gt;(4) Ibidem, p. 11.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-368993907541882640?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/368993907541882640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/368993907541882640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/08/diaconos-permanentes.html' title='Diáconos Permanentes!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SpsaopFTbCI/AAAAAAAAAeg/0q7QmUtj8r0/s72-c/IMAG0197.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-3886474099162114007</id><published>2009-07-14T21:53:00.005+01:00</published><updated>2009-07-14T22:39:13.084+01:00</updated><title type='text'>A maior dificuldade pastoral!...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 212px; FLOAT: left; HEIGHT: 187px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358429986650135730" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Slz3rsQVHLI/AAAAAAAAAeY/WSQUIgc-J4k/s320/abraco.jpg" /&gt; Por vezes julgamos que uma das maiores dificuldades pastorais é podermos contar com o número suficiente de pessoas para respondermos aos diversos serviços, próprios de uma Comunidade Cristã. Todavia, essa não é a maior dificuldade - por mais difícil que ela seja! A maior dificuldade pastoral é a capacidade de ajudar as pessoas a harmonizarem temperamentos; modos de entenderem a realidade e de a assumirem; e a serem capazes de construir, com sinceridade, projectos verdadeiramente comuns! Para tanto, algumas atitudes são absolutamente necessárias: em primeiro lugar a aceitação da legítima diferença (cada um é singular no seu ser e no seu agir! E é legítimo que assim seja!); depois, a capacidade de ser frontal, na caridade, não permitindo que os problemas se arrastem indefinidamente (viver a sábia e genuína correcção fraterna!); esta segunda atitude pressupõe uma condição essencialíssima - o verdadeiro diálogo (que não é arrazoado de imprecações, mas capacidade de verdadeira harmonização da diversidade, numa recta capacidade de pôr em comum perspectivas diversas de uma mesma realidade!); por fim, essa capacidade - tão cristã (e, por vezes, tão ausente!) - do perdão! Muitas outras atitudes, possívelmente, serão necessárias para um sério entendimento!... Mas se conseguirmos, todos nós, cristãos, cultivar estas que acabo de considerar, as nossas paróquias tornar-se-ão verdadeiras Comunidades Cristãs! E conseguirão viver, mínimamente, aquilo que São Paulo tão bem nos ensinou - que a caridade é o vínculo da perfeição! (cf. Cl. 3, 14).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para isso, talvez tenhamos de regressar à simplicidade e humildade de crianças, como o Mestre afirmou: «Se não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no Reino dos Céus» (Mt. 18, 3).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;OBS. Se lermos Cl. 3, 12 - 15, aí encontraremos algumas atitudes necessárias, capazes de nos conduzir à perfeição referida pelo Apóstolo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-3886474099162114007?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/3886474099162114007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/3886474099162114007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/07/maior-dificuldade-pastoral.html' title='A maior dificuldade pastoral!...'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Slz3rsQVHLI/AAAAAAAAAeY/WSQUIgc-J4k/s72-c/abraco.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-1011580528039490734</id><published>2009-07-10T23:17:00.003+01:00</published><updated>2009-07-10T23:30:09.481+01:00</updated><title type='text'>Maló Clinic e o Luso!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SlfAil_hwwI/AAAAAAAAAeQ/FEZr_rauITQ/s1600-h/termas+de+luso.bmp"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 243px; FLOAT: left; HEIGHT: 98px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356961982327145218" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SlfAil_hwwI/AAAAAAAAAeQ/FEZr_rauITQ/s320/termas+de+luso.bmp" /&gt;&lt;/a&gt; A Sociedade da Água do Luso anunciou uma parceria com a Malo Clinic para a revitalização e posterior gestão das Termas de Luso, num investimento de três milhões de euros. Malo Clinic – Luso Spa Concept é a designação do projecto.&lt;br /&gt;As duas organizações vão criar uma empresa cujo capital será detido em 51% pela Malo Clinic, e em 49% pela Sociedade da Água do Luso, que passa a ser parceiro no projecto, embora a responsabilidade da gestão fique a cargo da primeira. O prazo de implementação previsto é de 18 meses sendo que o complexo passará a funcionar 12 meses por ano.&lt;br /&gt;O projecto de gestão e exploração das termas assenta em quatro áreas principais: termas, centro médico, fisioterapia, e Spa. Segundo comunicado, o modelo de exploração está agora dependente da aprovação pelo Estado, enquanto concedente da exploração das termas.&lt;br /&gt;A apresentação do projecto decorreu no Luso, no Salão do Casino, tendo sido feita por Alberto da Ponte, Administrador da SAL, e por Paulo Malo, da Malo Clinic.&lt;br /&gt;“Queremos oferecer maior qualidade de vida à comunidade do Luso através da aposta neste projecto de revitalização do destino histórico, que são as Termas de Luso” declarou Alberto da Ponte, Administrador da Sociedade da Água do Luso. “Por esse motivo, tomámos a decisão de nos tornarmos parceiros neste projecto e não apenas concessionários. É com muito orgulho que a Sociedade da Água de Luso, em associação com a Malo Clinic, pretende contribuir para o desenvolvimento da Indústria do Turismo e para o desenvolvimento económico da região, como resposta às novas tendências mundiais da procura turística no segmento de saúde e bem-estar.” – acrescentou.&lt;br /&gt;Para Paulo Malo, Presidente e CEO da Malo Clinic, “esta parceria representa um passo de extrema importância para a nossa estratégia no âmbito do turismo de Saúde. A solidez e dimensão de ambas as empresas vão estar, sem dúvida, patentes no Malo Clinic - Luso Spa Concept, que será certamente um mega-sucesso na dinamização de um conceito totalmente revolucionário ao nível da gestão de saúde.”&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;                                                                                                                                                                                                       01/04/2008&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;                                                                                                                                                                                                           In Turisver&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;A ser assim, julgo que o futuro do Luso é promissor! Tanto mais que o empreendedorismo do Dr. Paulo Maló é profundamente reconhecido! Quem passar pelo sitio oficial da Maló Clinic verá como o seu conceito empresarial se estende já por todo o mundo (América do Norte, América do Sul, Europa, Ásia e África). Espero, e faço votos sinceros, que o investimento desta empresa no Luso seja um verdadeiro sucesso para o Grupo Empresarial e uma alavancagem capaz para estas terras de beleza e bem-estar!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-1011580528039490734?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1011580528039490734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1011580528039490734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/07/malo-clinic-e-o-luso.html' title='Maló Clinic e o Luso!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SlfAil_hwwI/AAAAAAAAAeQ/FEZr_rauITQ/s72-c/termas+de+luso.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-1896065131141225014</id><published>2009-07-02T22:26:00.003+01:00</published><updated>2009-07-02T22:42:38.573+01:00</updated><title type='text'>Governo ou Eleitoralismo?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sk0pkD_R7aI/AAAAAAAAAeI/jV8JzG5Vgi4/s1600-h/Parlamento-IPPAR1.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 209px; FLOAT: left; HEIGHT: 181px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353981231536139682" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sk0pkD_R7aI/AAAAAAAAAeI/jV8JzG5Vgi4/s320/Parlamento-IPPAR1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Hoje, na sequência das notícias da noite, senti-me indignado com as «vergonhosas» imagens do Parlamento Português! E não foi apenas com a atitude do Senhor Ministro da Economia - que se autocondenou com a encenação assumida; foi também com o Senhor Primeiro Ministro e com uma boa diversidade de parlamentares portugueses. As expressões usadas; as atitudes assumidas; o desrespeito mútuo... Vergonhoso! E tudo porquê? Porque estamos em período pré-eleitoral! Não me pareceu em qualquer intervenção efectuada que houvesse uma genuína preocupação com os Portugueses e o estado da Nação! Em discursos mais ou menos «encapotados» todos procuram tirar dividendos a seu favor. Isto é: procuram os interesses de partido e de posse de poder antes do verdadeiro serviço da causa pública! E o que acontece no Parlamento, no Governo e na oposição, transita para as nossas instâncias mais próximas, sejam autarquias, juntas de freguesia, etc, etc... Todo o discurso pende para um interesse particular, para um aumento de margem de «lucro» eleitoral, mesmo que aparentemente muito solícito da causa comum. Razão evidente para dizer que necessitamos de outros políticos! Estes não só não convencem, como enfastiam... Ou, como comecei por intuir: envergonham-nos! E bem gostaria de poder afirmar o contrário!....&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-1896065131141225014?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1896065131141225014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1896065131141225014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/07/governo-ou-eleitoralismo.html' title='Governo ou Eleitoralismo?'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sk0pkD_R7aI/AAAAAAAAAeI/jV8JzG5Vgi4/s72-c/Parlamento-IPPAR1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-4602864473410846993</id><published>2009-06-28T16:01:00.005+01:00</published><updated>2009-06-28T16:39:21.118+01:00</updated><title type='text'>José Saramago e a intolerância religiosa!...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SkeI7OB37zI/AAAAAAAAAeA/rY3h4Y3bJx0/s1600-h/jos%C3%A9+saramago.bmp"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 156px; FLOAT: left; HEIGHT: 161px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5352397233112739634" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SkeI7OB37zI/AAAAAAAAAeA/rY3h4Y3bJx0/s320/jos%C3%A9+saramago.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;É incrível como um homem - culto; prémio nobel; com responsabilidades sociais acrescidas! - que é pretenso paladino da tolerância entre pessoas que constituem a mesma humanidade, consegue ser tão intolerante com os outros, quando partilham vivência espirituais e religiosas diferentes das suas!... É sobretudo curioso como se consegue ser tão contraditório - em nome da tolerância, defende-se o uniformismo, a impossibilidade de se assumir a diferença! Tudo isto vem a propósito da defesa acérrima que o escritor faz do total ateísmo, publicada no JN deste domingo. José Saramago não só defende um mundo completamente ateu, como não deixa de chamar «parasitas da sociedade» aos Bispos, Cardeais e até ao próprio Papa. Que defenda o ateísmo, compreenderei bem - insere-se (julgo!) nas suas mais profundas convicções! Agora, que não seja capaz de assumir que vive num mundo de diferenças ideológicas, religiosas e espirituais... já me custa a aceitar! Com que crédito podemos acolher as suas palavras quando estas se opõem às (más) relações entre religiões? Afinal, não é ele o primeiro a ser intolerante face à convicção dos outros? Ou será ele o iluminado; uma espécie de «messias» do ateísmo? Enfim... fique-nos a sua obra (que respeito quanto ao mérito!...), pois o seu pensamento não me supreende quanto ao conteúdo! Surpreende-me, sim, a sua contradição de discurso!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-4602864473410846993?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4602864473410846993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4602864473410846993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/06/jose-saramago-e-intolerancia-religiosa.html' title='José Saramago e a intolerância religiosa!...'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SkeI7OB37zI/AAAAAAAAAeA/rY3h4Y3bJx0/s72-c/jos%C3%A9+saramago.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-4278700517998920116</id><published>2009-06-18T23:14:00.002+01:00</published><updated>2009-06-19T00:08:40.211+01:00</updated><title type='text'>Celebração da Eucaristia!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SjrF94Z1pBI/AAAAAAAAAd4/OH0cyH3eRWY/s1600-h/eucaristia.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 235px; FLOAT: left; HEIGHT: 181px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5348805174359335954" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SjrF94Z1pBI/AAAAAAAAAd4/OH0cyH3eRWY/s320/eucaristia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Ao passar pelo Youtube, analisando algumas expressões da presença da Igreja na internet, encontrei um video denominado «A Missa do Papa Paulo VI». Outro objectivo não me pareceu ter senão escarnecer da ordenação litúrgica que adveio para a Igreja com o Vaticano II. Aliás, deve esclarecer-se que não existe nenhuma Missa de Paulo VI; existe, sim, a nova ordenação dos ritos litúrgicos definidos no Vaticano II e promulgados no pontificado deste Papa. Sem dúvida que muitos abusos litúrgicos têm ocorrido durante estes mais de quarenta anos após o Concílio. Eu sou o primeiro a reconhecê-lo! Recordo, a título de exemplo, uma celebração em que participei, em França, em 1989, que me deixou perplexo e a interrogar-me sobre a validade do sacramento assim celebrado. A Eucaristia, pela sua natureza, deve revestir-se de beleza, de dignidade, de verdadeira espiritualidade, para ajudar o crente a perceber o Mistério e a dispôr-se a celebrá-lo melhor. Mais ainda, deve revestir-se da dignidade própria que advém do reconhecimento da presença real de Jesus Cristo. Mas querer partir daqui para afirmar que a «única» e «verdadeira» Eucaristia é a que se celebra segundo o rito de São Pio V - anterior ao Vaticano II - é algo que excede toda a minha capacidade de compreensão e de aceitação. Na verdade, a Eucaristia, segundo o novo ordenamento, ganhou em sentido e imprimiu uma nova perspectiva à participação frutuosa dos cristãos. Mais ainda: enquanto expressão por excelência da comunhão entre irmãos no louvor do Único e Eterno Deus, ela expressa a verdadeira comunhão eclesial e é alimento da verdadeira identidade do cristão. Neste sentido, promover a efectiva e frutuosa participação de todos os cristãos na celebração central da sua fé é um dever inalienável da própria Igreja. Assim o refere a &lt;em&gt;Sacrossantum Concilium &lt;/em&gt;do Vaticano II: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;É por isso que a Igreja procura vivamente que os fiéis não assistam a este mistério de fé como estranhos e mudos espectadores, mas que, compreendendo-o bem através dos ritos e orações, participem na acção sagrada consciente, piedosa e animadamente, sejam instruídos na Palavra de Deus, se alimentem à mesa do Corpo do Senhor, dêem graças a Deus; ao oferecerem a hóstia imaculada, não só pelas mãos do sacerdote mas juntamente com ele, aprendam a oferecer-se a si mesmos e, dia após dia, por Cristo Mediador, aperfeiçoem-se na unidade com Deus e entre si, para que finalmente Deus seja tudo em todos. &lt;/em&gt;(S.C. 48)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estranho que nos últimos tempos se vá afirmando, cada vez mais, uma ânsia de regresso ao passado; a um passado que privou desta participação frutuosa de todos os fiéis do dom da Eucaristia, de que nos fala o Concílio, querendo que ela regresse quase em exclusivo à acção do sacerdote. Este recuo -parece-me - seria infidelidade ao Espírito Santo; infidelidade aos direitos dos cristãos; e uma procura de uma nova «mistificação» da pessoa do sacerdote a partir do Mistério Eucarístico. A Eucaristia não é do sacerdote; é da Comunidade! Como o sacerdote não existe para si mesmo, senão para a Comunidade! Não tenhamos a tentação de privar de um &lt;strong&gt;direito fundamental&lt;/strong&gt; cada cristão, que é destinatário, mas também agente e ministro - enquanto comunidade celebrante - da própria Eucaristia, reservando-a para o «espaço restrito» do clero. Seria, da nossa parte - sacerdotes - não apenas um retrocesso, mas uma verdadeira injustiça! Pela minha parte, tenho consciência de tudo fazer - quanto me é possível - para celebrar dignamente os Mistérios de Deus, que na Eucaristia se expressam tão profundamente, na oferta do Corpo e Sangue de Cristo! É um esforço que todos nós, sacerdotes, havemos de fazer! Mesmo até por uma reordenação do serviço pastoral. Havemos de nos questionar se devemos continuar a promover a quantidade ou se a qualidade das nossas celebrações. Peço a Deus, contudo, que não tenhamos a veleidade de reservarmos para nós o que o Senhor tão abundantemente a todos oferece. Espero sinceramente que este Ano Sacerdotal possa ajudar-nos a viver melhor o ministério que nos foi confiado, sem merecimento nenhuma da nossa parte; mas que o vivamos na fidelidade a Deus e aos homens, por quem Cristo, permanentemente, se oferece no Sacrifício Eucarístico!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-4278700517998920116?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4278700517998920116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4278700517998920116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/06/celebrac.html' title='Celebração da Eucaristia!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SjrF94Z1pBI/AAAAAAAAAd4/OH0cyH3eRWY/s72-c/eucaristia.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-4277536671682307170</id><published>2009-06-13T23:50:00.003+01:00</published><updated>2009-06-13T23:56:52.884+01:00</updated><title type='text'>Crise dos padres, uma oportunidade?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SjQudT-3bmI/AAAAAAAAAdw/PtoRIfn7GlM/s1600-h/gd_imager.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 212px; FLOAT: left; HEIGHT: 180px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346949738710658658" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SjQudT-3bmI/AAAAAAAAAdw/PtoRIfn7GlM/s320/gd_imager.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;O papel do padre, em vez de se esboroar, tem-se afirmado com um relevo inédito. Pode mesmo dizer-se que o padre se torna cada vez mais importante. &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por bizarro que possa parecer, tornou-se muito raro ouvir falar da identidade ou da função do Padre na Igreja Católica sem associar imediatamente a palavra crise. Se este termo só muito recentemente entrou na gramática do quotidiano para designar a economia e a sociedade, há muito que ele acompanha a definição da figura e da missão do presbítero. Primeiro, porque as estatísticas desenham uma diminuição das vocações sacerdotais e religiosas que não pode não ter consequências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo, porque o modo como o padre era olhado do exterior também se alterou (o padre detinha um poder simbólico e exercia um magistério social inquestionáveis). E, por fim, e para resumir, a maneira como o Padre olha para si mesmo reflecte também novas interrogações, expectativas e possíveis caminhos. A grande questão é como transformar esta crise, que não é de ontem nem de hoje, numa oportunidade para a perspectivação e vivência deste ministério fundamental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há, num contexto de nem sempre fácil leitura, algumas linhas que vão sublinhando a esperança. Uma delas é a percepção paradoxal de que o papel do padre em vez de se esboroar se tem afirmado com um relevo inédito. Pode mesmo dizer-se que o padre se torna cada vez mais importante na vida dos cristãos e das comunidades. À medida que a visibilidade sociológica do padre parece diminuir, cresce a procura para o diálogo e o confronto da vida, as solicitações para acompanhar pequenos grupos e equipas, para estar presente nos momentos mais variados e em contextos mais íntimos. Lendo alguns sinais deste tipo, vemos emergir três eixos que constituem outros tantos desafios para o Padre de hoje:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. O Padre é chamado a ser cada vez mais um homem da Palavra. Espera-se dele que tenha mergulhado a sua vida e a sua inteligência na Palavra de Deus e possa ser um anunciador, com capacidade de traduzi-la numa linguagem pertinente e actual, agindo com sentido profético e verdadeira sabedoria evangélica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. O Padre é chamado a exercer a paternidade espiritual de modo mais intenso, pela disponibilidade para acolher e acompanhar, sublinhando nos momentos diversos o essencial da esperança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. O Padre é chamado, até por fidelidade à tradição da Igreja, a sondar e a valorizar as novas fronteiras onde o Espírito se revela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                                                                             José Tolentino Mendonça &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;                                                                                                                                                                                 Fonte: Agência Ecclesia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-4277536671682307170?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4277536671682307170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4277536671682307170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/06/crise-dos-padres-uma-oportunidade.html' title='Crise dos padres, uma oportunidade?'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SjQudT-3bmI/AAAAAAAAAdw/PtoRIfn7GlM/s72-c/gd_imager.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-1905055370471458912</id><published>2009-06-06T01:09:00.008+01:00</published><updated>2009-06-06T01:49:29.067+01:00</updated><title type='text'>Preparação para o Matrimónio!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sim5cZPfx-I/AAAAAAAAAdo/Nb_z5ycnQBU/s1600-h/alian%C3%A7as.bmp"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 186px; FLOAT: left; HEIGHT: 141px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5344006330315163618" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sim5cZPfx-I/AAAAAAAAAdo/Nb_z5ycnQBU/s320/alian%C3%A7as.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;Terminámos hoje a 1ª série de Encontros de Preparação para o Matrimónio, no Arciprestado da Mealhada. É grato concluir que os noivos se manifestaram interessados, próximos, dialogantes e afáveis no trato. Sinal disso mesmo foi a permanência da grande maioria dos casais, no final do encontro, em diálogo informal e convívo sereno - a conversa que permite um mais profundo e sereno conhecimento e estabelecimento de relações de amizade. Mas foi igualmente interessante escutar a sua avaliação dos encontros (o primeiro dinamizado pelo Filipe e o segundo por mim, com a participação também de alguns casais da pastoral familiar arciprestal) - a necessidade de mais tempo para aprofundar algumas temáticas; a abertura a posteriores encontros para continuar alguma reflexão; o interesse das temáticas abordadas; etc, etc. Enquanto regressava a casa pensava no dever que temos de proporcionar espaços do género aos jovens noivos e jovens casais. Não podemos deter-nos em impressões que nos levam a julgar que os jovens podem não estar interessados. Estão! Participam! Reflectem! E dão-nos ânimo para continuar! Achei curioso que um casal de noivos tivesse pedido mesmo mais tempo de preparação, pois o tempo de que dispusémos pareceu insuficiente. Sinal bem positivo! Enquanto Igreja, nós temos o dever de celebrar com os noivos o seu matrimónio sacramental. Mas temos, &lt;strong&gt;igualmente&lt;/strong&gt;, o dever de reflectir com eles; de propor caminhos; de aprofundar escolhas; de abrir espaço à compreensão dos direirtos e deveres da família; de aprofundar a sua importância na Sociedade e na Igreja; e, essencialmente, de os ajudar a perceber o que distingue o matrimónio cristão de outras opções de vivência conjunta. Para tal, temos de empenhar cada vez mais os casais; temos de responsabilizar todos os agentes pastorais, a começar pelos sacerdotes. É que não basta falar da importância da família: temos de ser nós a promovê-la! E tão pouco basta que avaliemos os nossos jovens pela sua maior ou menor capacidade de assumir compromissos no tempo e na cultura hodierna! É nosso dever caminhar com eles! É nosso dever animá-los na opção que escolheram! E não se trata apenas de um dever pastoral; trata-se, também, de uma forma de vivência da Igreja que é comunhão e comunhão no Amor! Mais: este bem pode ser um espaço para viver sinceramente a caridade cristã! Olhando cada rosto, cada casal de noivos (daqueles doze casais iniciais e catorze hoje) não será caridade cristã sentir que podemos - mais ou menos - contribuir para uma vivência mais rica do ponto de vista humano, no compromisso cristão, no compromisso social e, essencialmente, na felicidade de cada um? Prouvera a Deus que sim! Que as nossas palavras possam ser um contributo para seu e nosso bem!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De realçar ainda a preocupação dos casais da pastoral familiar em levar alguns bolos e algumas bedidas, o que nos permitiu permanecer em convívio por algum tempo. É que as relações de amizade, de confiança e de proximidade constroem-se, quantas vezes, deste modo!... E foi bom estarmos juntos em serena conversação sobre vivências, projectos, expectativas... Num espaço em que cada um pode falar de si! A «cumplicidade» faz-se muita vezes assim!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-1905055370471458912?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1905055370471458912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1905055370471458912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/06/preparacao-para-o-matrimonio.html' title='Preparação para o Matrimónio!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sim5cZPfx-I/AAAAAAAAAdo/Nb_z5ycnQBU/s72-c/alian%C3%A7as.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-4278622702113295006</id><published>2009-05-26T23:03:00.005+01:00</published><updated>2009-05-26T23:22:17.781+01:00</updated><title type='text'>Ano Sacerdotal!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/ShxqnMFz_qI/AAAAAAAAAdg/n9s9_9VFMBI/s1600-h/2908270_w74Ry.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 195px; FLOAT: left; HEIGHT: 145px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340260479647612578" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/ShxqnMFz_qI/AAAAAAAAAdg/n9s9_9VFMBI/s320/2908270_w74Ry.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Prestes a iniciarmos um «Ano Sacerdotal», instituído pelo Papa Bento XVI, por ocasião da celebração dos 150 anos da morte de S. João Maria Vianney, o Santo Cura d'Ars, julgo que esta será uma óptima oportunidade para (re)pensar aspectos essenciais da vida sacerdotal. Sem os desenvolver agora, não deixo de referir alguns:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. A identidade do sacerdote;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. A espiritualidade sacerdotal;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. A formação teológica do sacerdote e sua contínua reactualização:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Os novos desafios da prática pastoral, como resposta ao «hoje» da Igreja e do Mundo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. A pertença a um Presbitério;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Novos caminhos para a comunhão e serviço presbiteral;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Pastoral vocacional em ordem ao exercício do Ministério Ordenado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cada um deste campos será, por certo, motivo profundo de reflexão. Espero eu próprio fazê-la ao longo do ano, porventura partilhando-a aqui. Julgo que este será um momento excepcional de graça para os sacerdotes e para a Igreja. Tanto mais que ser padre, hoje, nos lança desafios tão profundos quanto renovados - na linguagem, no estilo de vida, na comunhão sacerdotal, na capacidade de resposta às inquietações do homem hodierno... Em suma, na capacidade de no aqui e agora - como noutros tempos! - sermos as «actuais» testemunhas de Cristo Bom Pastor!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-4278622702113295006?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4278622702113295006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4278622702113295006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/05/ano-sacerdotal.html' title='Ano Sacerdotal!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/ShxqnMFz_qI/AAAAAAAAAdg/n9s9_9VFMBI/s72-c/2908270_w74Ry.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-4503667897360409923</id><published>2009-05-25T15:32:00.002+01:00</published><updated>2009-05-25T15:50:03.166+01:00</updated><title type='text'>Obrigado à abstenção!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/ShqwBZJatQI/AAAAAAAAAdY/Kh82o7Xaxyo/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 167px; FLOAT: left; HEIGHT: 127px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339773846177887490" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/ShqwBZJatQI/AAAAAAAAAdY/Kh82o7Xaxyo/s320/untitled.bmp" /&gt;&lt;/a&gt; É curioso como o nosso sistema eleitoral ainda obriga alguns cidadãos a abster-se de votar em alguns dos actos eleitorais. Será esta a minha situação - que me indigna! - no próximo dia 7 de Junho. Na verdade, eu mantenho residência oficial em Águas Belas - Ferreira do Zêzere; mas, por dever de trabalho, resido habitualmente no Luso. Tendo contactado os serviços respectivos da «Direcção Geral da Administração Interna», é-me confirmado que apenas posso votar no espaço de residência oficial! Reserva-se o voto antecipado apenas para um conjunto muito restrito de actividades profissionais, onde não se encaixa a minha situação pessoal. Ora, mantendo residência oficial num espaço que me é habitual e não num outro que, de momento, me é necessário; impossibilitado de me deslocar - por razões de disponibilidade de tempo - à minha mesa de voto; impossibilitado de votar antecipadamente; resta a alternativa: &lt;strong&gt;não votar&lt;/strong&gt;! E eu constato como é curioso este sistema. A proposta que me é feita seria a de alterar a minha residência. Mas como hoje estou aqui e amanhã não estarei, julgo que não devo proceder a tal alteração. Conclusão: porque tenho a (in) felicidade de ser padre - e, portanto, de «trabalhar» ao domingo - apenas voto quando tiver tempo livre para me deslocar! De resto, esta questão dos padres poderá ser semelhante a muitas outras actividades!... O direito de cidadania fica assim limitado! Tanto mais que quando foram marcadas as eleições já eu tinha agenda feita para aquele dia! Não seria de avançar - de vez! - com um sistema de voto electrónico e que as pessoas votassem onde se encontram? Já que tanto temos avançado em termos de informatização de serviços, porque não informatizar esta valorização da cidadania? Fica aqui o meu reparo!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-4503667897360409923?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4503667897360409923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4503667897360409923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/05/obrigado-abstencao.html' title='Obrigado à abstenção!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/ShqwBZJatQI/AAAAAAAAAdY/Kh82o7Xaxyo/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-4135278401139771719</id><published>2009-05-12T00:26:00.004+01:00</published><updated>2009-05-12T00:46:58.220+01:00</updated><title type='text'>A Catequese!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sgi4xRT9w1I/AAAAAAAAAdQ/FsYKKgQ9SvM/s1600-h/sem+tÃ&amp;shy;tulo.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5334716915220595538" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 245px; CURSOR: hand; HEIGHT: 183px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sgi4xRT9w1I/AAAAAAAAAdQ/FsYKKgQ9SvM/s320/sem+t%C3%ADtulo.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Entre os muitos «problemas» que a Catequese enfrenta nos dias de hoje, parece-me que o fundamental é o facto de se pretender fazer «Mistagogia» sem que exista um verdadeiro «primeiro anúncio». Na verdade, a Catequese continua a pressupôr a intervenção dos pais como agentes desta primeira evangelização, reservando-se, depois, para a compreensão dos grandes mistérios da fé. Ora, como hoje os pais não realizam este primeiro anúncio, ou o realizam com particular dificuldade, a Catequese falha a sua orientação! Necessitamos, portanto, de rever todo o processo. A Catequese tem de inserir na sua dinâmica um espaço de claro e inequívoco primeiro anúncio, que seja preparação para a clebração dos sacramentos e verdadeira conversão à vida cristã. Só depois poderá continuar a desenvolver-se, esclarecendo todas as componentes desta mesma vivência. Não será certamente por acaso que o Arcebispo de Évora, D. José Alves, desafia a Igreja em Portugal a repensar o processo catequético, de modo a que ele forme na fé, insira na comunidade e, igualmente, insira na prática sacramental. É que a falta de prática sacramental é uma evidência desta falha - sem prática sacramental não há verdadeira vida cristã; não há conversão; não há consciência de se ser discípulo. Todos nós conclímos que a nossa Catequese forma teóricamente (quando forma!...), mas não existencialmente. Necesitamos de inverter este processo!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-4135278401139771719?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4135278401139771719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4135278401139771719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/05/catequese.html' title='A Catequese!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sgi4xRT9w1I/AAAAAAAAAdQ/FsYKKgQ9SvM/s72-c/sem+t%C3%ADtulo.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-6740935291639787061</id><published>2009-04-28T23:24:00.008+01:00</published><updated>2009-04-28T23:38:40.717+01:00</updated><title type='text'>D. Nuno Álavares Pereira – Apontamentos de Roma.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SfeD6BpiCjI/AAAAAAAAAdI/L9UpgVrNmbQ/s1600-h/20090426_nuno.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329873716914555442" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 179px; CURSOR: hand; HEIGHT: 249px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SfeD6BpiCjI/AAAAAAAAAdI/L9UpgVrNmbQ/s320/20090426_nuno.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Neste Domingo que passou, como muitos outros Portugueses, pude participar em Roma na Canonização de D. Nuno de Santa Maria Álvares Pereira, o Condestável que se tornou «frade donato», para se dedicar totalmente «ao serviço do Senhor, de Maria – a sua terna Padroeira que sempre venerou –, e dos pobres, nos quais reconhece o rosto de Jesus»&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8453153626578202476#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;. Foi uma experiência rica de espiritualidade, de comunhão eclesial e de comunhão presbiteral, já que tive a graça de, com muitos outros sacerdotes, estar no serviço de distribuição da comunhão, o que me permitiu viver mais intimamente toda a celebração Eucarística presidida pelo Papa.&lt;br /&gt;Um conjunto de reflexões me foram surgindo, antes, durante e depois da celebração. Desde logo, as minhas motivações pessoais para me encontrar ali; depois, a participação portuguesa em Roma – tão entusiástica, reconhecida, e claramente feliz com tão significativo acontecimento; e ainda as atitudes expressas por alguns meios de comunicação social, relativamente a um acontecimento que nos deveria mobilizar muito mais profundamente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;1. As minhas razões pessoais talvez sejam, no contexto deste artigo, as que menos peso têm. Todavia, não posso deixar de considerar que foi importante para mim participar na Canonização de um homem que marca indelevelmente a nossa identidade; que é capaz de abandonar todos os seus bens para, numa atitude de extrema humildade servir os mais pobres dos pobres; e que, ainda por cima, é natural – muito provavelmente – de um espaço que me é tão próximo fisicamente. Acrescendo ainda que a freguesia que me viu nascer foi pertença de seu meio-irmão, Rodrigo, que veio a constituir a linhagem dos morgados de Águas Belas. Também aqui nos faz bem sentirmos a «santidade próxima», pois que evidencia esse convite que a Lúmen Gentium do Vaticano II a todos dirige: o convite universal à santidade!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2. Interessante foi a participação portuguesa: cerca de dois mil concidadãos congregados em Roma para celebrar o mesmo acontecimento. Certamente – pelos testemunhos que se puderam recolher – não apenas para celebrar a história, numa figura do passado; mas sim para celebrar a história que, enquanto ciência do passado, lança desafios ao presente e ao futuro. É assim com o Santo Condestável: distante de nós no tempo, é mais que contemporâneo nos desafios que nos lança à vivência de uma séria e profunda identidade cristã. E os portugueses têm consciência disso. De resto, esta poderá ser uma óptima oportunidade para fazer catequese sobre os grandes desafios que nos lança o compromisso da fé, partindo de tão notável testemunho. O Papa referiu-o bem, quando, sem descuidar o enquadramento histórico da sua vida e acção, soube apresentá-lo como modelo de espiritualidade e de serviço ao bem comum, capaz de nos interpelar no hoje da vivência da fé – num mundo que necessita de redescobrir a espiritualidade e de promover, de modo mais decidido, esse mesmo bem comum.&lt;br /&gt;Certamente que esta vivência de tantos concidadãos, expressa na sua alegria e entusiasmo, há-de dar frutos no tempo que se aproxima.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;3. Não pude deixar de registar, contudo, algumas reacções da «elite» política e intelectual deste país, que precederam a Canonização. Tais reacções foram – ainda que de modo não muito expressivo – veiculadas por alguns meios de comunicação. Eu próprio expressava assim a minha admiração em mensagem a alguns amigos: «Há uma contestação dos senhores laicos à Canonização de D. Nuno Álvares Pereira que é impressionante. Aliás, bacoca! Se são laicos, porque os incomoda tanto a Canonização deste Santo Português?». Enfim, não me detenho aqui na oposição que parece persistir relativamente a tudo o que vem da Igreja Católica – de maior, ou menor valor para a sociedade portuguesa! Não deixei de considerar como curioso um artigo de tal natureza bem patente num semanário que, nesta semana, contestava a censura, enquadrada no contexto das celebrações do 25 de Abril (Visão nº 482, 23 a 29 de Abril de 2009). Se é certo que o artigo apenas fazia notícia, não deixou de me questionar a exclusiva publicação da «polémica». E o resto? E os outros cidadãos? E o valor simbólico do reconhecimento de um português, mesmo que não numa perspectiva de fé? Não serão dignos de notícia? E porque não a representação a mais alto nível – a representação de Estado? Não foi Nuno Álvares Pereira, ele mesmo, um cidadão que exerceu funções de Estado ao mesmo nível? De resto, num período tão conturbado da nossa história e da nossa independência!... Representação ao mais alto nível não era apenas – como foi – um direito do Estado Português; era também um claro dever! Por vezes fica-me a dúvida se, porventura, alguns destes senhores pensam que o Estado Português apenas surgiu com a República?!.... Pois; mas não: Portugal é uma realidade dinâmica, na qual se congregaram muitos esforços para a erguer como Nação! E o Santo Condestável foi dessas forças maiores! Aliás, Portugal antes da República conta com cerca de oito séculos de história. Construímos na continuidade e não na oposição! Somos o que nos legaram e devemos fazer jus a essa herança!&lt;br /&gt;Se porventura fosse uma personalidade de reconhecida afirmação «laica» bradar-se-ia se as autoridades se não fizessem representar; mas como era uma figura da Igreja, ainda que de reconhecida acção política, minimiza-se! Naturalmente que não peço fé aos governantes – cada um saberá de si! -; mas peço, sim, responsabilidade cívica e política! Por isso a representação do Presidente da República, da Assembleia e das Forças Armadas, fizeram jus ao seu dever! Se, por coincidência de datas, proclamamos a liberdade; se a temos como valor adquirido; se a queremos promover; não coloquemos mordaças aos outros, quando as não queremos para nós! É o mínimo de bom senso. Aliás, uma verdadeira liberdade aceita a diversidade enquanto afirmação de uma séria e madura democracia! Também neste sentido a figura de Álvares Pereira é um desafio à verdade, à coerência, ao respeito pelos outros e pelas suas opções!&lt;br /&gt;Na verdade, muitas são as lições que havemos de recolher deste Homem, deste Estadista, deste Cristão, deste Frade, deste Santo. Sem reservas, que cada um de nós se deixe interpelar por ele. Certamente nem tudo está dito! Pelo contrário: muito terá ainda para nos ensinar!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Pe. Carlos Alberto da Graça Godinho&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8453153626578202476#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; “Nuno Álvares Pereira”, Canonizzazione, [Guia da Celebração], Piazza San Pietro. 26 de Aprile 2009, p. 30.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-6740935291639787061?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/6740935291639787061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/6740935291639787061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/04/d-nuno-alavares-pereira-apontamentos-de.html' title='D. Nuno Álavares Pereira – Apontamentos de Roma.'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SfeD6BpiCjI/AAAAAAAAAdI/L9UpgVrNmbQ/s72-c/20090426_nuno.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-2492846419461153995</id><published>2009-04-27T23:41:00.005+01:00</published><updated>2009-04-28T01:51:55.972+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Imagem do Jornal Público'/><title type='text'>Canonização de D. Nuno Álvares Pereira</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SfZS6pVwcRI/AAAAAAAAAdA/R_Uul3WsbD8/s1600-h/265796.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329538376522559762" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 257px; CURSOR: hand; HEIGHT: 165px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SfZS6pVwcRI/AAAAAAAAAdA/R_Uul3WsbD8/s320/265796.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Acabo de chegar de Roma, onde participei na Canonização de D. Nuno de Santa Maria Álvares Pereira. Foi uma experiência gratificante participar nesta celebração que nos diz tanto - pelo modelo de vida, pela proximidade identitária, pela nossa história, etc... Se é verdade que o que me moveu a ir a Roma foi, em boa parte, o facto de o Santo Condestável ter (muito provávelmente) raízes pelo nascimento próximas das minhas e de família na terra que me viu nascer; sem dúvida que a sua capacidade de deixar tudo para se dedicar à oração e ao serviço dos pobres, após ter atingido os mais altos reconhecimentos do Reino que era o seu, numa extrema humildade, tem um significado bem real - enquanto modelo - para os dias de hoje. O Papa referiu-o bem na sua homilia (curiosamente feita em portugês, quando se referiu a São Nuno). Dizia, entre outras considerações, que este é um modelo para um mundo que tanto carece do aprofundamento da vida espiritual. Sobre a intervenção Papal (que muitos puderam ouvir pelos meios de comunicação), vários aspectos há a salientar, mas que reservo para outros momentos. A mim, pessoalmente, fez-me muito bem este «retiro» no Vaticano. Se é certo que a multidão - como é normal - estava presente nos vários espaços (multidão de que eu fiz parte em vários momentos); também é verdade que consegui ter espaços de recolhimento pessoal (mesmo no meio dessa mesma multidão). A Capela do Santíssimo, a Capela da Reconciliação, conservam-se como lugares de alguma interioridade em plena Basílica de São Pedro. Mas também é possível o recolhimento junto ao túmulo do Papa João XXIII, apesar da contínua passagem de visitantes. Foi para mim um momento de grande doçura este, junto do túmulo do Bom Papa. Outro momento marcante, para mim e para tanta gente que ali vi recolher-se, foi a passagem junto do túmulo do Papa João Paulo II. Pude passar ali em duas ocasiões. Quer numa, quer noutra, sentia-se que junto àquele túmulo se deixava a atitude de simples visitante para assumir a atitude de peregrino. A tendência era mesmo prolongar a presença no local, pelo que estavam permanentemente funcionários do Vaticano a assegurar que as pessoas circulavam. Mas foi pssível - para mim e para muito outros - recolher-me num espaço paralelo ao da passagem e ficar alguns momentos em silêncio. Mas, de todos os momentos, deter-me numa das Capelas de celebração, diante do Sacrário, enquanto alguns Bispos, seminaristas (julgo que o seriam) e acólitos cantavam as Vésperas de Domingo, foi outro momento de profundo descanso espiritual; aquela sensação de abandono ao Amor que não nos abandona!... E de Lhe podermos confiar a vida - a nossa, a dos que nos são caros, dos nossos paroquianos e vida das Paróquias, da Igreja Diocesana e Universal, as vocações... e a vida de tantos que se recomendam à nossa oração sacerdotal e fraterna!...&lt;br /&gt;Sem dúvida que outro privilégio foi celebrar com o Santo Padre e em comunhão com toda a Igreja. Tive a possibilidade de, com muitos outros sacerdotes, ficar ao serviço da distribuição da Eucaristia. Para tal fomos colocados na escadaria próxima da Cátedra do Santo Padre. Mais que o privilégio, a comunhão eclesial! Nem a propósito, do meu lado direito ficou um padre francês - Padre Yves - que tinha acabado de conhecer na Basílica de São Pedro, enquanto nos preparavamos para a celebração, padre de grande afabilidade e espírito de comunhão sacerdotal; do meu lado esquerdo, um dos meus mestres de espiritualidade em Coimbra, o Padre Jesuíta Alberto Brito, agora ao serviço da Companhia de Jesus em Roma. «Como o mundo é pequeno», dizia-me. E é verdade! Curioso é que para poder servir ao altar tive de adquirir batina. Também isto não deixa de ter o seu quê de interessante, embora possa parecer jocoso. Foi necessário regressar a Roma, doze anos depois da primeira vez, e mais de dezassete após a minha ordenação, para adquirir a minha primeira batina. E acabo por perceber, contra qualquer tese de extremo, «nem sempre, nem nunca»! Aliás, ali entendia-se verdadeiramente a sua necessidade de acordo com o serviço prestado. De pouco me valeu levar túnica, pois, admitido ao serviço do altar, sem veste talar tal não seria possível. E é curioso como o serviço é tão cuidadosamente organizado, com eficiência, simplicidade e afabilidade. A atitude do ainda jovem sacerdote cerimoniário, que orientou a nossa participação, foi disto mesmo um exemplo - sem ostentação, conseguiu cativar pela autoridade simples; sem dureza, pela afabilidade; sem artificialismo, pela competência; organizou o serviço de tantos padres que, como eu, provinham de vários espaços (embora no dia de ontem mais italianos e portugueses do que de qualquer outra nacionalidade, o que é compreensível, uma vez que foram canonizados quatro beatos italianos e um português). Enfim... neste primeiro apontamento deixo aqui algumas impressões interiores e experiências vividas que se podem tornar construtivas para os que, comigo, partilham este espaço. Esta é simplesmente uma partilha familiar. Fica-me um desejo - que desta vez não concretizei! -, que é o de poder reunir um conjunto de cristãos das comunidades que me estão confiadas, e mesmo de outras, e podermos fazer, em comunhão, esta bela experiência de Igreja. Quem sabe se o futuro, que é de Deus, no-lo não virá a permitir!?....&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pe. Carlos Alberto Godinho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-2492846419461153995?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/2492846419461153995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/2492846419461153995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/04/canonizacao-de-d-nuno-alvares-pereira.html' title='Canonização de D. Nuno Álvares Pereira'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SfZS6pVwcRI/AAAAAAAAAdA/R_Uul3WsbD8/s72-c/265796.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-1227198442962272865</id><published>2009-04-20T16:58:00.009+01:00</published><updated>2009-04-21T00:35:48.214+01:00</updated><title type='text'>A Igreja e a Sexualidade!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sey6fF8wECI/AAAAAAAAAco/u2o1om-w77Y/s1600-h/sexualidade.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5326837502608150562" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 194px; CURSOR: hand; HEIGHT: 186px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sey6fF8wECI/AAAAAAAAAco/u2o1om-w77Y/s320/sexualidade.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A questão do uso, ou não, do preservativo, na sequência das palavras do Papa Bento XVI e agora do Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa, têm agudizado uma questão que parece extremar cada vez mais posições. O saldo final não será, por certo, tão positivo quanto seria desejável, pois, de parte a parte, não há diálogo, mas sim afirmação de antagonismos - a Igreja usa uma linguagem distante da vida das pessoas, para falar das suas orientações; e o «mundo» de hoje distancia-se cada vez mais da visão da Igreja, que apelida não só de conservadora, mas igualmente de prejudicial para o bem estar dessas mesmas pessoas. De algum modo, como ouvia ontem, chega a apelidar-se a Igreja de «criminosa» quanto à questão do uso ou não do preservativo. Neste diálogo (que o não é, pois que a distâncias se aumentam) importa considerar alguns aspectos: 1. O que é a sexualidade e qual a sua função?; 2. Como propor princípios morais aos homens do nosso tempo?; 3. A necessidade de estabelecer pontos de convergência e não de divergência no diálogo Igreja-Mundo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1. O que é a sexualidade e qual a sua função?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em primeiro lugar, a sexualidade é um elemento constitutivo da pessoa humana. É muito mais que a genitalidade; é sim «a construtora silenciosa e eficaz do organismo diferenciado do homem e da mulher, a causa profunda das extraordinárias diferenças psíquicas entre eles». (1) A sexualidade designa «o conjunto de elementos marcados pela nossa condição sexual específica». (2) A sexualidade constitui uma dimensão fundamental do ser humano, que «inspira» toda a sua vida do nascimento até à morte. (3)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ora, devemos considerar que, numa visão redutora, sexualidade se confunde não raro com genitalidade. (4) E este é o perigo do tempo presente - reduzir a sexualidade a acto genital. Tomar consciência da sexualidade, em sentido profundo, significa, em primeira e última instância, tomar consciência da construção da pessoa humana. Estes têm sido elementos de clivagem entre a sociedade moderna e a Igreja, seja na construção de um modelo de educação sexual, seja no uso de anticonceptivos, etc, etc... Todavia, também não podemos esquecer que a sexualidade compreende a «genitalidade», precisamente pela diferenciação orgânica (5) e que, por isso, existe uma tendência unitiva entre as partes distintas. Ora, inserir a genitalidade numa sã e profunda construção da pessoa, na abertura ao outro, enquanto verdadeiro diálogo de pessoas, capaz de de se tornar um dom recíproco, é o caminho para a construção de cada um, como verdadeiro ser humano. É neste sentido, também, que a união sexual se torna um dom de si mesmo ao outro, permitindo abrir-se à verdadeira comunhão e à promoção da vida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enfim, sobre a sexualidade e a sua riqueza não falta abundante literatura para quem quiser aprofundar o seu significado e a sua compreensão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;2. Como propor princípios morais aos homens do nosso tempo?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Numa sociedade como a nossa, marcada por algumas visões reducionistas da sexualidade, de que parece não querer abdicar, questiono-me se o papel da Igreja deverá ser o do confronto ou o da iluminação. Óbviamente que opto pelo segundo. A Igreja não só não deve persistir num discurso hermético que extrema posições, mas deve abrir-se à discussão, ao verdadeiro diálogo, que permita iluminar este tempo com o seu pensamento (com essa visão personalista da sexualidade humana). Persistir noutra atitude significa agravar as clivagens de pensamento que se vão desenhando nos tempos que correm. Assim, nem a Igreja vive a sua missão, nem o homem do nosso tempo pode contar com a sua sábia doutrina, capaz de iluminar e humanizar uma realidade tão sensível na construção da pessoa humana. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por outro lado, a Igreja não pode ficar cativa de «preconceitos» relativos à sexualidade. Tem de tomar consciência que fala para homens e mulheres com experiências e vivências diferentes, que não se compadecem - quantas vezes - com as propostas «ideais». A este nível, recordo o padre Franciscano Bernardino Banhos, quando refere que o «perfeccionismo» na abordagem da sexualidade poderá ser altamente prejudicial. É dele a seguinte afirmação: «Pretendem que caminhemos para a perfeição o que está muito certo, mas únicamente pela via do perfeito, o que é simplesmente desastroso». (6) Ora, a Igreja, sem abdicar das suas mais profundas convicções, da sua doutrina iluminadora, tem de saber dialogar com o homem concreto - com cada homem em situação. E neste sentido, havemos de dizer - sob pena de hipocrisia - que a par de casais com uma vida sexual estável, existem outros onde acontecem as «infidelidades»; que existem orientações sexuais que tendem a procurar parceiros diferentes; que existem pessoas com vivências sexuais promíscuas... A diversidade de vivências é grande e a procura da satisfação da genitalidade nem sempre se compadece com o ideal da vivência da fidelidade a um só parceiro. Não estou com isto a afirmar, de modo algum, qualquer complacência da Igreja relativamente a estas formas de vivência da sexualidade. Estou, isso sim, a dizer, que a Igreja acolhe no seu seio muita gente que vive esta diversidade na procura da vivência da sua genitalidade. Persisitir num discurso para o perfeito - que é dever de iluminação -, sem atender ao real, é distanciar-se cada vez mais da vida das pessoas concretas a quem somos enviados. E é aqui que se há-de inscrever este acolhimento necessário; e é aqui, também, que se hão-de equacionar os bens maiores e os males menores. E eu pergunto: o que é o preservativo em comparação com a vida humana? Nada! Simplesmente nada! É um elemento que, se tiver de ser utilizado para salvaguardar um bem maior, é de obrigação moral! Fica claro que não é o ideal para um relacionamento, nem tão pouco a resposta «plena» a todos os males que possam advir de uma sexualidade porventura mal orientada. Mas é, inequivocamente, um mal menor - aí ouçamos a comunidade científica - relativamente à profilaxia de problemas graves que possam advir destas vivências da sexualidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Parece-me que a Igreja tem de ser menos rígida na «malha de obrigações proibitivas» (7) e dialogar com a sociedade que, por seu turno, faz da sexualidade, quantas vezes, um produto de simples consumo. (8) Tanto mais que este é um aspecto elucidativo, em que notamos a persistente tentativa de controle social por parte da Igreja e a respectiva reacção libertadora da sua tutela, por parte da sociedade hodierna. Na verdade, este bem pode ser o aspecto crucial das clivagens que se vão agravando: por um lado a Igreja propondo formas de controle excessivas, com posturas «proíbitivas»; por outro, a sociedade procurando libertar-se da tutela da Igreja, como forma de reacção a uma estrutra «paternalista». &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acresceria ainda um diálogo necessário sobre as visões da sexualidade partilhadas pela Igreja e pelo mundo moderno. E este seria outro filão que era necessário explorar, mas que não acabe abordar aqui, no espaço deste artigo. Direi apenas, na senda de Autiero, que a Igreja não dispõe de um «magistério da sexualidade» isolado do «nexo sexualidade-matrimónio» (9). Não será - humildemente o digo - um tempo oportuno, para aprofundar esta problemática no seio da Igreja? Sobretudo quando a libertação sexual parece ter assumido contornos de uma nova «revolução» dos tempos hodiernos?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sem dúvida que importa insistir numa sexualidade centrada na pessoa e não no simples acto. E este é o grande contributo da Igreja, numa sociedade cada vez mais secularizada, que tem necessidade de não se afastar da própria Igreja, mas de a escutar em questões tão sensíveis da realização humana, sem paternalismos, mas como «companheira» de viagem no caminho da verdadeira construção da pessoa humana.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;3. A necessidade de estabelecer pontos de convergência no diálogo Igreja-Mundo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O nosso tempo necessita mais da pontos de encontro, de convergências, do que de divergências estéreis de pensamento. Tal não significa unanimismo, nem tão pouco uma atitude de abdicação de convicções profundas. Significa, isso sim, capacidade de sincero e verdadeiro diálogo. E parece-me que para assumir esta atitude, o primeiro passo será a capacidade de escutar o outro - de o escutar na sua realidade profunda, para depois lhe responder de modo eficaz. Esta tem de ser a atitude da Igreja: escutar o mundo de hoje com profundidade, para então lhe responder com a sua solicitude; de uma forma positiva e construtiva; e nunca de uma forma distanciada, ou, porventura, meramente «dogmática». Precisamos, cada vez mais, de estabelecer pontos de contacto e não formas de radicalização dos discursos. Bem sei que a questão não se coloca apenas do lado da Igreja: é necessário que os seus interlocutores queiram dialogar sériamente, sem preconceitos, acolhendo diferenças num mundo de pluralidade de opiniões. É necessário que, de parte a parte, exista um verdadeiro sentido «democrático», entendido este na sua dimensão mais lata, enquanto pressuposto para a expressão diversidade de opiniões. Ora, bem sabemos que o verdadeiro diálogo parece estar truncado por preconceitos, por intencionalidades, por unilateralidades de afirmação de opções. Como lidar com tudo isto? É aqui que a Igreja hoje, e cada vez mais, tem de de definir uma verdadeira «estratégia« de comunicação. As afirmações do Papa, e agora do Cardeal Patriarca, ainda que reafirmando o pensamento da Igreja sobre esta temática, criaram mais distanciamento do que esclarecimento. É curioso ver como até homens e mulheres simples do povo, que connosco se cruzam na rua, não deixam de tecer críticas à Igreja por uma forma de pensamento. Porquê? Porque a Igreja perdeu a razão? Certamente que não! Essencialmente porque a Igreja tem dificuldade em fazer passar a sua mensagem. E não tenhamos dúvidas: surte muito mais efeito o minuto da notícia de Telejornal, do que a meia dúzia de homilias proferidas nas nossas Igrejas. Em termos de opinião pública sabemos que é assim! Daí a necessidade de «saber dizer». Não de ocultar a convicção; mas de saber dizer aquilo em que se crê de modo a que não se permita a sua distorção. Sem dúvida que, quer o Papa, quer os nossos Bispos - que têm de ser interventivos - deveriam rodear-se de verdadeiros peritos da comunicação. E, sobretudo, sabendo que se um modo de dizer algo pode inverter o sentido do que se pretendeu afirmar, então saber usar as estratégias próprias para que a verdadeira mensagem seja veículada. Não sei se os meios de comunicação obedecerão a uma estratégia de «aniquilação» do pensamento da Igreja. Não quero cair neste maniqueísmo. Mas a verdade é que o que passa para a opinião pública é apenas o problemático, o «reactivo», e não o construtivo. Veja-se - e aí o Senhor Cardeal Patriarca tem razão - o que aconteceu com os discursos do Papa em África: parece que tudo se resumiu ao preservativo, quando o Papa disse infinitamente mais, no conteúdo e na sua abordagem global das relações humanas, do que aquilo que constituiu esta relativamente simples intervenção. É necessária uma verdadeira estratégia de comunicação para a Igreja. Bem sei que pode ser difícil, nestes tempos que são os nossos; mas é urgente! É que a palavra continua a ser esse elemento incontornável da acção da Igreja. Ela foi chamada a anunciar a Palavra e por meio da palavra. Neste ano paulino, talvez tenhamos de aprender com este Apóstolo o uso da palavra, para responder às reticências, às oposições, mas também aos desejos mais profundos e sublimes dos homens do nosso tempo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(1) Pe. Bernardino Banhos, &lt;em&gt;Sexo e Sexto - Psicologia e Graça&lt;/em&gt;, Coimbra, Gráfica de Coimbra, 1972, p. 25.&lt;br /&gt;(2) André Alsteens, &lt;em&gt;Diálogo e Sexualidade&lt;/em&gt;, 2ª ed., Sacavém, Edições Paulistas, 1981, p. 16.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(3) Cf. Ibidem, p. 16.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(4) Cf. Ibidem, p. 16.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(5) Cf. Ibidem, p. 17.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(6) Pe. Bernardino Banhos, o.c., p. 17.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(7) A. Autiero, voc. Sexualidade, AA.VV, &lt;em&gt;Dicionário de Teologia Moral,&lt;/em&gt; São Paulo, Editorial Paulus, 1997, p. 1146.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(8) Cf. Ibidem, p. 1146.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(9) Ibidem p. 1149.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pe. Carlos Alberto da Graça Godinho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-1227198442962272865?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1227198442962272865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1227198442962272865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/04/igreja-e-sexualidade.html' title='A Igreja e a Sexualidade!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sey6fF8wECI/AAAAAAAAAco/u2o1om-w77Y/s72-c/sexualidade.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-8860855466255854294</id><published>2009-04-19T17:50:00.005+01:00</published><updated>2009-04-19T18:05:18.543+01:00</updated><title type='text'>Papa em avaliação!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SetYfDx3FGI/AAAAAAAAAcg/82T7_5ECY78/s1600-h/bento_xvi_inicio.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5326448274909369442" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 182px; CURSOR: hand; HEIGHT: 265px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SetYfDx3FGI/AAAAAAAAAcg/82T7_5ECY78/s320/bento_xvi_inicio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Não me «colando» a qualquer visão aqui afirmada, deixo, neste espaço, a avaliação cabal e profissional de três Jornalistas sobre os quatro anos de Pontificado de Bento XVI. O Papa Bento XVI completa hoje, dia 19 de Abril, quatro anos de Pontificado. Ele que completou, no passado dia 16 deste mesmo mês, 82 anos de idade. Acima de tudo, pedimos a Deus que o abençoe e ajude neste tempo que lança tantos desafios à vida da Igreja. Que o seu Pontificado possa corresponder à vontade de Deus e ao verdadeiro serviço à pessoa humana.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Pe. Carlos Alberto Godinho&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Análise de profissionais da comunicação social aos quatro anos de pontificado aborda a principais dimensões da missão assumida por Bento XVI.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Bento XVI assinala este Domingo quatro anos de pontificado. Para os avaliar, a Agência ECCLESIA ouviu a opinião de jornalistas que, em diferentes órgãos de comunicação social, acompanham a actualidade religiosa nacional e internacional.&lt;br /&gt;O último ano do pontificado de Bento XVI, a marca que este Papa deixará na Igreja Católica, a gestão de questões mediáticas e a solidão do Papa são questões analisadas por António Marujo, jornalista do jornal «Público», Henrique Matos, jornalista do programa Ecclesia, e Paulo Agostinho, da Agência Lusa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Politicamente (in)correcto&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Um Papa em “contraciclo”. Henrique Matos aponta uma pessoa que refuta o “pensamento do politicamente correcto que nos marca os dias, e que gera uma mentalidade incapaz de assumir posições definitivas ou apontar valores como itinerários a seguir”. Bento XVI, afirma, “substituiu as virtudes mediáticas do seu antecessor por uma postura humilde e uma sabedoria vasta e incómoda”. Este último ano de pontificado serviu para sublinhar um estilo e uma estratégia pastoral. Bento XVI opta por fazer “uma pausa na intervenção social e por falar mais ad intra, catequizar, convidar os crentes a um aprofundamento da fé que professam, e que o façam com o coração mas também com a razão”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;António Marujo aponta a vontade de aproximação à Fraternidade Sacerdotal São Pio X (FSSPX) e a má recepção mediática da viagem a África como dois acontecimentos marcantes deste último ano de pontificado. Este jornalista do «Público» questiona a intenção do Papa de uma “falsa unidade a todo o custo”. “Custa-me entender este desejo obsessivo de unidade com quem há tanto tempo não está, manifestamente, interessado nela. A unidade faz-se na diversidade, sim, mas na aceitação do fundamental do Evangelho. Parece-me que os argumentos da FSSPX têm pouco a ver com esse fundamento”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;António Marujo reflecte ainda sobre o que chama ser “uma obsessão”: a recusa do preservativo e dos meios de contracepção “artificiais”, “que ainda se mantém na Igreja apenas porque, no processo de redacção da Humanae Vitae, triunfaram as pressões de alguns cardeais da Cúria sobre o bom senso dos teólogos, médicos e casais que participavam na comissão”. O impacto que causado pelas declarações do Papa remete, segundo António Marujo, para outra questão: “há um preconceito mediático gravíssimo contra Bento XVI. Porque uma coisa é aceitar o preservativo como anticoncepcional, outra é saber se ele resolve o problema da sida em África. E, neste aspecto, há especialistas que dizem que o Papa tem razão”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalista do «Público» recorda ainda as etapas “muito positivas” que foram as viagens aos Estados Unidos e a França, em 2008. “A primeira pelo encontro com as vítimas dos abusos sexuais de membros do clero. A segunda pela reflexão sobre a laicidade, importante reflexão sobre o lugar da Igreja em sociedades democráticas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Agostinho esperava deste pontificado a continuidade do “discurso de modernidade” do anterior. Ao contrário, “o discurso cristalizou-se e os sinais de abertura ao mundo têm sido frágeis num momento em que a Igreja mais precisa de estar no mundo”. O jornalista da Lusa é da opinião que no “período de crise, como o que estamos a viver, não sentimos da parte do Papa aquele sinal de esperança de que os católicos e o mundo precisa. Com esse distanciamento face aos problemas, os esforços de muitas comunidades eclesiais e o papel empenhado de muitos católicos acaba por ser ignorado pela maioria dos homens e o progressivo abandono dos crentes acentua-se”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para a História&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para António Marujo, jornalista do jornal «Público», é ainda prematuro analisar a marca que Bento XVI deixa na história da Igreja, apontado no entanto um primeiro traço. “O valor que o Papa dá ao diálogo entre a fé e a razão é um aspecto importante do seu pontificado. Num tempo em que a fé tem de ser cada vez mais esclarecida, deve ser destacado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Agostinho acentua também essa prioridade de Bento XVI em “recentrar as preocupações com a fé. Tem-se consolidado muitas questões teológicos essenciais, procurando reduzir ao seu contexto grandes questões mundanas de vivência da fé”. O jornalista da Lusa lamenta, no entanto, que não se façam mais esforços por concretizar o Concílio Vaticano II. “Este Papado, até pelo actual contexto histórico, pode ser uma das últimas grandes oportunidades de um diálogo inter-religioso e ecuménico profícuo”, refere.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Henrique Matos afirma que a história mostrará que o pontificado de Bento XVI foi um tempo de “paragem e introspecção”. “Um momento de descoberta do sagrado e da valorização do espiritual numa Igreja que durante décadas se esgotou no assistencialismo”. “Bento XVI é o Papa que convida a sentar e a escutar, que desafia à humildade e propõe o amor como arma poderosa. É um pontificado em que a Igreja reforça a sua dimensão de imutabilidade numa cultura do volátil”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Líder na Cúria Romana&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sobre as renovações da Cúria Romana, Henrique Matos aponta uma “internacionalização”, procurando uma representação dos continentes que actualmente são “os pulmões do cristianismo como é o caso da África ou da América”, com uma tónica comum: a da formação teológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já António Marujo afirma que a renovação “não se tem notado”. Este jornalista preconiza uma renovação mais “internacional e mais abrangente”. Leigos, teólogos, bispos, responsáveis de movimentos, devem ser chamados a participar nos processos de decisão, adianta o jornalista do «Público, para quem a Igreja “deve ser cada vez mais uma comunhão de comunidades e menos instituição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Agostinho refere que “a maior parte das renovações reforçam o peso de uma maneira muito especial de ver o mundo – a romana – em vez de se privilegiar quem tem feito um trabalho pastoral activo no mundo. Mas, apesar disso, existem algumas escolhas que me merecem alguma confiança para o futuro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pontificado mediático&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Paulo Agostinho fala em “caos” quando em causa está a avaliação da gestão mediática neste pontificado. Sustentando que “o púlpito de Roma deveria ser um palco tão importante como a Casa Branca ou as Nações Unidas”, o jornalista da lusa refere que “a Igreja tem de saber e querer comunicar com o mundo. Mas isso não está a suceder, seja nas dioceses, seja em Roma. Existe uma arrogância de certeza canónica sobre as questões do mundo que choca depois com os problemas da realidade. E a eficácia argumentativa e de persuasão que a Igreja deveria ter fica apenas reduzida a mais um grupo de pressão ou um lóbi de circunstância. Não há uma estratégia. E a postura pessoal do Papa não ajuda a que este cenário se inverta. É taciturno, reservado. Tudo o contrário daquilo que deve ser um grande comunicador de massas no mundo moderno”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Henrique Matos, os meios de comunicação actualmente, olham mais “à forma que ao conteúdo e quando olham para este último, contentam-se com uma parcela, ‘a que mais interessa’, para o sucesso da notícia”. O discurso de Ratisbona, a referência ao preservativo na viagem para África são exemplos recordados pelo jornalista do programa Ecclesia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A relação da Igreja com a sociedade é um diálogo muito abrangente, que passa em primeiro lugar pela acção do Espírito, pelo testemunho de vida dos cristãos e pelos seus gestos solidários. Bem mais ténue é o impacto gerado pela comunicação social… que por vezes parece arrumar tudo na mesma gaveta, o deslize do Papa e a gafe do ministro, antecipando logo, o fim da religião para o primeiro e a derrota nas eleições para o segundo”, refere.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na gestão da comunicação, António Marujo sustenta a necessidade de promover discursos positivos, que evidenciem o que a Igreja faz, por exemplo na prevenção da SIDA. Isto apesar do “preconceito mediático” que “tende a ignorar estas posições, sobrevalorizando afirmações como aquela do preservativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Papa sozinho&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;“Um Papa está sempre sozinho. O Vaticano não é uma democracia”. Uma opinião que Paulo Agostinho explica: “a gestão de um aparelho burocrático tão intenso como o de Roma obriga a que qualquer decisão tenha de ser partilhada. Por isso, não acredito que Bento XVI esteja sozinha. O problema é que, seja pelo feitio ou pela falta de colaboradores activos, isso seja uma aparência que para muitos é uma realidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;António Marujo é da opinião que, “pelo menos, o processo de decisão parece mais solitário. Os cardeais eram chamados semanalmente por João Paulo II e, pelos vistos, isso ainda não aconteceu em quatro anos de pontificado”. A questão principal neste âmbito é, no entanto, “o alargamento dos processos de decisão na Igreja”, sublinha António Marujo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Henrique Matos refere que “não estando com todos, não estará certamente só” e que “o Papa é Bento XVI e muitos ainda o encaram como o Cardeal Ratzinguer”. O jornalista do Programa Ecclesia afirma que “este é um Papa da transição, quererá arrumar a casa para que a próxima escolha do conclave apresente à Igreja alguém mais novo e com a energia para rasgar um caminho mais ousado. Até lá a ponte entre Deus e a Sua Igreja é garantida por Bento XVI que ainda recentemente afirmou ter a agenda demasiado preenchida para que se possa sentir só”. &lt;/p&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;In &lt;a href="http://www.ecclesia.pt/"&gt;http://www.ecclesia.pt/&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-8860855466255854294?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/8860855466255854294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/8860855466255854294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/04/nao-me-colando-qualquer-visao-aqui.html' title='Papa em avaliação!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SetYfDx3FGI/AAAAAAAAAcg/82T7_5ECY78/s72-c/bento_xvi_inicio.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-5231155949310634436</id><published>2009-04-18T00:32:00.009+01:00</published><updated>2009-04-18T11:43:33.136+01:00</updated><title type='text'>Os Álvares Pereira e Águas Belas!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SekbmS0yx4I/AAAAAAAAAcQ/Z7RewMmSahM/s1600-h/Ã¡guas+belas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325818379044571010" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 211px; CURSOR: hand; HEIGHT: 162px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SekbmS0yx4I/AAAAAAAAAcQ/Z7RewMmSahM/s320/%C3%A1guas+belas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Já há algum tempo escrevia aqui sobre algum relacionamento familiar de D. Nuno Álvares Pereira com a minha freguesia de origem - Águas Belas. Esse relacionamento advém do facto de o Santo Condestável ser meio irmão de D. Rodrigo Álvares Pereira, ambos filhos de D. Álvaro Gonçalves Pereira, Prior do Crato.&lt;br /&gt;Efectivamente, D. Rodrigo Álvares Pereira, legitimado pelo Rei D. Pedro a 26 de Agosto de 1357, foi constituido pelo seu tutor, Álvaro Fernandes, escudeiro do Infante D. Pedro, a 6 de Setembro de 1356, morgado da Quinta de Orjais e de Águs Belas (Ferreira do Zêzere), com todas as dependências, senhorio, couto, honra, jurisdição e padroado da igreja. (1) A instituição do morgado de Águas Belas viria a ser confirmada por D. Pedro, a 20 de Maio de 1361. (2)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acrescem ainda outros senhorios que lhe foram doados, agora por D. Fernando, a 14 de Dezembro de 1375, como as vilas de Sousel, Vila Nova, Vila Ruiva, e as azenhas de Anhalouro e de Bamlhequero, no termo de Estremoz. (3)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Relativamente a Águas Belas o mesmo atesta o excerto seguinte:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«A história desta localidade anda de braço dado com a da fundação da nacionalidade e com as principais famílias do Reino, daí que num documento datado de 1222 encontramos já uma referência, quiçá a mais remota que se conhece, a "abas de aquabela" o que nos permite concluir não só da antiguidade deste povoado como da existência de um representante do clero nos seus limites geográficos.&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;Já no século XIV, mais concretamente em 6 de Setembro de 1356, El Rei institui um Morgado de Aguas Belas entregando-o ao fidalgo Rodrigo Alvares Pereira, irmão daquele que viria mais tarde a ser o Condestável do Reino e filhos ambos de Alvaro Gonçalves Pereira.» (4)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ora, D. Rodrigo torna-se assim o primeiro senhor de Águas Belas; sucedendo-lhe depois Álvaro Pereira, Galiote Pereira, João Pereira, Rui Pereira, sendo posteriormente integrado na Coroa, uma vez que Rui Pereira não teve descendentes. Todavia, Violante Pereira contesta esta decisão, tendo ganho a posse do morgado de Águas Belas que passou para as mãos de seu filho. Violante Pereira havia casado com Francisco Sodré, que viria a morrer na Índia. (5) Deste casamento advém o nome dos Sodré Pereira, que continuaram a ser os senhores de Águas Belas. (6)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;D. Rodrigo, que lutou ao lado de D. João I, o Mestre de Avis, na defesa de Lisboa contra os castelhanos e no cerco de Torres Novas, viria a ser aprisionado na sequência desta última batalha, e libertado em Santarém, quando esta cidade voltou à posse de Coroa Portuguesa. Todavia, fruto de algumas «desinteligências», viria a morrer em Castela, perdendo algumas mercês. (7)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ora, aqui está toda uma realidade histórica que religa a minha «pátria» à memória da família Álvares Pereira. Desde miúdo ouvia falar da Quinta dos Pereira, na chamada Águas Belas velha, sem saber deste relacionamento familiar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sekb53on-GI/AAAAAAAAAcY/dM9jWm3dZbE/s1600-h/Nuno+Alvares+Pereira.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325818715343157346" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 186px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sekb53on-GI/AAAAAAAAAcY/dM9jWm3dZbE/s320/Nuno+Alvares+Pereira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Aqui está também uma razão, que por si só, legitima esta vontade indómita de participar na canonização de D. Nuno. Certamente acrescida de muitas outras: a sua santidade - deste santo Português -; a sua intima relação com nossa identidade; a sua capacidade de se desprover de tudo para abraçar o «bem maior»; e, mesmo, a sua relação com a Ordem do Carmelo, que me faz ligá-lo espiritualmente àqueles que, mais tarde, apenas no século XVII, povoaram e renovaram a bela Mata do Buçaco - a Ordem dos Carmelitas. Por tudo isto, participar num momento tão significativo da nossa memória, da nossa identidade e da nossa espiritualidade, torna-se para mim um dom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(1) Sérgio Sodré, &lt;a href="http://www.geneall.net/"&gt;www.geneall.net&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(2) Ibidem&lt;br /&gt;(3) Ibidem&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(4) &lt;a href="http://www.distritosdeportugal.com/santarem/aguas_be..."&gt;www.distritosdeportugal.com/santarem/aguas_be...&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(5) Sérgio Sodré, &lt;a href="http://www.geneall.net/"&gt;www.geneall.net&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(6) Ibidem&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(7) Ibidem&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vide também &lt;a href="http://www.geneall.net/"&gt;http://www.geneall.net/&lt;/a&gt; (Rodrigo Álvares Pereira e D. Nuno Álvares Pereira)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-5231155949310634436?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/5231155949310634436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/5231155949310634436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/04/os-alvares-pereira-e-aguas-belas.html' title='Os Álvares Pereira e Águas Belas!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SekbmS0yx4I/AAAAAAAAAcQ/Z7RewMmSahM/s72-c/%C3%A1guas+belas.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-558273287480649315</id><published>2009-04-14T20:05:00.004+01:00</published><updated>2009-04-14T20:54:11.054+01:00</updated><title type='text'>Igreja: regresso às origens!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SeTlxetIYEI/AAAAAAAAAcI/3WGXGdYdAwc/s1600-h/chirho.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5324633297677475906" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 212px; CURSOR: hand; HEIGHT: 189px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SeTlxetIYEI/AAAAAAAAAcI/3WGXGdYdAwc/s320/chirho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Detendo-me algum tempo numa pesquisa sobre a Igreja, na Internet, constatei que nela encontramos uma multiplicidade de artigos, opiniões e comentários sobre a «crise da Igreja». Muitos afirmam que ela provém da infiltração do «modernismo» no seu próprio seio. Há mesmo quem chegue a afirmar que o maior problema da Igreja é a sua «falta de paternidade». Alguém ainda, numa crítica ao Vaticano II, considerava este Concílio o «culpado» do momento presente, já que este foi um «concílio atípico», como ali se escrevia. Fiquei estupefacto com o conjunto de artigos que apelam a um regresso ao exercício do poder, a um certo «triunfalismo», a uma atitude muito mais jurídica do que carismática - mais centrada no exercício da lei do que na graça, que a Igreja é chamada a anunciar e a celebrar. No meu interior, duas questões se formulavam: porquê este regresso ao «triunfalismo»? Que atitudes ou que realidades têm fundamentado esta ânsia de afirmação mais consentânea com a ala conservadora da Igreja? E não hesito em responder, mesmo que correndo o risco de ser simplista: a incapacidade de a Igreja continuar a trilhar o caminho que definiu para si própria - uma Igreja de Comunhão, de verdadeira Colegialidade, de promoção de uma participação igual de todos os fiéis, como consequência de uma mesma dignidade baptismal, como advoga a &lt;em&gt;Lumen Gentium &lt;/em&gt;do Vaticano II! O Pontificado de Bento XVI poderá vir em auxilio desta visão conservadora, que com tanta força se vai manifestando no novo areópago da comunicação. As suas tomadas de posição - nomeadamente em relação aos mais tradicionalistas; ou, mormente, no levantamento da excomunhão dos bispos «lefebvrianos», como são conhecidos; a sua concepção «monárquica» da Igreja, com uma perspectiva centralizadora; o seu regresso ao rito litúrgico do pré Vaticano II; a forma como se apresenta, não raro ostentando alguns sinais de regresso ao passado no uso de alguma indumentária papal; certamente que dão um tom muito próprio a este Pontificado. Ora, num mundo marcado por uma mudança célere, que cada vez menos parece identificar-se com esta «visão da Igreja», fica-me a preocupação interior: até que ponto estamos, ou não, a ser fiéis à missão que nos cabe - que outra não é senão evangelizar cada tempo -, numa atitude de convergência com o tempo que é o nosso? Óbviamente que entendendo «convergência» não como aceitação irreflectida de todas as propostas da pós-modernidade em que vivemos (tantas vezes vazia de sentido!), mas numa atitude de verdadeiro diálogo com o presente. Dá-me a sensação que perante desafios tão profundos, como estes que o presente nos coloca, a Igreja se escuda num conjunto de sinais que nos fazem regressar ao passado!... Inequivocamente, a Igreja, na hora presente tem de fazer um sincero «aggiornamento»: assumir esta hora e suas preocupações e responder-lhes com actualidade, com determinação, com confiança; mas apenas baseada na força da Palavra e no dinamismo do Espírito que a torna actual. Neste sentido, a Igreja tem de regressar ao passado, sim; não ao passado mais recente (que aqui compreendemos, de modo alargado, como os últimos cinco séculos), mas sim ao passado mais distante, o da primeira geração da Igreja - à Igreja das origens, dos apóstolos, dos padres... Isso: aos primeiros séculos. Inequivocamente aqueles que maior luz lançam sobre a nossa realidade presente e nos permitem iluminá-la com o verdadeiro «esplendor da verdade»!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-558273287480649315?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/558273287480649315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/558273287480649315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/04/igreja-regresso-as-origens.html' title='Igreja: regresso às origens!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SeTlxetIYEI/AAAAAAAAAcI/3WGXGdYdAwc/s72-c/chirho.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-5207843183135109078</id><published>2009-04-14T13:45:00.005+01:00</published><updated>2009-04-14T13:56:25.913+01:00</updated><title type='text'>A causa da Crise na Igreja è a infidelidade ao Vaticano II e o medo das reformas.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SeSHTAfoK6I/AAAAAAAAAcA/VUIGa6YK5XI/s1600-h/vaticano.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5324529420078689186" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 255px; CURSOR: hand; HEIGHT: 164px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SeSHTAfoK6I/AAAAAAAAAcA/VUIGa6YK5XI/s320/vaticano.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Cerca de 300 teólogos e responsáveis de comunidades de base (dentre eles, &lt;a href="http://unisinos.br/ihu/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=17790"&gt;Juan José Tamayo&lt;/a&gt;, Imanol Zubero, Evaristo Villar, Juan Masiá e &lt;a href="http://unisinos.br/ihu/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=5884"&gt;Juan Antonio Estrada&lt;/a&gt;) assinaram um documento intitulado "Frente à crise eclesial", em que constatam a "perda de credibilidade da instituição eclesial", cuja "causa principal é a infidelidade ao &lt;a href="http://unisinos.br/ihu/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=20617"&gt;Vaticano II&lt;/a&gt; e o medo frente às reformas que ele exigia da Igreja".&lt;br /&gt;A reportagem é do sítio Religión Digital, 08-04-2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto.&lt;br /&gt;Eles exigem "a urgente reforma do entorno papal", denunciam a "incapacidade para escutar" da hierarquia e a "dupla atitude de mão estendida a posturas muito próximas da extrema direita autoritária (mesmo que sejam infiéis ao evangelho e inclusive atéias) e de golpes sem misericórdia contra todas as posturas afins à liberdade evangélica".&lt;br /&gt;Eis o documento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Frente à crise eclesial&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Somos conscientes de que este escrito é um procedimento extraordinário, mas parece-nos também que é extraordinária a causa que o motiva: a perda de credibilidade da instituição católica, que, em boa parte, é justificada e que os meios de comunicação já converteram em oficial, está alcançando cotas preocupantes. Esse descrédito pode servir de desculpa para muitos que não querem crer, mas é também causa de dor e de perplexidade para muitos crentes. Principalmente a eles nos dirigimos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;1. A Igreja foi definida desde antigamente como santa e pecadora, "casta prostituta". Crises graves nunca faltaram em sua história, e a atual pode doer-nos, mas não nos surpreender. Toda crise é sempre uma oportunidade de crescimento, se soubermos, nesses momentos, "não nos envergonhar do Evangelho" e amar a nossa mãe. Sabendo que o amor a uma mãe doente não consiste em negar ou dissimular a sua enfermidade, mas em sofrer com ela e por ela. Se desejamos uma Igreja melhor não é para militar no clube dos melhores, mas porque o evangelho de Deus em Jesus Cristo a merece.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;2. Não há aqui espaço para longas análises, mas parece claro que a causa principal da crise é a infidelidade ao Vaticano II e o medo frente às reformas que ele exigia da Igreja. Ainda durante o Concílio, fizeram-se duríssimas críticas à cúria romana. Mais tarde, Paulo VI tentou colocar em marcha uma reforma dessa cúria, que esta mesma bloqueou. Depois, é muito fácil converter um papa em bode expiatório das falhas da Cúria. Por isso, preferimos expressar daqui a nossa solidariedade a Bento XVI, em nível pessoal e apesar das diferenças que possam existir em níveis ideológicos: porque sabemos que os papas não são mais do que pobres homens como todos nós, que não devem ser divinizados. E que, se algum erro grave foi cometido em todos os pontificados anteriores, foi precisamente o fato de deixar bloqueada essa urgente reforma do entorno papal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;3. Uma das consequências desse bloqueio é o injusto poder da cúria romana sobre o colégio episcopal, que deriva em uma série de nomeações de bispos à margem das igrejas locais e que busca não os pastores que cada igreja necessita, mas peões fiéis que defendam os interesses do poder central e não os do povo de Deus.&lt;br /&gt;Isso tem consequências cada vez mais perceptíveis: uma delas é a dupla atitude de mão estendida a posturas muito próximas da extrema direita autoritária (mesmo que sejam infiéis ao evangelho e inclusive atéias) e de golpes sem misericórdia contra todas as posturas afins à liberdade evangélica, à fraternidade cristã e à igualdade entre todos os filhos e filhas de Deus, tão clamorosamente negada hoje. Outra consequência é a incapacidade para escutar, o que faz com que a instituição esteja cometendo ridículos maiores do que os do caso Galileu (pois este, ainda que tivesse razão em sua intuição sobre o movimento dos astros, não a tinha em seus argumentos; enquanto que hoje a ciência parece administrar dados que a Cúria prefere desconhecer: por exemplo, em problemas referentes ao início e ao fim da vida). Vê-se assim a proclamada síntese entre fé e razão colocada em suspeita.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;4. Mais além dos diagnósticos, queríamos ajudar com atitudes de fé animosa e paciente para essas horas escuras do catolicismo romano. Deus é maior do que a instituição eclesial, e a alegria que brota do Evangelho capacita até para carregar esses pesos mortos. Não vamos romper com a Igreja, nem que tenhamos que suportar as iras de parte da sua hierarquia.&lt;br /&gt;&lt;a name="volta"&gt;&lt;/a&gt;Mas tememos a lição que a história nos deixou: as duas vezes em que o clamor por uma reforma da Igreja foi universal e não ouvido por Roma estão relacionadas com as duas grandes rupturas do cristianismo: a de Fócio [1] e a de Lutero. Isso não significa que a ruptura fosse legítima: só queremos dizer que as cordas não podem ser muito estendidas. Também não vamos romper porque a Igreja a que amamos é muito mais do que a cúria romana: sabemos bem que apenas há infernos nesta terra onde não se destaque a presença calada de missionários ou de cristãos que dão ao mundo o verdadeiro rosto da Igreja.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;5. Durante grande parte de sua história, a Igreja foi uma plataforma de palavra livre. Hoje, ninguém acreditaria que um santo tão amável como Antônio de Pádua pudesse pregar publicamente que, enquanto Cristo tinha dito "apascenta minhas ovelhas", os bispos de sua época se dedicavam a ordenhá-las ou a tosquiá-las. Nem que o místico São Bernardo escrevesse ao papa que ele não parecia sucessor de Pedro, mas sim deConstantino, para continuar perguntando: "São Pedro ou São Paulo faziam isso? Mas já vês como o zelo dos eclesiásticos é abundante para defender a sua dignidade". E terminar dizendo: "Se indignam contra mim e mandam eu calar a boca, dizendo que um monge não tem por que julgar os bispos. Mas eu preferiria fechar os olhos para não ver o que eu vejo"... Precisamente comentando esse tipo de palavras, o papa atual escrevia em 1962 (em um artigo intitulado "Liberdade de espírito e obediência"): "É sinal de que os tempos melhoraram se os teólogos de hoje não se atrevem a falar dessa forma? Ou é um sinal de que o amor diminuiu, que se tornou apático e já não se atreve a correr o risco da dor pela amada e para ela?".&lt;br /&gt;Assim gostaríamos de falar: não nos sentimos superiores, pois conhecemos bem, em nós mesmo, qual é a profundidade do pecado humano. A Escritura, falando dos grandes profetas, ensina que o seu destino não é o protagonismo, mas sim a incompreensão; e frente a isso nos obrigam as palavras do apóstolo Paulo: "Se nos ultrajam, bendiremos, se nos perseguem, aguentaremos, se nos difamam, rogaremos". Mas nos sentimos chamados a gritar, porque também ali há uma imprecação impressionante que tememos que tenha aplicação em nosso momento atual: "Por vossa causa, o nome de Deus é blasfemado entre as gentes!".&lt;br /&gt;Com os olhos "fixos em Jesus, autor e consumador da fé", sabemos que podemos superar esses momentos duros sem perder a paciência nem o bom humor num o amor para com todos, incluindo aqueles cujo governo pastoral nos sentimos obrigados a criticar. Esse é o testemunho que gostaríamos de dar com estas linhas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Notas:&lt;br /&gt;&lt;a name="nota"&gt;&lt;/a&gt;1. Fócio (820-891) é tido como um dos mentores do Grande Cisma do Oriente, que separou a Igreja Ortodoxa da Igreja Católica. Fócio queria obter o mesmo reconhecimento e primazia do papa, no que foi criticado pelo Ocidente. Em correspondência mantida com Roma, dizia que "se o papa determinasse que apenas uma igreja da Itália reverenciasse seu nome, o papa seria reverenciado em todas as igrejas do Oriente", proposta inaceitável e que indispôs entre si a Igreja Latina e os Patriarcado de Constantinopla. Posteriormente essa crise foi subjugada com a deposição se Fócio, mas as feridas na unidade da Igreja permaneceram e foram se intensificando, até o Grande Cisma de 1054 d.C., quando da ruptura definitiva entre Roma e Constantinopla.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-5207843183135109078?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/5207843183135109078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/5207843183135109078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/04/causa-da-crise-na-igreja-e-infidelidade.html' title='A causa da Crise na Igreja è a infidelidade ao Vaticano II e o medo das reformas.'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SeSHTAfoK6I/AAAAAAAAAcA/VUIGa6YK5XI/s72-c/vaticano.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-3154072844850160992</id><published>2009-04-04T01:49:00.003+01:00</published><updated>2009-04-04T02:07:45.147+01:00</updated><title type='text'>Problemas de Linguagem? Ou incapacidade de aceitar a diferença?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A questão do uso ou não do preservativo, como elemento profilático na prevenção da Sida, tem gerado uma excessiva controvérsia. Agora é o parlamento Belga quem aprova uma «resolução» na qual pede ao governo que «condene as afirmações feitas por Bento XVI», na sua viagem para África. Efectivamente, o Papa reafirmou a perspectiva humanizadora da sexualidade, de acordo com o pensamento da Igreja. Naturalmente, que estamos perante o «ideal», a perspectiva da resposta mais adequada à vivência da sexualidade. Todavia, a Igreja não pode deixar de olhar com compaixão para as realidades concretas, sabendo - sem perder os ideais - apontar caminhos que possam conduzir à opção pelos bens maiores. Neste sentido, a vida será sempre um bem maior; e optar por ela é um dever - que a Igreja proclama e promove. Neste sentido, o uso do preservativo é, óbviamente, um mal menor. Talvez o modo de comunicar necessite de ser revisto - sem deixar de afirmar os ideiais, responder às pessoas em concreto. Por outro lado, é confrangedor o modo como os meios de comunicação veículam as notícias. Nada é enquadrado no seu contexto; não há espaço para a reflexão; para uma abordagem séria das realidades!... Tudo parece reduzir-se ao «slogan», ao imediato, ao truncado... Precisamos de reacertar todos as nossas linguagens - a igreja falando ao homem concreto, em circunstâncias concretas; a comunicação social, assumindo um papel mais sério e criterioso na abordagem das problemáticas que nos faz chegar. Tudo a bem da pessoa humana. Sem interesses parciais, mas sim na busca da verdade - a única que nos convém!&lt;/div&gt;                                                                                                                            &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Carlos Alberto G. Godinho&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-3154072844850160992?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/3154072844850160992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/3154072844850160992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/04/problemas-de-linguagem-ou-incapacidade.html' title='Problemas de Linguagem? Ou incapacidade de aceitar a diferença?'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-8839551036947919972</id><published>2009-03-28T22:27:00.006Z</published><updated>2009-03-28T22:34:18.842Z</updated><title type='text'>Bispo de Viseu admite preservativo ( e outras questões!)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5318369589400389202" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 165px; CURSOR: hand; HEIGHT: 190px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sc6k9rBzRlI/AAAAAAAAAb4/2ax04iNeolc/s320/ilidio.jpg" border="0" /&gt;Causou algum escândalo a afirmação do Papa, várias vezes repetida como tese da Igreja, de que o preservativo não é a solução para o combate ao vírus da SIDA. Que queriam que ele dissesse? Afirmando que sim, banalizava o valor, o sentido e a vivência da sexualidade, enquanto dimensão do ser humano, centro, símbolo e expressão das relações profundas da pessoa, a viver no amor, na fidelidade (confiança recíproca), na estabilidade e na responsabilidade.&lt;br /&gt;O Papa, quando fala da SIDA ou de outros aspectos da vida humana, não pode fazer doutrina para situações individuais e casos concretos. Neste caso, para relações entre uma pessoa infectada e outra que pode ser afectada com a doença. Nestes casos, quando a pessoa infectada não prescinde das relações e induz o(a) parceiro(a) (conhecedor ou não da doença) à relação, há obrigação moral de se prevenir e de não provocar a doença na outra pessoa. Aqui, o preservativo não somente é aconselhável como poderá ser eticamente obrigatório.&lt;br /&gt;E não tenhamos medo ou reserva mental ou hipocrisia de admitir esta doutrina! Não usamos tantos “auxiliares” artificiais para promover a vida e defender a saúde? As intervenções cirúrgicas, os fármacos, as próteses e tantas outras técnicas ao serviço da pessoa, em situação de doença, não são formas de ‘preservar’, defender e promover a saúde?...&lt;br /&gt;Então, porquê esta afirmação do Papa a veicular uma doutrina e, precisamente, na viagem para África – o continente mais atingido por esta doença? Como doutrina, como ideal, como princípio de dignidade, defesa e promoção da vida humana, o Papa não pode dizer outra coisa. Como, também, deverá ser a deontologia do médico, praticando a medicina para promover e defender a vida em todas as circunstâncias possíveis, ainda que, para defender valores em conflito, possa pôr-se perante situações inevitáveis de morte…&lt;br /&gt;Ainda bem que o Papa não cede a tentações de simpatia, facilitismo ou conveniência!... Esta é parte da sua cruz pascal (também da Igreja, dos Bispos, dos Sacerdotes, dos Cristãos) – ter valores e causas a defender para a realização integral da pessoa humana e gastar a vida por eles, ao serviço da dignidade e sentido da pessoa e da sua plenitude. Será falta de hábito e de cultura da exigência e da honestidade, numa sociedade tão relativa, tão mínima e tão pouca ambiciosa e coerente na defesa das pessoas e dos seus valores? Será tão fácil o escândalo farisaico de quem não sabe interpretar as diferenças entre valores e princípios gerais, por um lado e situações concretas e pessoais, por outro?&lt;br /&gt;Sim... Está aqui a grande diferença: a chamada “lei da gradualidade” explica que, existindo a lei geral a afirmar, a exigir e a promover valores, eles não esmagam a pessoa concreta, em situações muito individuais… Eles dão a mão com paciência, tolerância e compreensão para que a pessoa “situada” compreenda, aceite e queira caminhar, ao ritmo de um ideal libertador, defendido por uma lei orientadora. Acredita-se sempre no ideal que a pessoa é chamada a atingir, porque a dignifica e valoriza, ainda que demore algum tempo ou não chegue nunca a atingi-lo.&lt;br /&gt;Este é o papel da formação personalizada e libertadora, dada individualmente ou em pequeno grupo, sempre como desafio à conversão e à vida digna e feliz. O legislador, como referência do ideal a amar e a seguir, não pode deixar de estar acima e ser exigente, apelando, com a sabedoria de mestre e, sobretudo, com o amor e a proximidade de pai, a um grande ideal, percorrendo um caminho juntos, indo até onde for possível. Sobretudo, nunca abandonando a pessoa.&lt;br /&gt;A terminar: como são parciais e intencionais as apreciações da doutrina da Igreja veiculada pelo Papa para o Continente Africano e não só!...&lt;br /&gt;O preservativo teria sido o tema mais importante – quase único? Mesmo a respeito do tema da SIDA, foi a única coisa que o Papa disse?&lt;br /&gt;E outros temas, como a pobreza, a fome, a justiça social (…) e os apelos a que os países ricos cumpram os seus compromissos a favor do desenvolvimento?... E a denúncia de que África não pode ser vista como o “reino do dinheiro”, explorando a sua riqueza e as suas matérias-primas, deixando este Continente entregue à sua insuficiência económica, industrial e financeiramente?... E os desafios, feitos aos jovens, convidando-os à coragem da aventura e a que não tenham medo das decisões definitivas, sabendo que a vida está dentro deles?... E os desafios entreabertos e a aprofundar, quando denomina a África como o “Continente da Esperança”?... E a coragem que o Papa manifesta, ao falar e abordar tantos temas incómodos?... E como entender a coragem e a capacidade de um homem, com quase 82 anos, que enfrenta situações desta natureza para ir falar, no lugar próprio, dos temas e das causas que defende e nos quais acredita, ainda que saiba que são incómodos para tantos?...&lt;br /&gt;Ao serviço de quem estão tantos meios de comunicação social, tantos “opinionmakers” e tantos poderes instituídos, que mais parecem donos ou correias de transmissão de interesses económicos e políticos que dos direitos, liberdades e dignidade da pessoa humana, a começar pelas mais pobres e mais indefesas?...&lt;br /&gt;Alguns perderam mesmo uma grande oportunidade de trazer para a reflexão dos “grandes” os grandes problemas dos “pequenos” que – infelizmente – continuam a não ter voz nem vez no actual (des)concerto das nações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ilídio, Bispo de Viseu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;in &lt;a href="http://www.ecclesia.pt/"&gt;http://www.ecclesia.pt/&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;&lt;strong&gt;Nota pessoal:&lt;/strong&gt; Reproduzo aqui este texto por me parecer muito clarividente, humano e verdadeiramente apostólico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-8839551036947919972?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/8839551036947919972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/8839551036947919972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/03/bispo-de-viseu-admite-preservativo-e.html' title='Bispo de Viseu admite preservativo ( e outras questões!)'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sc6k9rBzRlI/AAAAAAAAAb4/2ax04iNeolc/s72-c/ilidio.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-6820496137540497396</id><published>2009-03-07T00:33:00.003Z</published><updated>2009-03-07T00:41:54.684Z</updated><title type='text'>Em tempo de Quaresma!....</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5310238970387011506" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 116px; CURSOR: hand; HEIGHT: 159px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SbHCNW5al7I/AAAAAAAAAbw/qCQUred6dcM/s320/jesus-children-09.jpg" border="0" /&gt;Em tempo de Quaresma, antes de quereres amar a Deus, deixa que Deus te ame a ti!... Antes de quereres mostrar-Lhe o teu amor, reconhece o Amor que Ele tem por ti... Antes de quereres falar-Lhe do muito que te invade o coração, deixa que Ele te encha da Sua Palavra... Antes de pedires a Paz e a Alegria, deixa que Ele te plenifique... A Quaresma, antes de ser tempo em que procuramos fazer muito, é uma graça em que somos convidados à escuta! No silêncio, na meditação, no despojamento, na confiança.... deixemos-nos abraçar pelo nosso Deus!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pe. Carlos Alberto Godinho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-6820496137540497396?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/6820496137540497396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/6820496137540497396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/03/em-tempo-de-quaresma.html' title='Em tempo de Quaresma!....'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SbHCNW5al7I/AAAAAAAAAbw/qCQUred6dcM/s72-c/jesus-children-09.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-5610288782483791813</id><published>2009-03-07T00:00:00.002Z</published><updated>2009-03-07T00:04:01.342Z</updated><title type='text'>Caritas quer salvar da SIDA 800 crianças por dia.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SbG5154u4LI/AAAAAAAAAbo/HN3ojWydKvs/s1600-h/haart.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5310229771369504946" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 183px; CURSOR: hand; HEIGHT: 131px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SbG5154u4LI/AAAAAAAAAbo/HN3ojWydKvs/s320/haart.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A Organização católica diz que os menores foram esquecidos nos esforços da comunidade internacional.&lt;br /&gt;Salvar da SIDA 800 crianças por dia é o objectivo da última campanha global lançada pela Caritas, intitulada “HAART” (Highly Active Anti-Retroviral Therapy – terapia antiretroviral altamente activa), promovendo um maior acesso a testes e tratamento do HIV para os menores.&lt;br /&gt;Com a campanha HAART (com um sonoridade semelhante à palavra coração - «heart» - em inglês), a organização católica para a solidariedade e a ajuda humanitária pede a governos e companhias farmacêuticas que desenvolvam tratamentos que podem salvar a vida de centenas de crianças, a cada dia que passa.&lt;br /&gt;Em comunicado oficial, a Caritas recorda que as crianças nos países mais pobres não têm acesso a medicamentos pediátricos, que lhes poderiam permitir uma vida mais longa e saudável. Por outro lado, quando consegue ser testados, já é demasiado tarde, na maioria dos casos.&lt;br /&gt;A organização católica lembra que muitas das crianças que morrem diariamente nem sequer teriam sido afectadas pelo HIV se as suas mães tivessem sido correctamente tratadas durante a gravidez.&lt;br /&gt;A Caritas convida jovens de todo o mundo a unirem-se à campanha, pressionando os governos e companhias farmacêuticas.&lt;br /&gt;Francesca Merico, delegada da “Caritas Internationalis” junto da ONU, em Genebra, diz que “sem tratamento adequado, mais de um terço das crianças nascidas com HIV irão morrer antes do seu primeiro aniversário e metade delas antes dos dois anos de idade”.&lt;br /&gt;Esta responsável acusa as companhias farmacêuticas de não mostrarem interesse nos tratamentos antiretrovirais para crianças porque estes se destinam, sobretudo, “aos países pobres”.&lt;br /&gt;“Como é possível que o lucro se sobreponha às pessoas? Queremos que os líderes políticos digam às crianças do mundo que promoveram e respeitaram o seu direito à saúde”, conclui Francesca Merico.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: Ecclesia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-5610288782483791813?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/5610288782483791813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/5610288782483791813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/03/caritas-quer-salvar-da-sida-800.html' title='Caritas quer salvar da SIDA 800 crianças por dia.'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SbG5154u4LI/AAAAAAAAAbo/HN3ojWydKvs/s72-c/haart.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-6009379317898500319</id><published>2009-03-04T00:07:00.003Z</published><updated>2009-03-04T00:13:19.174Z</updated><title type='text'>Página da A.J.C.L - Jovens de Luso</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sa3HQ_i0uFI/AAAAAAAAAbg/M4YNbbyDNMw/s1600-h/ajcl_logo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5309118630489012306" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 195px; CURSOR: hand; HEIGHT: 110px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sa3HQ_i0uFI/AAAAAAAAAbg/M4YNbbyDNMw/s320/ajcl_logo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A Associação de Jovens Cristãos de Luso tem já um sitio na internet. O endereço é: &lt;a href="http://www.ajcl.org.pt/"&gt;http://www.ajcl.org.pt/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Parabéns aos Jovens por este belo espaço e por partilharem com tantos outros, neste mundo da comunicação, toda a sua riqueza e vivência!&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O Pároco Amigo:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pe. Carlos Alberto Godinho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-6009379317898500319?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/6009379317898500319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/6009379317898500319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/03/pagina-da-ajcl-jovens-de-luso.html' title='Página da A.J.C.L - Jovens de Luso'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sa3HQ_i0uFI/AAAAAAAAAbg/M4YNbbyDNMw/s72-c/ajcl_logo.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-8546650572223932684</id><published>2009-02-27T00:28:00.003Z</published><updated>2009-02-27T00:32:25.199Z</updated><title type='text'>Quaresma!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sac0SmUUQYI/AAAAAAAAAbQ/W2NM5zo3NpI/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5307268180007469442" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 170px; CURSOR: hand; HEIGHT: 171px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sac0SmUUQYI/AAAAAAAAAbQ/W2NM5zo3NpI/s320/untitled.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A Quaresma é o tempo &lt;a title="Liturgia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Liturgia"&gt;litúrgico&lt;/a&gt; de conversão, que a &lt;a title="Igreja Católica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Cat%C3%B3lica"&gt;Igreja Católica&lt;/a&gt;, a &lt;a title="Igreja Anglicana" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Anglicana"&gt;Igreja Anglicana&lt;/a&gt; e algumas protestantes marcam para preparar os crentes para a grande festa da &lt;a title="Páscoa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1scoa"&gt;Páscoa&lt;/a&gt;. Durante este período, os seus fiéis são convidados a um período de &lt;a title="Penitência" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Penit%C3%AAncia"&gt;penitência&lt;/a&gt; e &lt;a title="Meditação" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Medita%C3%A7%C3%A3o"&gt;meditação&lt;/a&gt;, por meio da prática do &lt;a title="Jejum" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jejum"&gt;jejum&lt;/a&gt;, da &lt;a title="Esmola" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Esmola"&gt;esmola&lt;/a&gt; e da &lt;a title="Oração" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ora%C3%A7%C3%A3o"&gt;oração&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Começa na &lt;a title="Quarta-feira de Cinzas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quarta-feira_de_Cinzas"&gt;Quarta-feira de Cinzas&lt;/a&gt; e termina na tarde de quinta-feira santa, antes a Missa da &lt;a title="Ceia do Senhor" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ceia_do_Senhor"&gt;Ceia do Senhor&lt;/a&gt;, que inicia o Tríduo Pascal. Ao longo deste período, sobretudo na liturgia do domingo, é feito um esforço para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que pretendem viver como filhos de &lt;a title="Deus" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Deus"&gt;Deus&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;A Quaresma dura 47 dias, embora para o calendário litúrgico os domingos não contem, perfazendo então 40 dias. A duração da Quaresma está baseada no simbolismo do número quarenta na &lt;a title="Bíblia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/B%C3%ADblia"&gt;Bíblia&lt;/a&gt; que significa provação. Nesta, fala-se dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou o exílio dos judeus no Egipto.&lt;br /&gt;A Igreja católica propõe, por meio do &lt;a title="Evangelho" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Evangelho"&gt;Evangelho&lt;/a&gt; proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de acção: a oração, a penitência e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus, ou seja, lutar para que exista justiça, a paz e o amor em toda a humanidade. Os cristãos devem então recolher-se para a reflexão para se aproximar de Deus. Esta busca inclui a oração, a penitência e a caridade, esta última como uma consequência da penitência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Obtido em "&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quaresma"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Quaresma&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-8546650572223932684?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/8546650572223932684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/8546650572223932684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/02/quaresma.html' title='Quaresma!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/Sac0SmUUQYI/AAAAAAAAAbQ/W2NM5zo3NpI/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-2772466475558093843</id><published>2009-02-07T22:10:00.003Z</published><updated>2009-02-07T22:14:59.074Z</updated><title type='text'>Até já!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SY4Hpm7XfaI/AAAAAAAAAbA/0N2fT-cMvgs/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300182222867234210" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 246px; CURSOR: hand; HEIGHT: 165px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SY4Hpm7XfaI/AAAAAAAAAbA/0N2fT-cMvgs/s320/untitled.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O blog não tem tido manutenção, uma vez que tenho dispensado pouco tempo à Internet. A quem me visita, saúdo com afecto e digo «Até Já»! Logo que possível estarei de regresso. Abraço.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-2772466475558093843?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/2772466475558093843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/2772466475558093843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2009/02/ate-ja.html' title='Até já!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SY4Hpm7XfaI/AAAAAAAAAbA/0N2fT-cMvgs/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-5497178668601124993</id><published>2008-12-28T18:27:00.002Z</published><updated>2008-12-28T18:30:32.761Z</updated><title type='text'>Um Santo Natal!</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SVfFgDk_Y7I/AAAAAAAAAag/J1pERG2_k6k/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284909842249507762" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SVfFgDk_Y7I/AAAAAAAAAag/J1pERG2_k6k/s320/untitled.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000066;"&gt;&lt;em&gt;Um Santo Natal para todos, com as bençãos do Deus Menino!&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-5497178668601124993?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/5497178668601124993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/5497178668601124993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/12/um-santo-natal.html' title='Um Santo Natal!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SVfFgDk_Y7I/AAAAAAAAAag/J1pERG2_k6k/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-2308687152561063203</id><published>2008-11-26T23:28:00.001Z</published><updated>2008-11-26T23:33:09.104Z</updated><title type='text'>A riqueza da Amizade!...</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SS3crP625BI/AAAAAAAAAUk/nmwfQvIUUns/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5273113374286603282" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 314px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SS3crP625BI/AAAAAAAAAUk/nmwfQvIUUns/s320/untitled.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-2308687152561063203?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/2308687152561063203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/2308687152561063203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/11/riqueza-da-amizade.html' title='A riqueza da Amizade!...'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SS3crP625BI/AAAAAAAAAUk/nmwfQvIUUns/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-204845360797469387</id><published>2008-11-06T19:43:00.003Z</published><updated>2008-11-06T20:06:30.235Z</updated><title type='text'>Nuno Álvares Pereira</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SRNNiLFZhsI/AAAAAAAAAUU/BtbXvGPNfEw/s1600-h/Nuno%2BAlvares%2BPereira%2B01%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5265637638812567234" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 195px; CURSOR: hand; HEIGHT: 199px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SRNNiLFZhsI/AAAAAAAAAUU/BtbXvGPNfEw/s320/Nuno%2BAlvares%2BPereira%2B01%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Celebramos hoje a Memória Litúrgica de Beato Nuno de Santa Maria. Este nome deriva da sua opção pela vida religiosa, no Convento do Carmo, em Lisboa, que ele manda fundar e onde professa a 15 de Agosto de 1423. Ali permaneceria até às sua morte, que ocorre a 1 de Novembro de 1431. Mas este insigne Beato Português foi o insigne Condestável Nuno Álvares Pereira. Condestável (Conde do Estábulo), assim nomeado por D. João I, em 1385, titulo que lhe é atribuido indicando o mais alto cargo militar da sua época. Este título advém-lhe da sua missão militar, que ele afirmou exemplarmente em vários momentos da sua vida, sobressaindo nas batalhas de Aljubarrota e de Valverde - que lhe mereceram a referida distinção.&lt;br /&gt;Admira-me, contudo, é como este homem que sobe ao mais alto posto militar; que é detentor de grande riqueza, proveniente da sua condição; íntimo da Corte Real, que serviu com lealdade e dedicação; vem depois a adandonar tudo para se fazer um simples irmão leigo carmelita, numa total doação da sua vida a Deus, recolhido em oração. Como hoje referia, na Eucaristia, é um dos modelos de homem que sabe descobrir o bem maior e a ele entregar toda a sua vida. Lá longe, na história, a sua vida continua a ser o espelho que brilha e nos indica a verdadeira Luz, que é Cristo, o único Senhor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tenho ainda um afecto especial por este Santo da Igreja (a sua visão beatífica é já sinal de santidade) pois nasceu em Cernache do Bonjardim, a 24 de Julho de 1360, num concelho que pega com o meu. Além disso, a sua família, particularmente o seu irmão Rodrigo Álvares Pereira, detinha propriedade própria na minha freguesia. Por isso a memória deste santo, enquadrado no seu contexto familiar, me faz senti-lo mais próximo de mim.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Que ele, bem aventurado, interceda por nós e nos permita descobrir o bem maior - Cristo a quem descobriu como sua maior riqueza!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-204845360797469387?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/204845360797469387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/204845360797469387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/11/nuno-lvares-pereira.html' title='Nuno Álvares Pereira'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SRNNiLFZhsI/AAAAAAAAAUU/BtbXvGPNfEw/s72-c/Nuno%2BAlvares%2BPereira%2B01%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-4631227611384548222</id><published>2008-11-05T11:06:00.003Z</published><updated>2008-11-05T11:26:45.948Z</updated><title type='text'>Barack Obama!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SRGC0XUl7bI/AAAAAAAAAUM/Y6Fn3lxa8xQ/s1600-h/who-is-barack-obama.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5265133275498016178" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 209px; CURSOR: hand; HEIGHT: 262px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SRGC0XUl7bI/AAAAAAAAAUM/Y6Fn3lxa8xQ/s320/who-is-barack-obama.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os Estados Unidos da América fizeram história, neste final de 2008. Ao eleger Barack Obama como seu Presidente, demonstram-nos a maturidade de uma democracia, que sabe «mudar» quando é necessário. Barack Obama sempre me entusiasmou neste percurso a caminho da Casa Branca - a sua credibilidade, a sua verticalidade, o seu rigor ético, uma imagem clara de um homem atento aos desfavorecidos, alia-se à sua afabilidade, à sua presença, aos seus dotes de bom comunicador. Acredito que esta «mudança» nos Estados Unidos será uma hora de esperança para todos. Além disto, os Estados Unidos mostraram-nos que já é hora de ultrapassar definitivamente qualquer divisão de raça, de credo, ou de qualquer outra realidade que separe os homens entre si. Barack Obama, que vale por si, pela sua credibilidade, pelo seu rigor, não deixa, no entanto, de introduzir este elemento novo: por ser afro-americano torna-se um símbolo de uma fraternidade nova. Ainda que eu não desejasse ter de considerar este elemento, a verdade é que é hora de reconhecer que cada homem é irmão e não há lugar para divisões que assentem em preconceitos. Barack Obama será um símbolo de um tempo novo! Que agora, a partir de Janeiro próximo, este homem possa contribuir para uma sociedade mais justa, mais equitativa, mais humana, mais fraterna. Essa é a nossa esperança! «Yes, we need!»&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-4631227611384548222?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4631227611384548222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4631227611384548222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/11/barack-obama.html' title='Barack Obama!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SRGC0XUl7bI/AAAAAAAAAUM/Y6Fn3lxa8xQ/s72-c/who-is-barack-obama.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-6010857909492734837</id><published>2008-11-04T00:46:00.011Z</published><updated>2008-11-04T01:18:37.746Z</updated><title type='text'>Sondagem do Blogue: «Qual a maior necessidade da Igreja, hoje?»</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SQ-hMADLQ7I/AAAAAAAAAT8/xr-GVN2sJpc/s1600-h/oracao%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5264603716963222450" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 263px; CURSOR: hand; HEIGHT: 195px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SQ-hMADLQ7I/AAAAAAAAAT8/xr-GVN2sJpc/s320/oracao%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desde há algum tempo que tinha no meu blogue uma sondagem sobre «Qual a maior necessidade da Igreja, hoje?»&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O resultado final, após algumas pequenas variações, confirma a tendência inicial. Aqui fica o resultado:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;1º - Desenvolver uma espiritualidade mais profunda - 18 votos (30%);&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2º - Adequar a linguagem aos novos tempos - 17 votos (28%);&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;3º - Promover a formação cristã - 16 votos (27%);&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;4º - Rever conceitos morais - 6 votos (10%);&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;5º - Reunir um novo Concílio - 2 votos (3%).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sem pretender fazer qualquer leitura exaustiva, devo considerar que os três primeiros aspectos se aproximam muito, uma vez que a variação entre eles é miníma. Em segundo lugar, confirmando a mesma tendência expressa noutros âmbitos, o elemento que maior relevo assume é precisamente a necessidade de uma espiritualidade mais profunda. Torna-se este um desafio interessante ao nosso modo de assumir a missão da Igreja e sua fundamentação. Ao mesmo tempo, poderá ser um sinal maior a exigir uma outra profundidade na vida da Igreja. Curioso, também, é o facto de muito poucos expressarem a necessidade de se reverem conceitos morais. E menos ainda a considerar a necessidade de reunir um novo Concílio. Óbviamente que este é um espaço aberto a todos e é sempre impossível definir o perfil de quem consulta o blogue. Numa perspectiva pessoal, foi de grande utilidade esta sondagem. Ainda que não muito expressiva, em termos de número de participantes, uma vez que expressaram a sua opinião apenas 59 pessoas, fica como uma amostragem muito curiosa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste sentido, agradeço, portanto, a todos os que se dignaram participar.&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Pe. Carlos Godinho&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-6010857909492734837?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/6010857909492734837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/6010857909492734837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/11/sondagem-do-blogue-qual-maior.html' title='Sondagem do Blogue: «Qual a maior necessidade da Igreja, hoje?»'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SQ-hMADLQ7I/AAAAAAAAAT8/xr-GVN2sJpc/s72-c/oracao%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-4377846778255120102</id><published>2008-10-31T13:08:00.002Z</published><updated>2008-10-31T13:10:31.837Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Editorial do Jornal Voz da Paróquia (Pampilhosa)'/><title type='text'>A Esperança que não engana!...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SQsDjbVimeI/AAAAAAAAATs/fn6WnXO2ufQ/s1600-h/1205629754_o_ceu_e_o_seu_limite.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5263304496680966626" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 209px; CURSOR: hand; HEIGHT: 146px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SQsDjbVimeI/AAAAAAAAATs/fn6WnXO2ufQ/s320/1205629754_o_ceu_e_o_seu_limite.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Iniciamos o mês de Novembro celebrando duas realidades litúrgicas: a Solenidade de Todos os Santos e a comemoração dos Fiéis Defuntos. Duas celebrações que nos permitem reflectir sobre o sentido da vida e o «destino» do nosso existir. Se a primeira nos faz contemplar o dom a que somos chamados, como expressão máxima do nosso ser, a segunda abre-nos ao sentido da comunhão de irmãos, com aqueles que possam carecer da nossa comunhão espiritual, numa oração que se torna súplica de purificação, em ordem à mesma santidade.&lt;br /&gt;Estas celebrações têm, por outro lado, a particularidade de nos colocar frente a frente com o mistério da vida humana. Efectivamente, a nossa vida como «homens» define-se por uma dimensão do conhecido e por outra, do desconhecido. Existe essa analogia com o mistério da própria Igreja: visível e invisível! E é aqui que se inscreve a particular inquietação humana – que destino para o futuro do homem?&lt;br /&gt;Numa reacção pragmática, inscrita numa certa visão hedonista da vida, tende-se a relegar para o silêncio e o esquecimento esta marca do nosso existir. E, por vezes, lida-se mal com esta marca da vida humana. Todavia esta fuga de nós mesmos não apaga a inquietação que «incendeia» o nosso interior – para onde caminho eu, afinal?&lt;br /&gt;A problemática da morte, e da vida para além desta, sempre foi uma inquietação íntima de todo o ser humano. De resto, as primeiras expressões religiosas do homem, que a arqueologia hoje regista, colocam-nos perante esta mesma inquietação: a morte foi a primeira expressão religiosa que conhecemos dos nossos antepassados. Curiosamente, aí o modo como se inumava o corpo permitia-nos a concepção de outro nascimento, quer pela colocação em posição fetal, quer pelos símbolos que acompanhavam aquele que partia. Depois deste período inicial, encontramos as grandes civilizações e as eloquentes expressões em torno da morte, de que as pirâmides do Egipto são hoje ainda um dos exemplos maiores.&lt;br /&gt;Enfim, a história permite-nos uma percepção profunda da esperança de um futuro para o homem enquanto ser destinado a uma outra vida. Aqui se podiam inscrever, igualmente, muitas das expressões filosóficas e místicas da própria demanda humana pelo se sentido da vida e sua continuidade.&lt;br /&gt;E a revelação cristã? O que nos afirma? Desde logo, partimos desse movimento inverso: já não é apenas o homem à procura de Deus, como fonte de vida; mas é Deus quem procura o homem e se lhe revela. A encarnação de Cristo – Deus feito Homem – abre-nos a uma realidade completamente nova, perante o mistério do nosso existir. Particularmente pela Sua morte e ressurreição, Deus rasga o véu do nosso desconhecimento e abre-nos a uma certeza de fé, que se torna para nós verdadeira fonte de esperança – seremos semelhantes a Deus; partilharemos a condição de Cristo Ressuscitado. Neste sentido, Ele torna-se a nossa única e verdadeira fonte de vida e, consequentemente, de esperança.&lt;br /&gt;Apesar desta certeza, a inquietação marcou ainda a vivência de algumas comunidades cristãs. Lembro particularmente a de Tessalónica. Por isso Paulo, na Carta que escreve aos Tessalonicenses, aborda profundamente este mistério. Neste mês, seria interessante se pudéssemos reflectir estas duas cartas Paulinas, no sentido de aprofundarmos esta esperança que não engana. A sua leitura e meditação poderão ser um óptimo itinerário para a construção de uma vida orientada, ou o mesmo é dizer, para uma vida com sentido.&lt;br /&gt;À inquietação humana responde Deus e diz-nos que só Cristo, Deus feito Homem, é o verdadeiro sentido da vida para toda a humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                                                                    &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Pe. Carlos Alberto G. Godinho&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-4377846778255120102?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4377846778255120102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4377846778255120102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/10/esperana-que-no-engana.html' title='A Esperança que não engana!...'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SQsDjbVimeI/AAAAAAAAATs/fn6WnXO2ufQ/s72-c/1205629754_o_ceu_e_o_seu_limite.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-5975614493094168297</id><published>2008-10-28T21:48:00.004Z</published><updated>2008-10-28T21:56:53.472Z</updated><title type='text'>Desafio Oportuno!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SQeJbs4UWSI/AAAAAAAAATk/iU0f-ZtYwoI/s1600-h/d_jose_policarpo07.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262325798602561826" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 125px; CURSOR: hand; HEIGHT: 132px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SQeJbs4UWSI/AAAAAAAAATk/iU0f-ZtYwoI/s320/d_jose_policarpo07.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;«D. José Policarpo reconheceu que a Igreja pode estar a perder a “sintonia com as pessoas que procuram verdadeiramente Deus”. Durante a conferência sobre « As Linhas Emergentes para a Evangelização da Europa Globalizada e Laicizada», que decorreu em Lisboa e contou com a presença do arcebispo de Viena, D. Christoph Schönborn, o Cardeal Patriarca de Lisboa afirmou que a “estrutura canónica com que é enquadrada a nossa direcção pastoral é demasiadamente rígida para deixar a liberdade de resposta à própria procura de Deus”.&lt;br /&gt;“A Igreja com respostas demasiadamente rígidas e canónicas às inquietações dos fiéis", perde a sensibilidade de chegar a essas pessoas”.»&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;«Sobre os sinais positivos verificados na acção evangelizadora em Lisboa, o Cardeal Patriarca destaca que “no conjunto de cristãos da cidade de Lisboa, há mais gente que reza e que frequenta a eucaristia durante a semana”.&lt;br /&gt;“Começaram a chegar pedidos e dinamismos na linha da adoração contínua do Santíssimo sacramento. Nós temos de responder a isto", disse. O cardeal patriarca de Lisboa também ainda referiu que "já foi feito um levantamento sobre quais as experiências de adoração do Santíssimo Sacramento".&lt;br /&gt;D. José Policarpo destacou também a participação e adesão dos jovens. “Normalmente somos pessimistas em relação aos jovens. Estamos influenciados pelos critérios da quantidade porque entre os nossos jovens de hoje há casos lindíssimos”, acrescentando que este é “um sinal de esperança”.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;In Agência Ecclesia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-5975614493094168297?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/5975614493094168297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/5975614493094168297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/10/desafio-oportuno.html' title='Desafio Oportuno!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SQeJbs4UWSI/AAAAAAAAATk/iU0f-ZtYwoI/s72-c/d_jose_policarpo07.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-7190801310470753274</id><published>2008-10-28T21:30:00.006Z</published><updated>2008-10-28T21:43:19.125Z</updated><title type='text'>Sintomas de Mutação Cultural!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SQeHHeqA52I/AAAAAAAAATc/2mKH-MgqswQ/s1600-h/baculo%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262323252163831650" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 175px; CURSOR: hand; HEIGHT: 239px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SQeHHeqA52I/AAAAAAAAATc/2mKH-MgqswQ/s320/baculo%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;A Nota Pastoral dos nossos Bispos &lt;em&gt;Crise de Sociedade, Crise de Civilização&lt;/em&gt;, que aqui tive presente há algum tempo atrás, volta a ser citada por mim. Julgo que esta Nota Pastoral, que desde a primeira hora me agradou profundamente, deve ser retomada na nossa hora presente. É que, na verdade, ela encerra desafios profundos para nós. Além disso, foi escrita com um verdadeiro sentido profético. Vale a pena continuar a reflecti-la. Assim, aqui fica o nº 2 desta Nota:&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«Na nossa sociedade sente-se cada vez mais que as regras inspiradoras dos comportamentos, as próprias leis e o sentido global da vida individual e comunitária, deixaram de se inspirar em padrões éticos de valores, num quadro cultural que defina um projecto e um ideal, na linha da nossa tradição cultural, e decorrem ao sabor de critérios imediatistas e pragmáticos, onde não se escondem intenções de alguns grupos de provocar rupturas fracturantes, em relação à tradicional cultura portuguesa, ou mesmo em relação à influência da doutrina da Igreja na sociedade.&lt;br /&gt;Inculca-se um exercício da liberdade sem limites, não percebendo que a dignidade desta reside na responsabilidade; o fenómeno da corrupção tolda o valor da liberdade económica; a crescente marginalização social, agravada com o eclodir de manifestações de violência, gera insegurança e prejudica a harmonia de uma sociedade que se quereria cada vez mais justa; surgem sintomas de falta de confiança no sistema judicial, base indispensável de um Estado de direito, onde cada pessoa sinta garantida a defesa dos seus direitos e da sua dignidade; a toxicodependência e a delinquência juvenil alertam para uma crise da juventude, cuja solução é dificultada pela falta de apoio e protecção à família e pela ausência de uma ousada e inovadora concepção da política de educação; a globalização, acentuada com a mediatização da vida, fez surgir novos poderes, fragilizando aqueles em que, tradicionalmente, assenta a harmonia da sociedade; o poder político está fragmentado e enfraquecido, há sintomas preocupantes de perda de confiança nas instituições, há cada vez mais margem para a ilegalidade e para a anomia.&lt;br /&gt;Nós os Bispos, e toda a Igreja, assumimos as nossas responsabilidades neste processo, desejando contribuir para a sua equação, no quadro da nossa missão específica e na esfera que nos é própria. A Igreja faz parte da sociedade civil, como comunidade organizada. Com a doutrina que propõe e que recebeu do Evangelho e da tradição, com a sua experiência de serviço, quer colaborar com o Estado, com as outras organizações da sociedade civil, em ordem à construção de um Portugal digno da sua tradição e da sua história e à altura das suas responsabilidades, presentes e futuras, na Europa e no mundo. É urgente repensar Portugal, aprofundando a convivência democrática, acentuando, sem hesitações, aquelas linhas de força culturais que garantam a unidade progressiva da nossa civilização, marcada pela abertura à universalidade, pela convivência na diversidade, pela afirmação, sem receios, da tradição humanista de inspiração cristã.» (nº 2)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-7190801310470753274?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/7190801310470753274'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/7190801310470753274'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/10/sintomas-de-mutao-cultural.html' title='Sintomas de Mutação Cultural!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SQeHHeqA52I/AAAAAAAAATc/2mKH-MgqswQ/s72-c/baculo%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-2705809778055623284</id><published>2008-10-25T16:42:00.004+01:00</published><updated>2008-10-25T17:28:54.082+01:00</updated><title type='text'>«Desalento» Pastoral!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SQNITbSZhfI/AAAAAAAAATU/goMd55wOm48/s1600-h/maos_colaborativas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261128288278513138" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 172px; CURSOR: hand; HEIGHT: 179px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SQNITbSZhfI/AAAAAAAAATU/goMd55wOm48/s320/maos_colaborativas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Hoje sinto um forte «desalento» pastoral. Perante desentendimentos no interior de uma Comunidade, vejo como existe uma enorme imaturidade por parte dos cristãos no sentido de assumirem responsávelmente a missão que lhes cabe. A missão advém do Baptismo e não apenas do ministério da Ordem. Este último está ao serviço da vitalidade de todos os baptizados, na linha da assunção desse mesmo baptismo - fora e no interior da Comunidade Cristã! A configuração com Cristo, no Sacramento da Ordem, surge numa linha eminentemente sacramental, enquanto dispensadora da graça de Deus, e não apenas numa linha de governo. Além disto, o que mais me «desalenta» é a incapacidade de alguns cristãos viverem na caridade, como é próprio de irmãos. Jesus não cessa de nos dizer: «o que vos mando é que vos ameis!» (Cf. Jo. 15, 17) E Paulo reforça esta mesma realidade central da vida cristã, ao afirmar: «Não devais a ninguém coisa alguma a não ser o amor mútuo, pois quem ama o próximo cumpre a lei» (Rom. 13, 8). É ainda Paulo que nos convida a viver uma verdadeira liberdade que resulta da caridade: «Vós irmãos, fostes chamados à liberdade. Não tomeis, porém, a liberdade como pretexto para servir a carne. Pelo contrário, fazei-vos servos uns dos outros pela caridade, pois toda a Lei se encerra num só preceito: "Amarás o teu próximo como a ti mesmo". Mas, se mutuamente vos mordeis e devorais, vede que não acabeis por vos destruirdes uns aos outros. (...) Se vivemos pelo Espírito, caminhemos também segundo o Espírito. Não nos enchamos de vanglória, provocando-nos mútuamente, tendo inveja uns dos outros». (Gál. 5, 13 - 15. 25) E é ainda o mesmo Apóstolo que, numa espécie de resumo de toda a vida cristã, nos afirma: «Acima de tudo, revesti-vos da caridade que é o vínvulo da perfeição!» (Col. 3, 14), para logo rematar: «Resida nos vossos corações a paz de Cristo, para a qual fostes chamados, a fim de formar um só corpo». (Col. 3, 15)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No Ano Paulino, estas palavras hão-de cair fundo nos nossos corações, de modo a que construamos verdadeiras Comunidades Cristãs. Que ele, o «apóstolo de todas as gentes», interceda por nós para que sejamos fiéis aos desígnios de Cristo, o Único Senhor!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-2705809778055623284?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/2705809778055623284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/2705809778055623284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/10/desalento-pastoral.html' title='«Desalento» Pastoral!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SQNITbSZhfI/AAAAAAAAATU/goMd55wOm48/s72-c/maos_colaborativas.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-51570699392124216</id><published>2008-10-21T01:51:00.002+01:00</published><updated>2008-10-21T02:00:29.442+01:00</updated><title type='text'>Uma Cultura da Solidariedade!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SP0piKuj1kI/AAAAAAAAAS8/V3drJKBL4Y0/s1600-h/not_05-05-2008_09-21-08dia%2520da%2520solidariedade.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259405606810539586" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 209px; CURSOR: hand; HEIGHT: 163px" height="181" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SP0piKuj1kI/AAAAAAAAAS8/V3drJKBL4Y0/s320/not_05-05-2008_09-21-08dia%2520da%2520solidariedade.jpg" width="255" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;Recupero aqui um excerto da Nota Pastoral da Conferência Episcopal Portuguesa, &lt;em&gt;Crise de Sociedade, Crise de Civilização&lt;/em&gt;, datada de 26 /04 /2001. Julgo que todo o documento mantém uma excepcional actualidade. Este número 8 vem na linha do que escrevi anteriormente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#663300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;«Livre e responsável, a pessoa humana é chamada a ser solidária. A solidariedade é a expressão da dimensão comunitária da sociedade, em que o bem comum prevalece sobre o interesse particular, de indivíduos, grupos ou minorias, em que a partilha sublinha a fraternidade e o sentido de serviço inspira a convivência colectiva.&lt;br /&gt;Uma das consequências do pragmatismo imediatista na busca das soluções é o acentuar de atitudes de individualismo, por vezes egoísta, de pessoas e de grupos, toldando a perspectiva do bem comum da sociedade e dando, por vezes, dimensão nacional a interesses de grupos, que pouco ou nada dizem ao conjunto do Povo português.&lt;br /&gt;Precisamos de acentuar uma cultura da solidariedade, em que os direitos dos indivíduos cedam perante as exigências do bem comunitário, e a Nação apareça como comunidade de ideal, na análise dos problemas e na busca das soluções. Para os cristãos, o dever do amor fraterno é a base da solidariedade.» (nº 8)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-51570699392124216?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/51570699392124216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/51570699392124216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/10/uma-cultura-da-solidariedade.html' title='Uma Cultura da Solidariedade!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SP0piKuj1kI/AAAAAAAAAS8/V3drJKBL4Y0/s72-c/not_05-05-2008_09-21-08dia%2520da%2520solidariedade.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-1327622788213134114</id><published>2008-10-20T21:33:00.003+01:00</published><updated>2008-10-20T22:04:05.642+01:00</updated><title type='text'>Pobreza!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259343058003174466" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 220px; CURSOR: hand; HEIGHT: 144px" height="144" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SPzwpWQyJEI/AAAAAAAAAS0/Nzv7VQb7Oak/s320/pobreza.jpg" width="264" border="0" /&gt;Neste tempo que é o nosso, em que seria legítimo esperar um maior bem estar para todos, a realidade é completamente inversa. A cada passo ouvimos falar de crise financeira, de recessão económica, de menor riqueza disponível... Mas, na verdade, são prioritáriamente os mais pobres, ou os que estão em vias de empobrecimento, quem mais sofre. Hoje, as notícias davam-nos conta do aumento do desemprego, de piores condições de vida, de menor capacidade de dar resposta às necessidades mais elementares que se colocam a cada pessoa e a cada família. Numa escala global, é neste quadro que aumenta o número de pessoas que viverão com menos de dois euros por dia. Encontramos aqui, pois, um desafio acrescido à luta pela justiça; a uma nova ordem económica e social; a uma maior justiça na distribuição dos bens. É aqui, também, que surgem apelos profundos ao nosso sentido de solidariedade, de partilha e de sentido do outro. Para os cristãos, aumenta o desafio à vivência da verdadeira caridade. Este tempo traz-nos novos desafios: num mundo globalizado, temos de globalizar a justiça e a partilha.&lt;br /&gt;É neste quadro que cito, a título de desafio, o belo poema de José Régio, intitulado &lt;em&gt;Pobres&lt;/em&gt;. Não é expressão apenas de ontem. Antes fora! Mas, infelizmente, é expressão que ganha sentido nos dias de hoje.&lt;br /&gt;Talvez nos mova a ser mais gratos pelo «pão de cada dia», ao mesmo tempo que nos desafia a lutarmos pelo «pão nosso» - um pão que não falte, como devido, a qualquer um dos nossos irmãos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Pobres&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;O Sol fundira em oiro a névoa fria;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Num banho de oiro, a Terra jaz, prostrada;&lt;br /&gt;Um velho lamuria ao rés da estrada, &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;E eu louvo o dom da luz de cada dia.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Já, no céu roxo, o Sol, que ardeu, se esfria;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Cai, no silêncio, a tarde repousada;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Sinistro, um velho estende a mão gelada,&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;E eu louvo o dom do pão de cada dia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;No ar molhado e absorto, ascende a Lua;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Roçam-me alguns que dormirão na rua...&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;  E eu louvo o dom dum tecto e uma candeia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;... Até que fala Alguém a quem não minto:&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;E o meu louvor de tais meus dons, - o sinto&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Mais miserável que a miséria alheia!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(José Régio, &lt;em&gt;Pobres&lt;/em&gt; in Poesia I, INCM, p. 136)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-1327622788213134114?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1327622788213134114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1327622788213134114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/10/pobreza.html' title='Pobreza!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SPzwpWQyJEI/AAAAAAAAAS0/Nzv7VQb7Oak/s72-c/pobreza.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-5198108211215862918</id><published>2008-10-18T00:52:00.006+01:00</published><updated>2008-10-18T01:04:27.962+01:00</updated><title type='text'>Amizade!</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SPknl8Pt93I/AAAAAAAAASs/LKwnXC1XSPI/s1600-h/1800977537_b46252edd8.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258277572712462194" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 224px; CURSOR: hand; HEIGHT: 173px" height="173" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SPknl8Pt93I/AAAAAAAAASs/LKwnXC1XSPI/s320/1800977537_b46252edd8.jpg" width="237" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;Achei muito belo este pensamento, que deixo aqui, em jeito de partilha! Assim é....&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SPkm2XZVKwI/AAAAAAAAASk/BJ6sxKOVwSc/s1600-h/1800977537_b46252edd8.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#333399;"&gt;«A viagem mais importante que podemos fazer na vida é encontrar pessoas pelo caminho.»&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#333399;"&gt;(&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#333399;"&gt;Autor desconhecido)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-5198108211215862918?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/5198108211215862918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/5198108211215862918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/10/amizade.html' title='Amizade!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SPknl8Pt93I/AAAAAAAAASs/LKwnXC1XSPI/s72-c/1800977537_b46252edd8.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-4365066656239508821</id><published>2008-10-15T00:05:00.002+01:00</published><updated>2008-10-15T00:25:35.699+01:00</updated><title type='text'>O Dom da Família!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5257154585370351410" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 210px; CURSOR: hand; HEIGHT: 207px" height="207" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SPUqPeZQ1zI/AAAAAAAAARE/k3i685wrbwE/s320/LogoFamilia.jpg" width="320" border="0" /&gt;Hoje, ao passar pela experiência dolorosa de ver partir para a eternidade um familiar próximo - uma tia, irmã de meu pai - e de partilhar a dor de meus primos e tio, senti como é tão importante aproveitar cada dia para cultivar o dom da família que nos foi dada; família que - sabemo-lo - é sempre «limitada» no tempo da nossa existência. É certo que acreditamos numa comunhão e presença que nos projecta para além desta vida. Todavia, o dom da família é uma graça que nos é dada aqui, nos limites da nossa existência histórica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto conduzia, de regresso às paróquias, detinha-me nos meus pensamentos e na consciência da «voracidade» do tempo - os pais e tios em idade provecta; os pequenos sobrinhos e primos que deixam de ser crianças para se tornarem adolescentes e jovens; e nós próprios, eu e meus irmãos, confrontados com uma maturidade que pareceu surgir depressa demais... É verdade: o tempo não cessa de passar!...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De modo a que não nos deixe a sensação de vazio, há que viver cada momento na comunhão com aqueles que nos são queridos. Se adiamos para amanhã, esse amanhã pode ser tardio. Senti, como poucas vezes, o receio da perda! Mas senti, essencialmente, o quanto amo aqueles que Deus me deu, ou a quem Deus me deu, numa «urgência» interior de expressar hoje o amor que não posso adiar para o indicifrável amanhã! Tanto mais, que esta é uma das nossas maiores riquezas - a Família!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No meio da dor partilhada, foi bom experimentar como o reencontro com tantos que fazem parte de nós nos enriquece tão profundamente! É que na verdade a vida desencontra-nos! E o reencontro refaz-nos nessa comunhão tão bela que nos faz sentir pertença de alguém!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-4365066656239508821?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4365066656239508821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4365066656239508821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/10/o-dom-da-famlia.html' title='O Dom da Família!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SPUqPeZQ1zI/AAAAAAAAARE/k3i685wrbwE/s72-c/LogoFamilia.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-8023454208433476203</id><published>2008-10-09T01:47:00.002+01:00</published><updated>2008-10-09T01:50:44.994+01:00</updated><title type='text'>Programa Pastoral 2008 / 2009</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Está já disponível no blog da &lt;em&gt;Unidade Interparoquial de Luso e Pampilhosa&lt;/em&gt;, em &lt;a href="http://luso-pampilhosa.blogspot.com/"&gt;http://luso-pampilhosa.blogspot.com&lt;/a&gt; o Programa Pastoral para este ano de 2008 / 2009. Apresenta-se uma primeira versão descritiva e uma segunda de operacionalização do programa. Fica, assim, disponivel para consulta e aberto a outros contributos e sugestões. Este é, efectivamente, o meio mais fácil de o divulgar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Abraço a todos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-8023454208433476203?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/8023454208433476203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/8023454208433476203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/10/programa-pastoral-2008-2009.html' title='Programa Pastoral 2008 / 2009'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-8994914651537633153</id><published>2008-10-08T02:34:00.004+01:00</published><updated>2008-10-08T17:08:28.108+01:00</updated><title type='text'>Novo Blog!</title><content type='html'>A partir de agora modero um novo blog: «Unidade Interparoquial de Luso e Pampilhosa». É um espaço aberto à participação de todos os que o desejarem. De um modo particular, é um espaço aberto a todos os membros das duas Comunidades Paroquiais.&lt;br /&gt;O endereço é: http//luso-pampilhosa.blogspot.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-8994914651537633153?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/8994914651537633153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/8994914651537633153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/10/novo-blog.html' title='Novo Blog!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-4742727994203378257</id><published>2008-10-06T01:23:00.005+01:00</published><updated>2008-10-06T01:53:23.462+01:00</updated><title type='text'>Matrimónio e Família!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SOlgF0xYuhI/AAAAAAAAAPw/zg9ugb56A2E/s1600-h/capa_casamento_amarela72.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5253836093485791762" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="234" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SOlgF0xYuhI/AAAAAAAAAPw/zg9ugb56A2E/s320/capa_casamento_amarela72.gif" width="164" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Há dias referia aqui Lipovetsky, na sua concepção de &lt;em&gt;pós-modernidade&lt;/em&gt;, autor que nos diz que a sociedade hodierna - &lt;em&gt;pós-moderna&lt;/em&gt; - exacerbou princípios como são o &lt;em&gt;individualismo&lt;/em&gt;, o &lt;em&gt;consumismo&lt;/em&gt; e a &lt;em&gt;ética hedonista&lt;/em&gt;. Cito-o, também, no Plano Pastoral que elaborei para as Comunidades Paroquiais que me estão confiadas. Duas realidades actuais que manifestam este individualismo e esta ética hedonista são o matrimónio e as «novas» concepções de família, em que a sociedade se baseia. Na verdade, tudo assenta no sentimento ténue, numa desresponsabilização face a um projecto, que comporta um compromisso face ao outro e face à sociedade. Não pretendo aqui, todavia, analisar detalhadamente o assunto. Sinto - e por isso o assumi no contexto de planificação pastoral! - que o matrimónio e a família necessitam de uma atenção especial por parte dos cristãos. De umo modo claro, hoje, mais que nunca, os casais cristãos são chamados a testemunhar uma outra conjugalidade e um outro sentido de família. Há pouco, visualizando o video-reportagem que abriu o «Prós e Contras» sobre a problemática da lei do divórcio, reparava no dado seguinte: em cada 100 matrimónios, 48 desfazem-se. Isto é, quase 50% dos casamentos são desfeitos. Pergunto-me (e deixo a questão em aberto, para quem quiser responder!): que futuro para o matrimónio? Que futuro para a família? Que futuro para uma sociedade estável? Que futuro para testemunho das famílias cristãs? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;OBS. Não pretendo aqui fazer valer, a todo o custo, uma estrutura que muitos dizem ter sofrido uma «evolução». Tão pouco defendo a «estrutura familar» na sua aparência. Acredito que ela é basilar para o equilíbrio pessoal dos cônjuges; para o equilíbrio afectivo, psicológico e social dos filhos; e para o equilíbrio das sociedades. Não é uma vontade de permanência que me move, mas sim uma verdadeira convicção. Já agora, fica, como imagem a ilustrar esta postagem, a capa de um livro que procura salvar a união comjugal. Não conheço o livro; achei curioso o título! Talvez um desafio para os casais cristãos!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-4742727994203378257?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4742727994203378257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4742727994203378257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/10/matrimnio-e-famlia.html' title='Matrimónio e Família!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SOlgF0xYuhI/AAAAAAAAAPw/zg9ugb56A2E/s72-c/capa_casamento_amarela72.gif' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-3652036312895450410</id><published>2008-09-30T01:42:00.002+01:00</published><updated>2008-09-30T02:04:36.634+01:00</updated><title type='text'>A Nova Lei do Divórcio!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SOF7AaIi_ZI/AAAAAAAAAPo/JBTYls_0hrE/s1600-h/casamento.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5251613887436094866" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 160px; CURSOR: hand; HEIGHT: 189px" height="265" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SOF7AaIi_ZI/AAAAAAAAAPo/JBTYls_0hrE/s320/casamento.jpg" width="205" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Acabo de ver o debate sobre a nova lei do Divórcio, no programa «Prós e Contras». Entre argumentos e contra argumentos (nem sempre tão serenos quanto se deveria esperar, como sinal de realidade amadurecida!), acabo por concluir que a nossa vida em sociedade tem cada vez menos consistência. Isto é: cada vez mais o nosso viver conjunto assenta num mero sentimento pessoal, relegando para segundo plano a dimensão do compromissos assumido; a noção do dever para com o outro. Não me manifesto quanto às virtualidades e defeitos da nova lei. De resto, nem sou jurista, nem tive oportunidade de ler a nova proposta. Parece-me é que o conceito de base, que suporta uma relação, assenta cada vez mais num sentimento e menos num compromisso das partes. Com esta nova concepção, vem ao de cima o conceito de amor assumido pelo comum da sociedade. Será o amor um simples sentimento? Não será também uma exigência de doação e de construção da relação com o outro? Em que valores se fundamenta a união matrimonial?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bem... a discussão será vasta... Mas parece-me que a nossa vivência social assenta cada vez mais numa visão hedonista da vida, em que o sentido de compromisso, de dever, a noção de exigência como forma de constutir uma vida verdadeiramente humana, são postergados para uma concepção passadista que nada tem a ver com a modernidade. Não sei se a breve trecho não viremos a ser as vítimas desta fragilidade em que fazemos assentar as nossas vidas em comum...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-3652036312895450410?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/3652036312895450410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/3652036312895450410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/09/nova-lei-do-divrcio.html' title='A Nova Lei do Divórcio!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SOF7AaIi_ZI/AAAAAAAAAPo/JBTYls_0hrE/s72-c/casamento.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-1118838174687755852</id><published>2008-09-26T01:34:00.003+01:00</published><updated>2008-09-26T01:42:57.025+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fonte: Wikipédia'/><title type='text'>Pós-Modernidade!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;color:#663300;"&gt;Quando falamos tanto em pós-modernidade, achei interessante colocar aqui um breve resumo do que se entende por este nosso período da História:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:130%;color:#663300;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#663300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;«Pós-modernidade é a condição &lt;/span&gt;&lt;a title="Sociedade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sociedade"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;sócio&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;a title="Cultura" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cultura"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;cultural&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;a title="Estética" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Est%C3%A9tica"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;estética&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; do &lt;/span&gt;&lt;a title="Capitalismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Capitalismo"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;capitalismo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; contemporâneo, também denominado pós-industrial ou financeiro. O uso do termo se tornou corrente, embora haja controvérsias quanto ao seu significado e pertinência. Tais controvérsias possivelmente resultem da dificuldade de se examinarem processos em curso com suficiente distanciamento e, principalmente, de se perceber com clareza os limites ou os sinais de ruptura nesses processos.&lt;br /&gt;Segundo um dos pioneiros no emprego do termo, o francês &lt;/span&gt;&lt;a class="mw-redirect" title="François Lyotard" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7ois_Lyotard"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;François Lyotard&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;, a "condição pós-moderna" caracteriza-se pelo fim das metanarrativas. Os grandes esquemas explicativos teriam caído em descrédito e não haveria mais "garantias", posto que mesmo a "ciência" já não poderia ser considerada como a fonte da verdade.&lt;br /&gt;Para o crítico &lt;/span&gt;&lt;a title="Marxismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marxismo"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;marxista&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a title="Estados Unidos da América" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos_da_Am%C3%A9rica"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;norte-americano&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a title="Fredric Jameson" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fredric_Jameson"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Fredric Jameson&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;, a Pós-Modernidade é a "lógica cultural do &lt;/span&gt;&lt;a title="Capitalismo tardio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Capitalismo_tardio"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;capitalismo tardio&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;", correspondente à terceira fase do &lt;/span&gt;&lt;a title="Capitalismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Capitalismo"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;capitalismo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;, conforme o esquema proposto por &lt;/span&gt;&lt;a title="Ernest Mandel" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ernest_Mandel"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Ernest Mandel&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;.&lt;br /&gt;Outros autores preferem evitar o termo. O sociólogo polonês &lt;/span&gt;&lt;a title="Zygmunt Bauman" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Zygmunt_Bauman"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Zygmunt Bauman&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;, um dos principais popularizadores do termo Pós-Modernidade no sentido de forma póstuma da modernidade, atualmente prefere usar a expressão "modernidade líquida" - uma realidade ambígua, multiforme, na qual, como na clássica expressão marxiana, tudo o que é sólido se desmancha no ar.&lt;br /&gt;O filósofo francês &lt;/span&gt;&lt;a title="Gilles Lipovetsky" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gilles_Lipovetsky"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Gilles Lipovetsky&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; prefere o termo "&lt;/span&gt;&lt;a title="Hipermodernidade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipermodernidade"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;hipermodernidade&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;", por considerar não ter havido de fato uma ruptura com os tempos modernos - como o prefixo "pós" dá a entender. Segundo Lipovetsky, os tempos atuais são "modernos", com uma exarcebação de certas características das sociedades modernas, tais como o &lt;/span&gt;&lt;a title="Individualismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Individualismo"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;individualismo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;, o &lt;/span&gt;&lt;a title="Consumismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Consumismo"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;consumismo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;, a &lt;/span&gt;&lt;a title="Ética" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89tica"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;ética&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a title="Hedonismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hedonismo"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;hedonista&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;, a fragmentação do tempo e do espaço.&lt;br /&gt;Já o filósofo alemão &lt;/span&gt;&lt;a title="Jürgen Habermas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/J%C3%BCrgen_Habermas"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Jürgen Habermas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; relaciona o conceito de Pós-Modernidade a tendências políticas e culturais neoconservadoras, determinadas a combater os ideais &lt;/span&gt;&lt;a title="Iluminismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Iluminismo"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;iluministas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;.»&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-1118838174687755852?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1118838174687755852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1118838174687755852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/09/ps-modernidade.html' title='Pós-Modernidade!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-1685601088152010283</id><published>2008-09-09T18:23:00.006+01:00</published><updated>2008-09-09T18:45:50.015+01:00</updated><title type='text'>Crise de Vocações!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5244078448128280754" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 193px; CURSOR: hand; HEIGHT: 149px" height="149" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SMa1kHL3yLI/AAAAAAAAAPg/2t45mHHv4ik/s320/DSC_0150%5B1%5D.JPG" width="244" border="0" /&gt;Dizemos, frequentemente, que estamos a passar por uma crise de vocações. E é verdade: à semelhança de outros momentos da História da Igreja, atravessamos uma crise de vocações!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas eu pergunto-me: que crise de vocações? Serão apenas as vocações de consagração - sacerdotais, religiosas, de leigos consagrados - que estão em crise? Parece-me bem que não. Sem ser pessimista, julgo que a crise é muito mais generalizada: temos uma crise de vocações baptismais, que é tranversal a toda a comunidade cristã. Por isso me «irrita» quando leio alguns comentários que persistem em culpar os padres da falta de leigos empenhados. Na verdade, assumo que existiu (talvez ainda exista em determinados sectores) uma prática excessivamente clericalizada, que ainda hoje enforma as nossas vivências e limita a participação de todos. Mas, a mais de quarenta anos do Concilio Vaticano II, com tantas acções de consciencialização, de «promoção» e de formação dos leigos, será que também estes estão disponíveis para assumir, &lt;strong&gt;de pleno direito&lt;/strong&gt;, a missão que lhes pertence? Sem querer entrar nesta «questão» de padres versus leigos, não deixo de considerar a dificuldade que hoje continuamos a encontrar para empenhar um maior número de baptizados na missão da Igreja. Quantas vezes nos é dificil contar com uma participação disponível e empenhada de alguns leigos nas nossas comunidades, no sentido de estas realizarem integralmente a sua missão!... É verdade que temos &lt;strong&gt;leigos muito generosos&lt;/strong&gt;! Aliás, homens e mulheres que são enexcedíveis no seu compromisso, sobre quem - quantas vezes! - recaem depois um excesso de exigências e de tarefas. Tanto mais que a sua missão laical não se esgota, nem é prioritáriamente um serviço interno às estruturas da comunidade. Este é um assunto a que espero voltar. Mas fica aqui o meu registo: estou convencido que a «crise» não é só de vocações consagradas; é muito mais - é de vocações baptismais! E este é o maior desafio que se nos coloca: despertar cada um para a missão que lhe pertence; que não é apenas um direito, mas igualmente um dever, no seio da comunidade Cristã.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-1685601088152010283?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1685601088152010283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1685601088152010283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/09/crise-de-vocaes.html' title='Crise de Vocações!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SMa1kHL3yLI/AAAAAAAAAPg/2t45mHHv4ik/s72-c/DSC_0150%5B1%5D.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-1181347336265392538</id><published>2008-09-08T00:46:00.003+01:00</published><updated>2008-09-08T01:04:42.914+01:00</updated><title type='text'>Filme "A Missão"!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SMRrRBuIDkI/AAAAAAAAAPY/2PyrjDx-6Tw/s1600-h/missao.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5243433806429949506" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 169px; CURSOR: hand; HEIGHT: 237px" height="256" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SMRrRBuIDkI/AAAAAAAAAPY/2PyrjDx-6Tw/s320/missao.bmp" width="189" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Acabo de rever o Filme "A Missão", de Roland Joffé, com Robert de Niro e Jeremy Irons. Se é certo que hoje releio com maior clarividência a história que sujzaz a esta ficção - a relidade da Missão dos Jesuítas na América -, não deixa de ser verdade (sem anacronismos!) que em nome da vontade de Deus muitas vezes se procurou a vontade humana. Na verdade, subjaz a este filme uma questão inquietante: a luta entre duas concepções ideológicas, políticas e socais da época em que decorre toda a acção, o século XVIII. Apesar de tudo, o drama humano está bem patente. E, de algum modo, hoje, como ontem, corremos o mesmo risco - impôr uma vontade unilateral (de quem tem força!), nem que seja usando o nome de Deus! A história é um dasafio contínuo à nossa consciência. Num contexto mental, cultural, político e ideológico diferente, continuamos a usar o «mesmo nome de Deus» para impôr «uma» vontade unilateral, nem que para isso se oponham religiões, culturas, ou simplesmente expresões como «eixo do mal».... E em «nome de Deus» continuamos a buscar interesses humanos... Com o mesmo drama maior: os mais pobres são sempre os que sofrem, porque esses não têm poder e dependem de quem os governa! O drama não é do passado.... Infelizmente, continua no presente! Neste (e único presente!) em que acalentamos um desejo de um futuro bem mais justo e humano!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-1181347336265392538?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1181347336265392538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1181347336265392538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/09/filme-misso.html' title='Filme &quot;A Missão&quot;!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SMRrRBuIDkI/AAAAAAAAAPY/2PyrjDx-6Tw/s72-c/missao.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-7814962581371234514</id><published>2008-08-11T16:43:00.006+01:00</published><updated>2008-08-13T15:26:34.365+01:00</updated><title type='text'>Missão da Igreja!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SKBett-toKI/AAAAAAAAAPQ/S3PX3D9hZEo/s1600-h/materiacapa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5233286906534273186" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 261px; CURSOR: hand; HEIGHT: 166px" height="136" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SKBett-toKI/AAAAAAAAAPQ/S3PX3D9hZEo/s320/materiacapa.jpg" width="286" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Na minha acção de formação em Eclesiologia, na Escola de Leigos, confronto com frequência os formandos com a principal missão da Igreja. A pergunta é mesmo: «Qual a principal missão da Igreja?» Sem dificuldade chegamos à conclusão que recolhemos do Novo Testamento: «Ide por todo o mundo, proclamai o Evangelho a toda a criatura!» (Mc. 16, 15); «Como o Pai me enviou também eu vos envio!» (Jo. 20, 21). Todavia, reconhecemos que este desafio, sendo o maior, gera particulares dificuldades! Dificuldades no íntimo da Igreja e no contexto do mundo de hoje!&lt;br /&gt;No interior da Igreja, reconhecemos a excessiva predominância do ritualismo, da burocracia, do peso de tantas e tantas experiências que nos retiram a frescura e a desenvoltura necessárias para assumir a missão como desafio cimeiro. No contexto do mundo de hoje, as mudanças, os interesses, as linguagens, as ideologias (mais económicas e consumistas do que políticas ou de pensamento!) estabelecem limites a uma certa permeabilidade à Palavra de Deus. Pesem embora as novas aberturas que caracterizam esta fase, denominada de pós-moderna.&lt;br /&gt;Fica-nos sempre a sensação de que nos reencontrámos com o programa essencial que nos é proposto, mas que temos dificuldades em encontrar as estratégias necessárias para o implementar! E efectivamente assim é: a questão que me sobrevém, e que confesso ainda não ter solucionado, é mesmo essa: como evangelizar hoje?&lt;br /&gt;É aqui que a Igreja tem de se centrar: na capacidade de se “reinventar” no seu dinamismo missionário, na sua frescura evangelizadora!&lt;br /&gt;A Igreja não pode persistir em manter-se numa atitude de espectadora de um mundo ao qual é enviada; não pode alcantilar-se nas torres das suas igrejas – imagem de uma comunidade distante do mundo dos homens; não pode satisfazer-se com a gestão das solicitações imediatas, numa administração apurada dos desafios que ainda lhe são feitos!... Tem de ser ousada, tem de se refrescar a partir de dentro, tem – se necessário! – de se renovar para readquirir a capacidade mobilizadora para o encontro com o Ressuscitado, centro de todo o seu ser e seu agir! Tem de se redescobrir nessa sua missão prioritária e para aí canalizar todas as suas energias!&lt;br /&gt;Nesta linha, somos convocados pela palavra do saudoso Papa João Paulo II, quando afirma: “Duc in altum. (Lc. 5, 4) Estas palavras ressoam hoje aos nossos ouvidos, convidando-nos a lembrar com gratidão o passado, a viver com paixão o presente, abrir-se com confiança ao futuro: «Jesus Cristo é o mesmo, ontem, hoje e sempre» (Hb. 13, 8)” (NMI, 1), para logo depois acrescentar: “a Igreja seria convidada a interrogar-se sobre a sua renovação para assumir com novo impulso a sua missão evangelizadora.” (NMI, 2).&lt;br /&gt;Agora que nos aproximamos do início de um novo ano pastoral, estas palavras hão-de ganhar novo impulso no nosso íntimo, catapultando-nos para a centralidade da missão – numa profunda fidelidade ao Espírito e à Palavra do Ressuscitado e atentos aos homens a quem somos enviados. A Igreja necessita de se rever no seu centro de acção, mas também no conhecimento do mundo, dos homens e da cultura a que é enviada. Ao mesmo tempo – talvez o maior desafio – definindo verdadeiras estratégias de acção que possam ser eficazes na vivência dessa sua missão.&lt;br /&gt;Ao longo deste ano temos um belo exemplo, na síntese doutrinal e no agir: São Paulo! Que ele nos ajude, na sua intercessão e na sua doutrina, a encontrar o caminho para a vivência da Igreja do século XXI, como ele o soube encontrar - e de que modo!... - nos inícios deste único e grande envio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pe. Carlos Alberto da Graça Godinho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-7814962581371234514?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/7814962581371234514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/7814962581371234514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/08/na-minha-aco-de-formao-em-eclesiologia.html' title='Missão da Igreja!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SKBett-toKI/AAAAAAAAAPQ/S3PX3D9hZEo/s72-c/materiacapa.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-5193405478525848666</id><published>2008-07-17T00:42:00.007+01:00</published><updated>2008-07-17T12:43:14.521+01:00</updated><title type='text'>O valor das pessoas!...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SH6Mx7IZqiI/AAAAAAAAAPI/a40FZtE7yoc/s1600-h/rosa.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223767407110760994" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 165px; CURSOR: hand; HEIGHT: 167px" height="183" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SH6Mx7IZqiI/AAAAAAAAAPI/a40FZtE7yoc/s320/rosa.bmp" width="224" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O valor de alguém não depende das suas perfeições ou imperfeições. O valor de alguém descobre-se no tempo que lhe dedicamos. Isto é, no amor com que amamos!... Julgo que faz cada vez mais sentido aquela expressão do Principezinho, de Saint Exupéry: «Foi o tempo que tu perdeste com a tua rosa que tornou a tua rosa tão importante.» E depois o Principezinho ainda diz, «para não se esquecer»: «Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa...» Quando tanta gente se fixa no aspecto exterior desta ou daquela pessoa; quando tanta gente procura a «perfeição» do outro nos quadros de uma concepção materialista e de sucessos humanos, esta é uma lição que ainda nos faz pensar. Hoje reflectia sobre as lágrimas de tantas mães que perdem um filho ou uma filha deficiente. Hoje pensei na densidade do amor que se vive para com alguém que está dependente. Sem que se afirme o limite humano como algo de desejável, a capacidade de o acolher e de a ele se dedicar é, quantas vezes, fonte de uma maior intensidade humana do que quando tal não é necessário!... O que é mais humano: desfazer-se de uma vida porque ela tem limites, ou dedicar-se a ela com os limites que comporta? Reflectia, então: o amor depende da intensidade, do tempo e dos gestos que somos capazes de votar aos outros! Nesta sociedade, hedonista, que busca todos os sucessos, não afirmamos tantas vezes que o melhor para alguém com limites humanos é ver esses limites terminados? Que a morte, por exemplo, aparece como um bem? Então porque chora tanta gente, com uma dor compungida, a perda daquele que amava? É que, na verdade, não dependemos dos nossos sucessos ou insucessos, das nossas perfeições ou imperfeições, mas sim do amor com que amámos ou fomos amados! O outro será tanto mais para nós quanto mais a ele nos dedicamos! E quanto maior é a exigência - creio! - maior é o amor! Este será sempre o segredo profundo que explica o significado do amor humano!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;NOTA: O valor da pessoa é uma realidade intrínseca ao seu próprio ser! A pessoa vale por aquilo que é - o seu ser humano!... Aqui afirmo que o reconhecimento deste valor se vive na capacidade de doação. Não quero, de modo algum, ser relativista na afirmação do dom que é sempre a pesssoa humana, em qualquer circunstância. A pessoa é sempre um valor acima do qual não existe outro maior - aí se compreende a sua dignidade!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-5193405478525848666?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/5193405478525848666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/5193405478525848666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/07/o-valor-das-pessoas.html' title='O valor das pessoas!...'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SH6Mx7IZqiI/AAAAAAAAAPI/a40FZtE7yoc/s72-c/rosa.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-6983249757645325784</id><published>2008-07-13T16:53:00.005+01:00</published><updated>2008-07-13T17:02:01.984+01:00</updated><title type='text'>O Papa e a Pedofilia!...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SHolWLmYOgI/AAAAAAAAAPA/NVFCJPMAN6M/s1600-h/Papa_Bento_26_02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5222527780890622466" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 241px; CURSOR: hand; HEIGHT: 146px" height="146" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SHolWLmYOgI/AAAAAAAAAPA/NVFCJPMAN6M/s320/Papa_Bento_26_02.jpg" width="287" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;É inequívoco que a Pedofilia é um crime! É inequívoco que a Pedofilia deve ser condenada por todos. É inequívoco que devemos procurar todos os meios para proteger as crianças em risco de cair nas mãos de adultos doentes, com uma atracção «mórbida» por essas mesmas crianças. É inequívoco tudo isto. E o esforço conjugado no sentido de prevenir um mal terrível é um dever, igualmente inequívoco, de todos nós! É um dever da sociedade: em cada um dos seus elementos e de toda ela, nas suas instâncias jurídicas!&lt;br /&gt;Todavia, parece-me que a pedofilia, na abordagem da Igreja, tem sido usada como arma de arremesso: o Papa foi aos Estados Unidos e, entre tantos discursos, acções, gestos, os noticiários encheram-nos as casas com notícias do pedido de perdão pela pedofilia dos padres naquele país; o Papa vai agora à Austrália, numa Jornada Mundial de Juventude, e os meios de comunicação já ser perfilaram para manter o mesmo discurso! E eu pergunto: será que os meios de comunicação estão assim tão interessados nas vítimas dos pedófilos que – infelizmente – no seio da Igreja se aproveitaram da sua situação para agir de forma doentia e criminosa? Será que os meios de comunicação querem fazer a justiça que cabe aos tribunais realizar? Será que o intuito não é mesmo descredibilizar a Igreja na sua acção e nas suas propostas? Mais ainda: será que os meios de comunicação são sempre tão atentos e denunciadores relativamente a outras instituições? Ás vezes sim (felizmente!), mas nem sempre!&lt;br /&gt;Não podemos deixar-nos cair no engodo das notícias! Pedófilos na Igreja? Sim, de facto existem! Para mal de todos – das crianças vitimadas, dos próprios pedófilos, da sociedade e da comunidade cristã. Mas existe muito mais vida para além da pedofilia. Certamente muitos sacerdotes nesse outro continente vivem a sua vida num esforço contínuo de servir os irmãos e de construir o Reino de Deus! Certamente que a esse esforço têm votado toda a sua vida! Porquê omitir esse esforço? Porquê omitir tanto gesto de dedicação, de entrega, de luta pelo respeito da vida humana em todas as circunstâncias e em todos os momentos do seu desenvolvimento? Certamente – diremos nós! – isso não «vende» a notícia! Pois eu digo: certamente isso não contribui para uma certa estratégia de desacreditação e de tentativa de afronta à Igreja, que persiste nalguns meios de comunicação!&lt;br /&gt;E o Papa, como se tem comportado? Num afã de atrair uma certa «respeitabilidade» não deixa de, a cada passo, falar do assunto! Veja-se a entrevista em pleno voo a caminho da Austrália!... Não seria mais prudente falar deste assunto de uma vez, quando ele devesse – em sede própria – ser tratado? Enfim… Julgo que o drama tem sido explorado; e que o Papa, infelizmente, com tomadas de posição repetidas, não tem deixado de contribuir para esta procissão de acusações. Mesmo que, pela sua sobrevalorização, se tornem injustas e indignas do esforço de tantos consagrados.&lt;br /&gt;Restaria ainda perguntar: como tem a Igreja lidado com a afectividade e com a sexualidade?... Como tem lidado com a formação dos seus sacerdotes, na proximidade, no diálogo, no acompanhamento, prevenindo estas terríveis desorientações de personalidade? É que muito do esforço se faz a montante e não apenas a jusante! Tão pouco – parece-me! – se trata de uma selecção criteriosa! Nesta perspectiva estaríamos a pôr em causa todo o trabalho dos nossos seminários. Trata-se, sim, de perceber que as desorientações de personalidade podem advir, se não houver cuidado! Não sei se a pedofilia é algo de inato, ou porventura se o seu aparecimento pode surgir com o decorrer do tempo! Também isso agora não é determinante! Determinante é a atitude de proximidade, de acompanhamento, de diálogo, de sinceridade (quantas situações podiam ter sido evitadas se a acção fosse imediata, sem hipocrisia?) … Determinante é um discurso de unidade, de exigência e de caridade para o seio da Igreja. Sem complacências, mas de acolhimento.&lt;br /&gt;Enfim… sobretudo, parece-me, existe muito mais vida para além da pedofilia! A Igreja – grande comunidade dos crentes – é essa multidão imensa de homens e mulheres (entre os quais muitos padres!) que vão semeando muito bem na vida de muita gente. Não nos deixemos confundir por quem, deliberada e sistematicamente, a pretende afrontar! Afirmemos cada vez mais a caridade como o grande valor que nos une; sejamos o seu rosto e, então sim, o mundo de hoje poderá falar de nós com outras referências!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-6983249757645325784?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/6983249757645325784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/6983249757645325784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/07/o-papa-e-pedofilia.html' title='O Papa e a Pedofilia!...'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SHolWLmYOgI/AAAAAAAAAPA/NVFCJPMAN6M/s72-c/Papa_Bento_26_02.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-790246062124992642</id><published>2008-07-08T21:14:00.002+01:00</published><updated>2008-07-12T23:10:48.557+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Editorial do Jornal Voz da Paróquia (Pampilhosa)'/><title type='text'>Ano Paulino - Reflexão Pessoal!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SHPLKdZaqiI/AAAAAAAAAO4/NSZOfeMAwqM/s1600-h/jubpaul.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220739773602900514" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="287" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SHPLKdZaqiI/AAAAAAAAAO4/NSZOfeMAwqM/s320/jubpaul.jpg" width="212" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Para assinalar os dois mil anos do nascimento do Apóstolo Paulo, o Papa Bento XVI convocou a Igreja a viver um Ano Paulino, iniciado no passado dia 29 de Junho – Solenidade de São Pedro e São Paulo –, prolongando-se até á mesma Solenidade do próximo ano de 2009. O objectivo é o de nos pôr em contacto com o modelo de Apóstolo que foi São Paulo e com os seus escritos. Neste sentido, o Ano Paulino é um forte convite a uma conversão pessoal, pela adesão à pessoa de Jesus Cristo; à compreensão da doutrina cristã, de que Paulo foi o primeiro sistematizador nas suas Cartas; e à vivência da Evangelização de todos os povos, de que o Apóstolo é exemplo ímpar, na sua acção missionária.&lt;br /&gt;Ao iniciar nas Comunidades Paroquiais, em comunhão com toda a Igreja, este Ano Jubilar, defini três propostas, recolhidas da vivência do Apóstolo Paulo: a total adesão a Jesus Cristo; o testemunho da fé; a urgência da evangelização.&lt;br /&gt;Necessitamos de redescobrir o centro e fundamento da nossa vivência cristã: a pessoa de Jesus Cristo. Paulo, fazendo a experiência íntima de comunhão com o Senhor, sintetiza toda a sua vida pessoal e de evangelizador, na expressão dirigida à comunidade de Filipos: «Para mim, viver é Cristo e morrer, um lucro!» (Fl. 1, 21). De modo algum podemos entender de outro modo esta expressão de Paulo senão no seu verdadeiro sentido – Jesus, o Cristo, é o centro de gravidade de toda a vida do Apóstolo, no presente e no futuro. Com ele havemos, portanto, de fazer esta aprendizagem da vida cristã: centrados em Cristo, «Pedra Angular», construir toda a nossa existência a partir deste mesmo centro de gravidade.&lt;br /&gt;Mas, contrariando uma certa vivência do presente, tendente a reservar as convicções cristãs para o foro íntimo, havemos de nos deixar desafiar pelo Apóstolo a testemunhar Cristo com a própria vida. A deixar que, a partir de nós, irradie para o mundo a Esperança que não passa. É nesta lógica que Paulo nos adverte, em tom de celebração, como fazia aos Tessalonicenses: «Vós fizestes-vos imitadores nossos e do Senhor, acolhendo a Palavra em plena tribulação, com a alegria do Espírito Santo, de tal modo que vos tornastes um modelo para todos os crentes na Macedónia e na Acaia» (1Ts. 1, 6 – 7). Esta palavra torna-se para nós desafio a sermos testemunhas de Cristo no tempo presente e no espaço a que somos enviados.&lt;br /&gt;Centrado no essencial da vida da Igreja, Paulo convida-nos a rejuvenescer em nós – pessoal e comunitariamente – a missão que cabe precisamente a toda a Igreja: a Evangelização! Por isso exclama: «Ai de mim se não evangelizar!» (1 Cor. 9, 16). Mas não o faz como título de glória pessoal, antes consciente do seu dever apostólico. Por isso antecede esta expressão uma outra clarificadora: «Se eu anuncio o Evangelho, não é para mim um título de glória. É antes uma obrigação que me está imposta!» (1 Cor. 9, 16).&lt;br /&gt;Paulo, na sua riqueza de pessoa e de Apóstolo, é um convite exemplar a assumirmos a nossa identidade e missão de cristãos! Que o Espírito Santo de Deus, força sem a qual nada é possível, como o próprio Apóstolo afirma - «Ninguém pode dizer: Jesus é o Senhor, senão sob a acção do Espírito Santo» (1 Cor. 12, 3) – nos dê a graça de vivermos este «Santo Ano» como dom e como oferta. Dom de Deus, a cada um de nós; oferta nossa de uns para com os outros!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pe. Carlos Alberto da Graça Godinho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-790246062124992642?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/790246062124992642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/790246062124992642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/07/para-assinalar-os-dois-mil-anos-do.html' title='Ano Paulino - Reflexão Pessoal!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SHPLKdZaqiI/AAAAAAAAAO4/NSZOfeMAwqM/s72-c/jubpaul.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-595490178059363753</id><published>2008-07-05T23:13:00.006+01:00</published><updated>2008-07-05T23:27:26.736+01:00</updated><title type='text'>Sacerdócio e Palavra!...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SG_0W40sYiI/AAAAAAAAAOw/tC6F0jYiHcs/s1600-h/19%2520Biblia%2520dos%2520Jeronimos%2520vol%2520II.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5219659167193391650" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 209px; CURSOR: hand; HEIGHT: 234px" height="205" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SG_0W40sYiI/AAAAAAAAAOw/tC6F0jYiHcs/s320/19%2520Biblia%2520dos%2520Jeronimos%2520vol%2520II.jpg" width="242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Aqui está um magnífico texto, de São João Crisóstomo, sobre o sacerdócio e a palavra! No fio do tempo... há que recolher o que o tempo nos legou, para dar novo alento ao que o futuro nos exige! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Além das obras, que são um bom exemplo, o ministério sacerdotal não conhece outro método para curar que não seja o ensino da palavra. Só a palavra lhe serve de instrumento, de alimento, de ar sadio. A palavra é o remédio que ele administra, o fogo de que ele se serve para queimar, a espada com que ele corta, e não dispõe de mais nenhuma... Se este meio não surtir efeito, tudo o mais será vão... Por isso é tão importante prestar atenção a que a palavra de Cristo habite em nós com abundância...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;S. João Crisóstomo, &lt;em&gt;Diálogo sobre o sacerdócio&lt;/em&gt;, Livro IV.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-595490178059363753?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/595490178059363753'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/595490178059363753'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/07/sacerdcio-e-palavra.html' title='Sacerdócio e Palavra!...'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SG_0W40sYiI/AAAAAAAAAOw/tC6F0jYiHcs/s72-c/19%2520Biblia%2520dos%2520Jeronimos%2520vol%2520II.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-4686436046542571537</id><published>2008-07-04T01:45:00.003+01:00</published><updated>2008-07-04T01:56:41.447+01:00</updated><title type='text'>Oração em silêncio!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SG108HnwMDI/AAAAAAAAAOo/hOF3Wd_sr3I/s1600-h/meditacao.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218956119379030066" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 170px; CURSOR: hand; HEIGHT: 239px" height="229" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SG108HnwMDI/AAAAAAAAAOo/hOF3Wd_sr3I/s320/meditacao.jpg" width="170" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Achei curioso este texto de Santo Ambrósio de Milão, sobre a oração em silêncio, que partilho convosco:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;Procuremos saber as vantagens, os motivos, porque se reza melhor em segredo do que em altos brados... Se pedes a alguém que te presta logo atenção, percebes que não é preciso gritar. Pedes brandamente e em tom moderado. Se, porém, te diriges a alguém que é surdo, então começas a gritar... Quem grita, imagina que Deus não ouve bem... Quem, ao contrário, reza em silêncio, dá provas e reconhece de que Deus perscruta o coração e os rins e de que escuta a tua oração antes mesmo de ela sair da tua boca...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#330099;"&gt;Ambrósio de Milão, &lt;em&gt;Os Sacramentos&lt;/em&gt;, Livro VI.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-4686436046542571537?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4686436046542571537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4686436046542571537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/07/orao-em-silncio.html' title='Oração em silêncio!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SG108HnwMDI/AAAAAAAAAOo/hOF3Wd_sr3I/s72-c/meditacao.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-2551010875407045656</id><published>2008-07-03T23:08:00.004+01:00</published><updated>2008-07-03T23:17:53.412+01:00</updated><title type='text'>Ordenação Episcopal! - Fotos II</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SG1Pw5oPAyI/AAAAAAAAAOg/KJkTeDtMRyo/s1600-h/DSC_0126.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218915244714165026" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SG1Pw5oPAyI/AAAAAAAAAOg/KJkTeDtMRyo/s320/DSC_0126.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta é uma foto de particular sensibilidade humana - um dos Padres que partilhou o ministério com o seu Bispo, assumindo o desígnio de desenvolver em Coimbra a missão da Igreja, é abraçado como irmão no Episcopado pelo, até ali, seu Bispo Diocesano; e, na sua ordenação Episcopal, seu consagrante. Se é grande o mistério sacramental da transmissão do poder da ordem, há nesta foto, também, uma dimensão humana que nos enriquece e nos faz perceber a comunhão íntima que estamos chamados a construir! É, tão só, mais um registo! E belo, por sinal!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-2551010875407045656?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/2551010875407045656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/2551010875407045656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/07/ordenao-episcopal-fotos-ii.html' title='Ordenação Episcopal! - Fotos II'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SG1Pw5oPAyI/AAAAAAAAAOg/KJkTeDtMRyo/s72-c/DSC_0126.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-4003006551889914455</id><published>2008-07-03T01:23:00.006+01:00</published><updated>2008-07-03T01:31:51.620+01:00</updated><title type='text'>Procura da Sabedoria!...</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SGwdUyl7zoI/AAAAAAAAAOA/aQgdtaq1dvU/s1600-h/a_sabedoria_Antonio_Pierre_De_Almeida%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218578311231032962" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 151px; CURSOR: hand; HEIGHT: 211px" height="223" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SGwdUyl7zoI/AAAAAAAAAOA/aQgdtaq1dvU/s320/a_sabedoria_Antonio_Pierre_De_Almeida%5B1%5D.jpg" width="220" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Dominar a força é vencer; dominar a sabedoria é governar!"&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"A Dança", Ramalho Ortigão, &lt;em&gt;Histórias Cor-de-Rosa.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-4003006551889914455?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4003006551889914455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4003006551889914455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/07/procura-da-sabedoria.html' title='Procura da Sabedoria!...'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SGwdUyl7zoI/AAAAAAAAAOA/aQgdtaq1dvU/s72-c/a_sabedoria_Antonio_Pierre_De_Almeida%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-3918039999078934042</id><published>2008-07-01T18:00:00.012+01:00</published><updated>2008-07-01T18:08:50.218+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fotos do Correio de Coimbra'/><title type='text'>Ordenação Episcopal - Fotos!</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SGpjmzi-nTI/AAAAAAAAANo/THzpMveolfo/s1600-h/FOTO_10_-_Miguel_Cotrim_-_CC.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218092636585237810" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SGpjmzi-nTI/AAAAAAAAANo/THzpMveolfo/s320/FOTO_10_-_Miguel_Cotrim_-_CC.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SGpjbGfSlgI/AAAAAAAAANg/LS0ptKKW3vc/s1600-h/FOTO_10_-_Miguel_Cotrim_-_CC.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218092336193794802" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SGpjVUgE8vI/AAAAAAAAANY/mAHRAdhaZRg/s320/FOTO_12_-_Miguel_Cotrim_-_CC.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218092164556328882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SGpjLVGhD7I/AAAAAAAAANQ/qJYQKGsCTSY/s320/FOTO_13_-_Miguel_Cotrim_-_CC.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218092739280645314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SGpjsyHeLMI/AAAAAAAAANw/oH9bQtoxquU/s320/FOTO_1_-_Miguel_Cotrim_-_CC.JPG" border="0" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-3918039999078934042?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/3918039999078934042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/3918039999078934042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/07/ordenao-episcopal-fotos.html' title='Ordenação Episcopal - Fotos!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SGpjmzi-nTI/AAAAAAAAANo/THzpMveolfo/s72-c/FOTO_10_-_Miguel_Cotrim_-_CC.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-8434012871633890967</id><published>2008-06-30T22:44:00.016+01:00</published><updated>2008-07-01T10:52:59.341+01:00</updated><title type='text'>Ordenação Episcopal!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SGn-UcTQDnI/AAAAAAAAAM4/t5iMmY3vThY/s1600-h/djlavrador3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5217981270433205874" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SGn-UcTQDnI/AAAAAAAAAM4/t5iMmY3vThY/s320/djlavrador3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Após a Ordenação Espiscopal de D. João Lavrador, retenho aqui três impressões pessoais: 1. A beleza da celebração; 2. A acção do novel Bispo, a nível diocesano; 3. Ao lado do ganho para a Igreja em Portugal, o sentimento de perda para a Diocese de Coimbra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. A celebração da Ordenação Episcopal recolhe o seu sentido profundo do significado do múns pastoral dos Bispos, da sua especificidade teológica e do mistério que se realiza mediante os sinais sacramentais. Todavia, sem querer hipervalorizar a dimensão exterior da celebração, havemos de reconhecer que ela se revestiu de sinais humanamente, ritualmente e simbólicamente belos. Partilhei-os com alguma emoção, particularmente quando o novo Bispo (emocionado!) tomou lugar entre os Bispos; quando, no abraço da paz, cumprimentou a sua família; e quando, pela primeira vez, como pastor, dispensou a benção de Deus à vasta assembleia que enchia a Sé Catedral. Mas, para quem, como eu, estuda o Cabido da Sé de Coimbra (neste caso no século XVIII), ver o candidado ao Episcopado a entrar na Sé, paramentado de batinha arroxeada, de roquete branco e de romeira da cor da batina, ladeado dos Cónegos da Sé, fez-me recuar no tempo e imaginar a expressão da mesma Corporação quando um dos seus era elevado ao Episcopado - realidade pela qual muito se lutava entre Cabidos, como forma de engrandecimento de toda a Corporação. Uniram-se, na minha consciência, o presente e o passado. E achei interessante como os sinais são importantes na dignificação de um acto. Além deste - de longe o menos importante -, assumiram grande expressividade a entrega do Evangeliário, do anel, da mitra e do báculo. Momentos altos foram, naturalmente, a oração de consagração, com o Evangeliário aberto sobre a cabeça do Ordinando e a unção na testa, com o óleo do Santo Crisma. Sinais expressivos, pelos quais chegamos à beleza do Mistério. E sinais dignificados, como esteve patente nesta Ordenação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Destes últimos anos de exercício do ministério Presbiteral, ressalvo da acção do Sr. D. João Lavrador, duas realidades: o incremento da Pastoral Universitária e a a coordenação da acção pastoral, como Pró-Vigário Geral. Da primeira, retenho a sua capacidade de trabalho em equipa e a promoção dos diversos sectores de acção pastoral para o Ensino Superior. Com ele renasceu o antigo CADC; com ele se iniciou o SPES; com ele o Justiça e Paz tornou-se espaço de encontro mais alargado. Mas na verdade, tudo se deveu à sua capacidade de coordenar, de incentivar, de responsabilizar; mais do que fazer. Realizava as tarefas da sua competência, mas soube atrair para o âmbito da actividade da Pastoral do Ensino Superior um bom grupo de Professores Universitários; de alunos das diversas Faculdades; bem como responsabilizar algumas pessoas em sectores específicos. Foi um verdadeiro trabalho de comunhão. Testemunhei-o na minha frequente passagem pelo Instituto, no contacto com ele e com alguns membros dos vários serviços. Tanto mais que, alguns deles, membros fundadores do SPES, por exemplo, foram meus colegas de curso. Além deste trabalho de comunhão, a delicadeza no trato, o acolhimento e a palavra amiga para com quem ia ao Instituto, particularmente à hora de almoço, foram um contributo quotidiano para a dinamização daquele espaço. Também aqui experimentei a riqueza das conversas com alguns professores, naquelas que - como referia, em tom afável, o Sr. Professor Barbosa de Melo - eram classificadas como «tertúlias eclesiásticas»; isto porque reuniam dois ou três sacerdotes, mas que nunca foram espaços fechados. Foi, para mim, uma outra experiência de relação humana que complementou a riqueza do espaço universitário.&lt;br /&gt;Na sua actividade como Pró-Vigário Geral, destaco a competência e empenho do Sr. D. João Lavrador na coordenação das diversas actividades diocesanas. Fica-nos a memória última das assembleias de avaliação pastoral; mas também a formação do clero; ou ainda o Conselho Presbiteral, entre tantas outras acções. Não duvido em dizer que, a nível pastoral, foi o braço direito do Pastor da Diocese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Agora que parte, fica-nos - o que é natural! - uma sensação de algum «vazio». Experimentava-o hoje, ao reflectir sobre o dia de ontem e sobre a minha despedida final. Fica, por outro lado, a «inquietação» perante um presbitério em que não abunda este traquejo de acção dinamizadora da vida pastoral. Digo-o, certamente, porque nos habituámos a uma figura; porque faltando este há agora um espaço ainda vazio. É necessário que o Pastor Diocesano, na realização da sua missão, saiba escolher quem possa retomar este serviço de coordenação e dinamização pastoral. Certamente que alguns valores existem ao nível do presbitério - com a formação necessária; com a lucidez requerida; e com competências a desenvolver. Também hoje (e faço-o livremente como membro do presbitério!) me passavam pela cabeça alguns nomes. Na verdade, a Diocese tem de investir na formação dos seus padres. E quando investe deverá contar com eles para o serviço de que carece! Também aí é necessária lucidez: para formar e pedir que se ponha a render a formação feita!&lt;br /&gt;Como a vida se faz de realidades sempre novas, uma outra página, em linha de continuidade, se abre diante de nós na história desta «mais que secular» Diocese de Coimbra; sempre capaz de responder (com maiores ou menores dinamismos!) às exigências da sua missão e de cada tempo! E esta é a beleza de cada Igreja Particular no dinamismo deste mesmo tempo: ver como ela, com maiores ou menores rasgos, é chamada a instaurar o Reino de Deus já presente e a encaminhar-nos, como Igreja peregrina, para a sua consumação final!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-8434012871633890967?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/8434012871633890967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/8434012871633890967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/06/ordenao-episcopal.html' title='Ordenação Episcopal!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SGn-UcTQDnI/AAAAAAAAAM4/t5iMmY3vThY/s72-c/djlavrador3.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-1062353224593414265</id><published>2008-06-28T18:47:00.004+01:00</published><updated>2008-06-28T18:53:30.174+01:00</updated><title type='text'>Ano Paulino - Propostas Pastorais!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216991355539315474" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="177" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SGZ5_z80WxI/AAAAAAAAAMw/Ezw4Je_Zvqs/s320/12532381.jpg" width="171" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;Propostas de meios pastorais para a vivência do Ano Paulino:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;8.  (...) O Ano Paulino oferece uma ocasião riquíssima para o nosso serviço às Igrejas. Cada uma encontrará os meios que considere os mais adaptados para o viver e celebrar. No entanto a Conferência Episcopal, órgão ao serviço da unidade de todas as Igrejas de Portugal, propõe a todas os seguintes instrumentos pastorais:&lt;br /&gt;8.1. “Um ano a caminhar com São Paulo”. Trata-se de um itinerário catequético, tendo Paulo como guia, que além do conhecimento mais profundo do Apóstolo, nos fará percorrer, durante 52 semanas, as principais etapas do caminho cristão. Apresenta um tema para cada semana do ano e destina-se, além das pessoas individualmente, às famílias, aos grupos paroquiais, à pastoral juvenil, aos Movimentos.&lt;br /&gt;8.2. A vivência da Liturgia. Os textos de São Paulo são dos que mais continuamente são lidos na Liturgia. Propomos, durante este ano, uma valorização destes textos, sobretudo nas homilias, não esquecendo que a Liturgia é a grande catequese da Igreja. A Comissão Nacional de Liturgia preparará elementos que ajudem os pastores das comunidades a realizar este objectivo.&lt;br /&gt;8.3. Estudos sobre São Paulo. A Faculdade de Teologia, nos seus diversos Centros e Escolas filiadas, oferecerá ao Povo de Deus, sessões de estudos paulinos.&lt;br /&gt;8.4. Valorização de outras ofertas, particularmente a apresentada pela família Paulista (Padres, Irmãs paulistas e Pias discípulas).&lt;br /&gt;8.5. A festa da conversão de São Paulo, no próximo ano, será celebrada ao Domingo. Será organizada uma grande celebração nacional nesse dia, na Igreja da Santíssima Trindade, em Fátima, centrada num aspecto englobante da doutrina de Paulo.&lt;br /&gt;9. Ao celebrar o Ano Paulino, queremos ter o Apóstolo Paulo como guia inspirador da nossa missão de pastores, de todos os evangelizadores, de quantos, neste mundo secularizado, querem viver connosco a aventura da Igreja.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;                                                                                                                                                                        Fátima, 6 de Maio de 2008&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;OBS. Esta é a proposta da Conferência Episcopal Portuguesa. O texto é retirado da Nota Pastoral que os Bispos escreveram a propósito deste Ano Paulino.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-1062353224593414265?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1062353224593414265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1062353224593414265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/06/ano-paulino-propostas-pastorais.html' title='Ano Paulino - Propostas Pastorais!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SGZ5_z80WxI/AAAAAAAAAMw/Ezw4Je_Zvqs/s72-c/12532381.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-2322823370521465780</id><published>2008-06-24T12:07:00.005+01:00</published><updated>2008-06-24T12:15:32.305+01:00</updated><title type='text'>O que é o Amanhã?...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SGDWlfx0xlI/AAAAAAAAAMo/0Qtaxk5DyDg/s1600-h/027.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215404308169016914" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 203px; CURSOR: hand; HEIGHT: 152px" height="183" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SGDWlfx0xlI/AAAAAAAAAMo/0Qtaxk5DyDg/s320/027.jpg" width="276" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O que é o amanhã? O amanhã é nada! O que existe é o presente, o aqui e agora. Amanhã partiremos e tudo permanecerá. Mas desta vez sem nós. E então deixa de ser, porque só nós damos alma, sentido, profundidade a todas as coisas. As coisas existem porque eu as reconheço, porque as consciencializo, lhes dou existência! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Carlos Alberto G. Godinho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-2322823370521465780?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/2322823370521465780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/2322823370521465780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/06/o-que-o-amanh.html' title='O que é o Amanhã?...'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SGDWlfx0xlI/AAAAAAAAAMo/0Qtaxk5DyDg/s72-c/027.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-2552054467371295554</id><published>2008-06-22T23:52:00.004+01:00</published><updated>2008-06-23T00:58:19.580+01:00</updated><title type='text'>Nostalgia de um Padre...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SF7f1k5j29I/AAAAAAAAAMg/l1Gxypurl0o/s1600-h/tristeza.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214851530072775634" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 178px; CURSOR: hand; HEIGHT: 191px" height="238" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SF7f1k5j29I/AAAAAAAAAMg/l1Gxypurl0o/s320/tristeza.jpg" width="226" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Hoje pensei duas vezes antes de escrever esta «postagem»! Questionei-me: devo ou não escrever? Devo ou não expôr-me? Mas, por vezes, é bom expôrmo-nos e deixar a clara certeza de que um padre, como os demais, se alegra, se entristece, vive momentos de nostalgia, de dor, de solidão, de esperança, de confiança... Hoje senti-me particularmente só na vivência do meu Ministério! Sem dúvida que este sentimento acusa o desgaste próprio de um fim de ano tão intenso (talvez demasiado intenso, numa pluralidade de acções!). Mas a verdade é objectiva e não apenas subjectiva. Nunca me senti tão só na vivência do Ministério! E olho para os últimos dois anos, comparando-os com os anteriores que pude viver. Quando experimentei a fatalidade de ficar só neste arciprestado, após a partida dos dois colegas com quem trabalhei ao longo de sete anos, aguentei-me de «pedra e cal», procurando dar resposta às solicitações que, então, passaram a multiplicar-se. Esperei que tudo fosse passageiro, com a eminência de uma nova resposta para este espaço. Todavia, não o foi! Estamos dois padres numa mesma unidade territorial, mas cada um fazendo a sua vida. Não culpo quem chegou - também ele apanhado, quem sabe? - na encruzilhada do caminho! Posso até culpar-me a mim, já que, diante de uma postura muito diferente, não fui capaz - também eu! - de criar uma outra relação de proximidade! Mas fi-lo consciente de que não queria ser a sobrecarga para quem chegava numa tarefa exigente! E passado um ano vejo-me muito mais só, muito mais absorvido - sem tempo para mim, para as minhas questões pessoais, para a minha família... Ter um dia livre, como acontecia habitualmente, passou a depender do ritmo do próprio trabalho, da «sorte» de não surgir o inesperado.... E psicológicamente acuso este cansaço! Falta-me, como ao comum dos mortais, um tempo para o devido descanso, para sair, para me encontrar com os colegas, para fazer uma experiência mais profunda de comunhão familiar. E olhando para trás, no emaranhado de tarefas em que me envolvi - bem sucedidas, é certo! - contemplo-me mais isolado, mais só, mais nostálgico! E, inevitávelmente, sobrevém a recordação (&lt;em&gt;recordare -&lt;/em&gt;trazer de novo ao coração!) de quem partiu e deixou espaço vazio. Falta a presença, o diálogo, o sorriso, a amizade, a partilha, a entreajuda... Falta-me, quiçá, neste novo quadro também a humildade, o esforço de aproximação... Mas também é certo: tudo foi pensado em dinâmicas diferentes! Por muito que afirmemos a necessidade de partilha entre nós, a verdade é que essa proposta de entreajuda, de comunhão, devia partir de cima, de quem propõe, de quem nomeia, de quem tudo faz para criar espaços de empenhamento solidário e fraterno. E, infelizmente, não foi isso que aconteceu! Isto não é queixa, não é acusação... é desabafo! Necessitamos de criar uma mentalidade diferente! Por ora, sinto que para o Bispo Diocesano o seu problema está resolvido; para as comunidades, melhor ou pior, têm quem as sirva e, portanto, não sentem necessidade de se preocupar; para nós, padres, cada um permanece na sua «quinta», qual propriedade privada, de responsabilidade inteiramente pessoal. E a sensação acaba por ser esta: de isolamento, de responsabilidade unilateral no espaço de intervenção pastoral, de aguentar enquanto se pode... mesmo que o cansaço, o ânimo, a alegria da presença, se esbatam!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nostalgias de um padre! Tão legítimas como outras! Inevitáveis? Não! Tudo podia ser tão diferente! E há muito! Todavia, só quando a «tempestade» fustigar entenderemos que devíamos ter dado as mãos muito mais cedo! Nesta minha nostalgia, antes de me retirar, recoloco tudo nas mãos do Pai e, pese embora a minha fragilidade, sei que Ele renova a sua Aliança de Amor e amanhã um novo dia poderá brilhar com Esperança renovada. Assim Ele nos guarde!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-2552054467371295554?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/2552054467371295554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/2552054467371295554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/06/nostalgia-de-um-padre.html' title='Nostalgia de um Padre...'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SF7f1k5j29I/AAAAAAAAAMg/l1Gxypurl0o/s72-c/tristeza.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-1162754447521139480</id><published>2008-06-15T00:11:00.004+01:00</published><updated>2008-06-15T00:31:58.762+01:00</updated><title type='text'>Direito ao Trabalho!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SFRUKq_6CWI/AAAAAAAAAMY/jlFNlX2LcDY/s1600-h/dia_do_trabalho.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5211883211092265314" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 231px; CURSOR: hand; HEIGHT: 158px" height="187" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SFRUKq_6CWI/AAAAAAAAAMY/jlFNlX2LcDY/s320/dia_do_trabalho.jpg" width="262" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Hoje dava comigo a pensar como se desrespeitam tantos direitos fundamentais. E um deles, é o direito ao trabalho! Afirma-o &lt;em&gt;A Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia&lt;/em&gt;, quando refere: «Todas as pessoas têm direito de trabalhar e de exercer uma profissão livremente escolhida ou aceite» (Art. 15). Na verdade, como tantos outros, este é um bem essencial - indispensável para a salvaguarda da dignidade humana! - que continua a ser desrespeitado! Quanto vezes me interrogo: como poderá uma família ter paz, ter o mínimo de qualidade de vida, ter alegria, quando não se lhe respeita este direito elementar? Que dramas escondem as privações do trabalho? Que futuro se reserva aos jovens a quem se nega este direito fundamental? Existe uma lógica que é necessário inverter! O capitalismo desenfreado não pode abafar o mínimo de equilibrio social em que uma sociedade tem de se basear! Criar riqueza? Sim! Mas uma riqueza que sirva a todos, sobretudo salvaguardando os seus direitos mais elementares - o direito ao pão de cada dia; o direito a uma casa; o direito à educação; o direito à estabilidade... Poderá o trabalho continuar a ser um bem escasso, elemento de estatística, perante a necessidade de alguém? Não! Não pode! Em nome dos direitos mais fundamentais que a todos devem ser assegurados, enquanto condição essencial da dignidade da pessoa humana!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-1162754447521139480?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1162754447521139480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1162754447521139480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/06/direito-ao-trabalho.html' title='Direito ao Trabalho!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SFRUKq_6CWI/AAAAAAAAAMY/jlFNlX2LcDY/s72-c/dia_do_trabalho.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-5764735516185864477</id><published>2008-06-12T13:37:00.003+01:00</published><updated>2008-06-12T14:06:13.496+01:00</updated><title type='text'>As volatilidades de Portugal!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SFEeXogM3_I/AAAAAAAAAMQ/pid_ehqjX94/s1600-h/bandeira%2520PORTUGUESA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210979635202678770" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 240px; CURSOR: hand; HEIGHT: 160px" height="160" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SFEeXogM3_I/AAAAAAAAAMQ/pid_ehqjX94/s320/bandeira%2520PORTUGUESA.jpg" width="268" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Temos um país a dois ritmos: com uma crise económica e social poucas vezes vista; e um Europeu de Futebol que parece querer animar as «hostes». Este último factor até poderia servir de calmante ao primeiro. Na verdade, socialmente os portugueses vivem uma situação de aperto como poucas vezes experimentaram. Até porque as despesas do Estado não parecem baixar considerávelmente e o investimento não resulta, como esperado - a cada dia são mais as empresas a fechar portas ou a deslocalizar-se, deixando tanta gente no desemprego. Sem produção, e consequente aumento de exportações, não é possível avançar para lá deste limiar confrangedor. Mas a questão que mais me indigna é que alguns - poucos! - aproveitem «tão bem» do mal de muitos. Os combustiveis são disso um bom exemplo. Não bastam discursos justificativos, na tentativa de atirar poeira para os olhos dos consumidores. A Galp, por exemplo, neste tempo de crise, que se tem agravado desde o início do ano, aumentou, no mesmo período, em 175 milhões de euros os seus lucros (um acréscimo de 22,9%). Alguma coisa não está bem! Se as dificuldades existem deviam ser palpáveis para todos. Mas a verdade é que não são! E nem o Futebol - que tantos ânimos tem levantado - se inscreve neste quadro como certeza! Depois de todas as movimentação, quase idolatria de algumas pessoas, eis que elas dizem estar de passagem, mesmo antes de acabar os seus compromissos. É o caso do seleccionador nacional: pediu apoio, catapultou entusiasmos, e mesmo antes de acabar um campeonato deixa a certeza de que afinal se vai embora! Enfim... o que hoje é certeza, entusiasmo e alegria, amanhã será mera ilusão, sentimento vago de algo que animou, mas não respondeu às ânsias. É esta a volatilidade da vida! E é esta, também, a volatilidade deste Velho Portugal! Se não se enraizar sólidamente naquilo que pode ser uma esperança segura de futuro - de crescimento, de justiça social, de investimento, de seriedade política, económia, social e cultural, não almejará grande fututro. Vivamos o efémero (eu também o vivo!), mas conscientes que é efémero! Fortaleçamos o que é seguro, para dar futuro a Portugal.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-5764735516185864477?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/5764735516185864477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/5764735516185864477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/06/as-volatilidades-de-portugal.html' title='As volatilidades de Portugal!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SFEeXogM3_I/AAAAAAAAAMQ/pid_ehqjX94/s72-c/bandeira%2520PORTUGUESA.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-4474114284435124176</id><published>2008-06-05T21:58:00.005+01:00</published><updated>2008-06-05T23:11:22.201+01:00</updated><title type='text'>«Paladino» da Liberdade!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SEhZ118JL5I/AAAAAAAAAMI/Lt5_tT42msc/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208511750601256850" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="203" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SEhZ118JL5I/AAAAAAAAAMI/Lt5_tT42msc/s320/untitled.bmp" width="179" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Independentemente das opções políticas, das sensibilidades ideológicas e sociais, mesmo gostando, ou não, da personagem, é indiscutível que Manuel Alegre é um «paladino« da Liberdade. Diz o que pensa, o que sente, o que entende - em consciência! - deverem ser as grandes opções políticas para o Portugal de hoje. Por isso, uma vez mais, gostei de o ouvir na &lt;em&gt;Grande Entrevista&lt;/em&gt; da RTP1. É que, acima de tudo, apela-nos a não nos deixarmos vencer pelos interesses instalados, por um certo «corporativismo», por uma obediência cega... Apela-nos a sermos livres face às forças de pressão, aos grupos de interesses, ao «ditado» comum... Isto é: não abdica da sua consciência, das suas opções, da sua sensibilidade, mesmo sabendo que pode errar e que estas opções serão naturalmente discutíveis. É essa liberdade que me impressiona, num mundo vendido às opções alheias, em que muitas vezes cada um tem tendência a fazer «coro» com aqueles que, dominando, subjugam a consciência, a livre opção e a capacidade de outros se autodeterminarem perante o «simples» interesse da conveniência, ou do resultado imediato. Necessitamos, cada vez mais, de gente «crítica», capaz de reflectir, de rasgar horizontes, de ajudar a ultrapassar interesses instalados. Este é, para mim, o maior desafio da personalidade de Manuel Alegre.&lt;br /&gt;Já depois da entrevista, dava comigo a pensar como isto é necessário não só ao nível político, mas também social, cultural e até eclesial. Bem sei que a «factura» a pagar pela diferença é, quantas vezes, uma forte solidão. Mas este é um dever para connosco e para com outros - deixar o limiar do conveniente para assumir a afirmação do dever. E foi nesta linha de pensamentos que peguei na &lt;em&gt;Gaudium et Spes&lt;/em&gt;, nº 16, para reler: &lt;em&gt;No fundo da consciência, o homem descobre uma lei, que ele não se impôs a si mesmo, mas à qual deve obedecer, e cuja voz ressoa oportunamente aos ouvidos do seu coração, convidando-o a amar e a fazer o bem e evitar o mal. (...) A consciência é o núcleo mais secreto do homem, e o santuário onde ele está a sós com Deus, cuja voz ressoa no seu íntimo. (...) Pela fidelidade à consciência, os cristãos unem-se aos outros homens, para procurar a verdade e resolver com acerto os numerosos problemas morais, que surgem tanto na vida individual, como na comunidade social. &lt;/em&gt;Se mais não ficasse - pois ficou muito mais: o primado da pessoa sobre o valor do material! - teria ficado este convite a retomar esta linha de orientação, que a Igreja magnificamente nos desafia a viver. Se todos fôssemos fiéis à consciência pessoal, distanciando-nos, quantas vezes, de interesses meramente egoístas, imediatos, ou mesmo mesquinhos, como este mundo (o nosso, que nos rodeia e que construímos!) podia ser diferente!... Mais humano e mais fraterno!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-4474114284435124176?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4474114284435124176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4474114284435124176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/06/paladino-da-liberdade.html' title='«Paladino» da Liberdade!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SEhZ118JL5I/AAAAAAAAAMI/Lt5_tT42msc/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-1983335553525134944</id><published>2008-06-05T18:38:00.003+01:00</published><updated>2008-06-05T18:45:00.781+01:00</updated><title type='text'>Em Cristo! (II)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SEglkiBdqEI/AAAAAAAAAMA/2FAIizkmKPk/s1600-h/taize.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208454278592440386" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="282" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SEglkiBdqEI/AAAAAAAAAMA/2FAIizkmKPk/s320/taize.jpg" width="177" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Muitos seres humanos não sabem que Cristo está unido a eles e não reconhecem o seu olhar de amor, dirigido a cada um deles. Ignoram tudo acerca de Deus, até o seu nome. Contudo, Deus permanece em comunhão com cada um".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Irmão Roger, &lt;em&gt;Deus só pode Amar&lt;/em&gt;, p. 23&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-1983335553525134944?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1983335553525134944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1983335553525134944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/06/em-cristo-ii.html' title='Em Cristo! (II)'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SEglkiBdqEI/AAAAAAAAAMA/2FAIizkmKPk/s72-c/taize.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-6789248714340322266</id><published>2008-06-03T13:45:00.003+01:00</published><updated>2008-06-03T13:52:40.360+01:00</updated><title type='text'>Em Cristo!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SEU-UauzuHI/AAAAAAAAAL4/CuXfjLMRbMY/s1600-h/Br_Roger.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5207637064617801842" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SEU-UauzuHI/AAAAAAAAAL4/CuXfjLMRbMY/s320/Br_Roger.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Se fosse possível sondar o coração, o que descobríamos? Surpreendentemente, iríamos aperceber-nos de que, no mais profundo da condição humana, se encontra a espera de uma presença, o silencioso desejo de uma comunhão.&lt;br /&gt;Eis que descobrimos no Evangelho uma resposta a esta espera. São João expressa-a com estas palavras: «A luz que ilumina todo o ser humano veio ao mundo.»&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta luz é a luz de Cristo ressuscitado. Talvez o conheçamos pouco, mas ele permanece próximo de cada um de nós."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Irmão Roger, &lt;em&gt;Deus Só Pode Amar,&lt;/em&gt; p. 21&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-6789248714340322266?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/6789248714340322266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/6789248714340322266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/06/em-cristo.html' title='Em Cristo!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SEU-UauzuHI/AAAAAAAAAL4/CuXfjLMRbMY/s72-c/Br_Roger.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-8348703085893754268</id><published>2008-05-19T15:38:00.004+01:00</published><updated>2008-05-20T13:01:37.207+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Foto: Correio de Coimbra'/><title type='text'>Festa das Famílias e dos Jovens!</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SDGWsVJ3ClI/AAAAAAAAALw/lWC-AdU0Tts/s1600-h/DSC_0311.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5202104732926544466" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SDGWsVJ3ClI/AAAAAAAAALw/lWC-AdU0Tts/s320/DSC_0311.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi uma bela experiência de comunhão diocesana, aquela que vivemos no Luso, neste passado fim-de-semana de 17 e 18 de Maio. Para além da multiplicidade de actividades, de propostas de reflexão, de partilhas diversas de vivências e experiências, o facto de nos congregarmos como uma realidade só, em experiência de comunhão e de unidade, é, por si, uma riqueza inesgotável. Necessitamos, cada vez mais, de nos abrir à partilha e à capacidade de construir projectos comuns. Bem o disse o nosso bispo, na homilia da celebração. Mas agora, como semente, o encontro - como tantos outros! - tem de dar fruto! E julgo que o modo de o fazer frutificar é, precisamente, agregando em comunhão quem está mais próximo. A definição de trabalho em Arciprestado não pode continuar a ser simples afirmação teórica; tem de ser uma realidade a implementar. Esta festa das famílias e dos jovens, pese embora não tenha envolvido todo o arciprestado, como eu pessoalmente gostaria, foi, também, uma vez mais uma experiência rica de trabalho comum. Aqui estiveram a maior parte das paróquias do arciprestado, preparando e realizando este trabalho em conjunto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas esta grande festa ultrapassou os limites do arciprestado e foi, inequivocamente, uma grande festa da diocese. A multiplicidade de voluntários, provenientes das mais diversas comunidades, são disso um belo exemplo. Foi com muita alegria que vi aqui, nesta paróquia que me está confiada, a diocese reunida, assumindo em comum o desafio que lhe fora lançado. Para tal é necessário encontrarmos gente com visão e com perspectivas alargadas. Saúdo, por isso, o Pe. João Paulo Vaz que nos deu um bom exemplo de coordenação, congregando muita gente no mesmo esforço. Pude acompanhar o seu trabalho ao longo destes últimos meses, e apreciei muito a sua capacidade mobilizadora e de reponsabilização. Também este é o futuro a viver a outros níveis. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi mais uma bela página de vivência diocesana, que espero dê fruto abundante no fututo que se aproxima.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De todas as actividades, e pese embora não ser a mais imponente na sua grandiosidade, como o foi a celebração da Eucaristia, com o Pavilhão Gimnodesportivo completamente cheio, a experiência de subir a Serra do Buçaco, em vigília nocturna, com cerca de quinhentos jovens, e a oração, com o Grupo de Taizé, na Cruz Alta, foi uma experiência cheio de uma imensa mística. Muitas vezes subi já àquela cruz - sózinho, com jovens, com adultos, em convívio, em solidão, em reflexão... Mas subi-la para me deixar iluminar pela cruz que brilhava no meio do nevoeiro, à luz das velas e tochas, cantando os louvores de Deus, foi uma experiência espiritual profunda, que me permitiu vivenciar o mais importante - tema agregador para todos os momentos - o Amor do Pai. Sim, o Amor do Pai, que «naquela» cruz nos amou tanto, ao ponto de, no Filho, se entregar por nós. Que este Pai permita que o seu amor lançado nos nossos corações possa agora futificar - no amor para com Ele e no amor de irmãos, construindo, aqui e agora, a Igreja que Ele deseja.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-8348703085893754268?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/8348703085893754268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/8348703085893754268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/05/festa-das-famlias-e-dos-jovens.html' title='Festa das Famílias e dos Jovens!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SDGWsVJ3ClI/AAAAAAAAALw/lWC-AdU0Tts/s72-c/DSC_0311.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-3188783744641933992</id><published>2008-05-14T22:38:00.007+01:00</published><updated>2008-05-14T23:15:22.262+01:00</updated><title type='text'>Escutismo e desenvolvimento integral!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SCthgFJ3CkI/AAAAAAAAALo/CTHvCTAkPHU/s1600-h/cartoon%255B1%255D.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5200357398496610882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SCthgFJ3CkI/AAAAAAAAALo/CTHvCTAkPHU/s320/cartoon%255B1%255D.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Num tempo em que falamos tanto do desenvolvimento integral das nossas crianças e jovens, a &lt;em&gt;Flor de Lis - &lt;/em&gt;Orgão Oficial do Corpo Nacional de Escutas -, em artigo de Pedro Duarte Silva, apresenta-nos uma belíssima estruturação desta formação integral:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Um ser humano é feito de:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Corpo - Desenvolvimento físico;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Inteligência - Desenvolvimento intelectual;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Emoções - Desenvolvimento emocional;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Natureza Social - Desenvolvimento social;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Alma - Desenvolvimento espiritual.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Faltando algum destes elementos constitutivos, o homem está, necessáriamente, incompleto. Mas, o mais interessante, é que o escutismo, quando bem vivido, permite o desenvolvimento de todas estas componentes. A actividade física, própria da dinâmica escutista, contrabalança com uma tendente sedentarização dos nossos jovens, fruto do uso por vezes abusivo das novas tecnologias. A inteligência cultiva-se, igualmente, na mesma dinâmica, quando as actividades propostas são bem organizadas, pedagógicamente correctas e facilitadoras de uma capacidade reflexiva e de síntese. Vejam-se alguns jogos de pista, fogos de concelho, actividades lúdicas e formativas...; quanto manancial disponível para aprender de forma atraente e agradável... Mas as dimensões emocional e relacional são aquelas que mais atraem na vivência do escutismo. Se dizemos que os jovens se sentem atraídos pelas actividades próprias do escutismo, não podemos esquecer que tal se deve ao facto de serem vividas em grupo e de potenciarem a amizade. O facto de desempenhar uma tarefa que implica o grupo cria condições de sociabilização e de afecto que dão profundidade a toda a vivência comum. E também hoje, numa realidade tendencialmente individualista, o escutismo vem ao encontro dos desejos mais profundos das nossas crianças e jovens. A dimensão espiritual marca o desafio do mais profundo; do mais além, onde tudo ganha um sentido radicalmente novo. Onde o presente não se esgota, mas nos abre a um futuro. Por isso, construir o próprio ser na relação com os demais não nos deixa fechados no imediato do aqui e agora; abre-nos a uma dimensão bem mais profunda, onde todo o agir ganha um sentido radicalmente novo. Digamos que a experiência da felicidade experimentada na relação com os outros, nos projecta para uma certeza que de longe nos chama a ir mais além, a buscar o sentido pleno do qua ainda está marcado pela contingência. Quantas vezes um momento de contemplação, uma experiência de amizade, uma actividade... nos enche a alma e nos faz como que perder a noção do tempo. E perder-se nessa imensidão é o desejo mais profundo de cada um. Para o escutismo Católico, esse desejo de profundidade tem rosto - chama-se Jesus Cristo. E é curioso que não só nos apela para esse eterno em nós, mas nos ensina que todas as outras dimensões do nosso ser, devidamente cultivadas, são abertura a essa plenitude. É o viver o já na esperança do que há-de vir. Portanto, felizes já, na esperança de uma felicidade que será plena.&lt;br /&gt;É por isso que importa investir no Escutismo. Poucas serão as «escolas» tão ricas no seu programa, ao serviço do crescimento das nossas crianças e jovens.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pe. Carlos Alberto Godinho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-3188783744641933992?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/3188783744641933992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/3188783744641933992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/05/escutismo-e-desenvolvimento-integral.html' title='Escutismo e desenvolvimento integral!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SCthgFJ3CkI/AAAAAAAAALo/CTHvCTAkPHU/s72-c/cartoon%255B1%255D.gif' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-1976079369644724990</id><published>2008-05-13T01:08:00.007+01:00</published><updated>2008-05-13T01:48:41.856+01:00</updated><title type='text'>D. João Lavrador</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SCjjkFJ3CjI/AAAAAAAAALg/t9uwgTq6IKs/s1600-h/D-joaolavrador.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5199655978797566514" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 217px; CURSOR: hand; HEIGHT: 180px" height="186" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SCjjkFJ3CjI/AAAAAAAAALg/t9uwgTq6IKs/s320/D-joaolavrador.jpg" width="206" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Expressava aqui, no ano passado, a minha alegria por ver elevados ao Episcopado os Srs. D. António Couto e D. Anacleto Oliveira. Hoje, cabe-me expressar a minha alegria pela nomeação Episcopal de D. João Lavrador. Se os primeiros me marcaram enquanto professores de Teologia, D. João Lavrador foi mais um colega com quem pude partilhar alguns momentos da minha vida, particularmente durante a minha presença habitual em Coimbra, enquanto frequentava a Faculdade de Letras da Universidade. Foram sempre momentos muito proveitosas e, sobretudo, afáveis as conversas à hora de almoço. É curioso que descobri no agora D. João Lavrador o colega amigo que noutros contextos não pude conhecer. O seu trabalho pastoral não me permitiu conhecê-lo. Nem mesmo a sua passagem pelo Seminário, pois entrou como perfeito e, logo, como Reitor, quando eu saía, terminando o meu curso de Teologia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estes anos de Coimbra permitiram-me outra proximidade, outra amizade e outro carinho pelo Pe. João Lavrador.&lt;br /&gt;Além disso, apreciei sempre o seu esforço empenhado na coordenação do trabalho pastoral a nível diocesano e a nível da pastoral universitária. Indiscutível é que foi abnegado na sua doação, assumindo todos os trabalhos necessários, numa grande disponibilidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rendo-lhe, por isso, a minha homenagem e congratulo-me com ele nesta nova estapa da sua vida. Mais: peço a Deus que o cumule com as suas bençãos, nesta hora em que é chamado a servir com mais profunda responsabilidade a Igreja de Cristo e a servir os irmãos numa total doação. Ser Bispo é ser servo à imagem de Cristo. Se todos olhamos e nos congratulamos com a sua escolha para este ministério, não podemos deixar de o lembrar nesta hora de novo desafio, em que é chamado a servir no total desprendimento de si. "Fiz-me tudo para todos" - dizia São Paulo. Ser Bispo é isto: ser tudo para todos! A tarefa reveste-se, por isso, de maiores exigências. Caro D. João Lavrador, fica aqui o meu testemunho de amizade, a certeza da minha oração, e a manifestação da minha alegria. Ainda que lho tenha manifestado pessoalmente, este pode ser um espaço de reconhecimento e de partilha, com tantos irmãos, e de testemunho público, da comunhão que sempre nos há-de unir enquanto servidores de uma mesma Igreja. Que o serviço que agora assume possa ser particular fonte de profunda alegria. E que as provas nada sejam diante da certeza de servir a causa do Evangelho, comungando «as alegrias, as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens do nosso tempo», como refere a &lt;em&gt;Gaudium et Spes, &lt;/em&gt;nº 1.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-1976079369644724990?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1976079369644724990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1976079369644724990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/05/d-joo-lavrador.html' title='D. João Lavrador'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SCjjkFJ3CjI/AAAAAAAAALg/t9uwgTq6IKs/s72-c/D-joaolavrador.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-8798966335889837339</id><published>2008-05-01T17:09:00.004+01:00</published><updated>2008-05-01T17:55:21.592+01:00</updated><title type='text'>A denúncia de Pe. António Vieira!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SBnx8ndcYnI/AAAAAAAAALY/BWdQ_he5JzI/s1600-h/imag020301.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5195449668835500658" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="273" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SBnx8ndcYnI/AAAAAAAAALY/BWdQ_he5JzI/s320/imag020301.jpg" width="173" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Caíu-me de novo nas mãos, um pouco por acaso, o célebre &lt;em&gt;Sermão de Santo António aos Peixes&lt;/em&gt;, do Pe. António Vieira, aquele de quem Fernando Pessoa disse que é o «Imperador da Língua Portuguesa»! Mas não é pelo estilo de escrita que escrevo agora, mas sim pelo seu conteúdo. Numa denúncia sempre actual, o Pe. António Vieira, após o elogio dos peixes e da sua virtude, denuncia as suas fraquezas, os defeitos que pode registar entre estes seres maritimos. Numa linguagem metafórica excelente, o Pe. António Vieira deixa-nos aqui um confronto imenso com a nossa humanidade distorcida! Mas fiquemos com um excerto do seu sermão:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;A primeira coisa que me desidifica, peixes, de vós, é que vos comeis uns aos outros. Grande escândalo é este, mas a circunstância o faz ainda maior. Não só vos comeis uns aos outros, senão que os grandes comem os pequenos. Se fora pelo contrário, era menos mal. Se os pequenos comeram os grandes, bastara um grande para muitos pequenos; mas como os grandes comem os pequenos, não bastam cem pequenos, nem mil, para um só grande. Olhai como estranha isto Santo Agostinho: &lt;/em&gt;Homines pravis, praeversisque cupiditatibus facti sunt veluti pisces invicem se devorantes: «&lt;em&gt;Os homens com suas más e perversas cobiças, vêm a ser como os peixes, que se comem uns aos outros». Tão alheia coisa é, não só da razão, mas da mesma natureza, que sendo todos criados no mesmo elemento, todos cidadãos da mesma pátria e todos finalmente irmãos, vivais de vos comer! Santo Agostinho, que pregava aos homens, para encarecer a fealdade deste escândalo, mostrou-lho nos peixes; e eu, que prego aos peixes, para que vejais quão feio e abominável é, quero que o vejais nos homens. (...)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Já que assim o experimentais com tanto dano vosso, importa que de aqui por diante sejais mais repúblicos e zelosos do bem comum, e que este prevaleça contra o apetite particular de cada um, para que não suceda que, assim como hoje vemos a muitos de vós tão diminuídos, vos venhais a consumir de todo."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pe. António Vieira, Sermão de Santo António aos Peixes&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este sermão, pregado na cidade de São Luís de Maranhão, no Brasil, em 1654, três dias antes de o Pe. António Vieira embarcar ocultamente para o Reino, não vale apenas pelo seu estilo. A ele se une a força do seu conteúdo, tornando-o imorredoiro na actualidade das suas afirmações.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-8798966335889837339?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/8798966335889837339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/8798966335889837339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/05/denncia-de-pe-antnio-vieira.html' title='A denúncia de Pe. António Vieira!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SBnx8ndcYnI/AAAAAAAAALY/BWdQ_he5JzI/s72-c/imag020301.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-3875469062492680402</id><published>2008-04-26T23:00:00.004+01:00</published><updated>2008-04-26T23:20:45.549+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vitral da Igreja de São José'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='da autoria de Mons. Nunes Pereira'/><title type='text'>A Riqueza da Igreja!</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SBOqBXdcYmI/AAAAAAAAALQ/LlFXlIbK5tM/s1600-h/vitral2%5B1%5D.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5193681735742415458" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SBOqBXdcYmI/AAAAAAAAALQ/LlFXlIbK5tM/s320/vitral2%5B1%5D.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Se Jesus Cristo não constituiu a sua riqueza&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;a Igreja é miserável.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Se o Espírito de Jesus Cristo não floresce nela,&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;a Igreja é estéril.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;O seu edifício ameaça ruína, &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;se o seu arquitecto não é Jesus Cristo&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;e se o Espírito Santo não é o cimento de pedras vivas&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;com a qual ela é construída.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Não tem beleza alguma,&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;se não reflecte a beleza sem par do Rosto de Jesus Cristo&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;e não é árvore cuja raíz é a Paixão de Cristo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;A ciência de que se ufana é falsa&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;e falsa é também a sabedoria que a adorna,&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;se ambas não se resumem em Jesus Cristo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Ela retém-nos nas sombras da morte,&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;se a sua luz não é «luz iluminada»&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;que vive inteiramente em Jesus Cristo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Toda a sua doutrina é uma mentira, &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;se não anuncia a verdade que é Jesus Cristo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Toda a sua glória é vã,&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;se não está fundamentada na humildade de Jesus Cristo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;O seu próprio nome torna-se estranho,&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;se não evoca imediatamente em nós o único Nome.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;A Igreja não significa nada para nós,&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;se não é sacramento , o sinal eficaz de Jesus Cristo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Henri de Lubac)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-3875469062492680402?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/3875469062492680402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/3875469062492680402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/04/riqueza-da-igreja.html' title='A Riqueza da Igreja!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SBOqBXdcYmI/AAAAAAAAALQ/LlFXlIbK5tM/s72-c/vitral2%5B1%5D.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-5143897309324436015</id><published>2008-04-25T23:18:00.002+01:00</published><updated>2008-04-25T23:25:04.269+01:00</updated><title type='text'>Abril!</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SBJaG3dcYlI/AAAAAAAAALI/Bya97TWhgAw/s1600-h/cravovermelho.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5193312394324763218" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="246" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SBJaG3dcYlI/AAAAAAAAALI/Bya97TWhgAw/s320/cravovermelho.jpg" width="173" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Precisamos das ideias... dos ideais... da força... do desígnio... do espírito que fez Abril!... Para que hoje Abril se cumpra, na mesma força e no mesmo desígnio. Para que Abril, por cumprir, brilhe como nova esperança e se torne realidade!&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Carlos Godinho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-5143897309324436015?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/5143897309324436015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/5143897309324436015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/04/abril.html' title='Abril!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SBJaG3dcYlI/AAAAAAAAALI/Bya97TWhgAw/s72-c/cravovermelho.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-4316039120001015153</id><published>2008-04-24T16:01:00.002+01:00</published><updated>2008-04-24T16:05:05.352+01:00</updated><title type='text'>Incapacidade de Respostas!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SBChaXdcYkI/AAAAAAAAALA/qToLVfT9MZE/s1600-h/porta%2520aberta%2520(andre%2520boto).jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5192827844704363074" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="288" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SBChaXdcYkI/AAAAAAAAALA/qToLVfT9MZE/s320/porta%2520aberta%2520(andre%2520boto).jpg" width="191" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ao confrontar-me com algumas afirmações, seja na televisão, num ou noutro escrito, ou particularmente atento à realidade que me envolve – sem pretensão nenhuma da minha parte! -, sinto que a nossa maior dificuldade, de ministros da Igreja, é a de dar resposta aos grandes desafios que nos são colocados: a problemática da Fé e as «razões» para acreditar; a Moral; o significado da Igreja e sua missão… etc. etc.…&lt;br /&gt;Sinto que no momento em que vivemos se cruzam duas orientações, como dois caminhos que teimam em não se cruzar: as preocupações imediatas da Igreja e as principais questões que se colocam aos nossos contemporâneos!&lt;br /&gt;Nós, homens de Igreja, vivemos assoberbados por um conjunto de tarefas pastorais a que temos de dar resposta, quase maquinalmente programados para responder a tudo, segundo as exigências dos nossos serviços. Os nossos contemporâneos (mesmo que nem todos, num imediatismo que persiste!) debatem-se com questões de fundo: razões para a sua fé, para a sua esperança; reclamando – mesmo que de forma passiva! – uma outra presença de Igreja: mais credível; mais atenta às preocupações de fundo; capaz de responder às suas inquietações; em suma, portadora de razões para acreditar.&lt;br /&gt;Mas responder às inquietações dos nossos contemporâneos pressupõe capacidade de parar para os ouvir; capacidade de escuta das suas aspirações; capacidade de entender as suas dúvidas, as suas incertezas (ou certezas!); capacidade de ler o mundo que nos rodeia.&lt;br /&gt;Mas responder às inquietações dos nossos contemporâneos pressupõe capacidade de reflectir, de aprofundar conhecimentos, de renovar conceitos, de ser credível nas nossas intervenções. O mundo de hoje, na clivagem de ideias, não se compadece de respostas feitas e prontas a servir. Tem de haver convicção, conhecimento, razoabilidade.&lt;br /&gt;Este é o maior desafio que nos é feito!&lt;br /&gt;Em tempo pascal, tomando como leitura os Actos dos Apóstolos – leitura que se renova em cada dia, na Eucaristia – vemos como os discípulos instituíam novos ministérios para eles se de dedicarem à pregação. Nunca descuraram a sua tarefa primordial! Não deixa de ser para mim um questionamento esta atitude! E como respondemos nós às inquietações do nosso tempo? E o que privilegiamos na nossa acção pastoral?&lt;br /&gt;Mais: o que privilegiam os nossos Bispos? O que esperam dos seus padres? O que exigem como tarefa primordial? Uma atitude primária de resposta ao imediato, na voracidade de exigências com que se deparam, ou uma atitude mais profunda de leitura dos tempos e da Palavra que lhes foi confiada, no dia da ordenação, para a anunciarem?&lt;br /&gt;Estas são inquietações pessoais!&lt;br /&gt;Bem sei que uma outra se sobrepõe, e que o mundo hodierno exige de sobremaneira – a autoridade da santidade! A verdadeira autoridade! Todavia, para sermos credíveis não podemos passar ao lado dos homens do nosso tempo. Bem pelo contrário: temos de os conhecer, de os ouvir profundamente, de ler as suas inquietações mais íntimas; para, então sim, responder: de forma credível, autorizada, convicta e esclarecida. Mas isto pressupõe a humildade da procura, a atitude de renovação das linguagens; a capacidade de nunca cristalizar, sob pena de falar ao homem de hoje imerso na consciência do homem de ontem. &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pe. Carlos Alberto da Graça Godinho&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-4316039120001015153?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4316039120001015153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4316039120001015153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/04/incapacidade-de-respostas.html' title='Incapacidade de Respostas!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SBChaXdcYkI/AAAAAAAAALA/qToLVfT9MZE/s72-c/porta%2520aberta%2520(andre%2520boto).jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-1380731230701077009</id><published>2008-04-18T01:14:00.003+01:00</published><updated>2008-04-18T01:18:14.865+01:00</updated><title type='text'>Centenário do Nascimento de Monsenhor Raul Mira</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SAfofZuCggI/AAAAAAAAAK4/KFgROK3gjTo/s1600-h/florbranca.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5190372721745363458" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 221px; CURSOR: hand; HEIGHT: 223px" height="223" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SAfofZuCggI/AAAAAAAAAK4/KFgROK3gjTo/s320/florbranca.jpg" width="257" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; No próximo dia 3 de Maio, a Paróquia de Luso promove a celebração do Centenário do nascimento de Monsenhor Raul Mira. Este insigne sacerdote, nascido no Luso a 3 de Maio de 1908, foi ordenado presbítero na Sé Catedral de Coimbra, a 4 de Abril de 1931, pelo então bispo Diocesano, D. Manuel Luís Coelho da Silva. Depois de um primeiro serviço pastoral em Ferreira do Zêzere, extremo sul da Diocese de Coimbra, foi em Aveiro que viveu a maior parte do seu múnus sacerdotal. Ali permaneceu de 1937 a 1956, para onde transitou logo após a restauração desta Diocese, exercendo um trabalho inestimável ao seu serviço: foi Pároco da Paróquia da Glória, na cidade; Vigário Geral da Diocese, de 1939 a 1956; Vice-Reitor do Seminário de Aveiro, obra em cuja construção se empenhou ao lado do Bispo Diocesano, D. João Evangelista de Lima Vidal; mais tarde Reitor do mesmo Seminário, onde foi ainda professor.&lt;br /&gt;Igualmente professor na Escola do Magistério Primário de Aveiro, desenvolveu um trabalho pastoral e humano de grande profundidade ao serviço da comunidade humana e cristã a que se dedicou.&lt;br /&gt;Viria a receber a nomeação de Monsenhor, como reconhecimento do trabalho já então desenvolvido, a 27 de Fevereiro de 1947, como Prelado Doméstico de Sua Santidade, o Papa Pio XII.&lt;br /&gt;Em 1957, acompanhando o Bispo de Quelimane, parte em serviço para esta diocese de África, onde permaneceu até 1964. Neste ano regressa ao Luso, sua terra natal, onde lhe são confiados outros serviços pastorais: pároco de Luso e pároco de Vacariça, trabalho que acumulou com o de professor no Colégio da Mealhada.&lt;br /&gt;A 10 de Julho de 1988, gravemente doente, veio a ser dispensado do serviço paroquial de Luso, falecendo na sua residência a 4 de Setembro do mesmo ano.&lt;br /&gt;A comunidade de Luso consciente do carácter da pessoa e do pastor que foi Monsenhor Raul Mira e dos serviços prestados á Igreja, e ainda consciente do carinho que sempre lhe votou, não quis deixar de assinalar esta efeméride.&lt;br /&gt;Assim, das celebrações constam: às 11.00 h – Solene Concelebração Eucarística na Igreja Paroquial de Luso, presidida pelo Rev.mo Senhor D. Albino Cleto, Bispo de Coimbra; às 12.30h – Inauguração do Busto de Monsenhor Raul Mira, no Adro da Igreja Paroquial; às 13.00h – Almoço no Grande Hotel de Luso, aberto a quem quiser associar-se, mediante prévia inscrição; às 15.00h – Conferência, a proferir pelo Professor Doutor José Carlos Seabra Pereira, sobre a Vida e Obra de Monsenhor Raul Mira, seguida de abertura de exposição, a decorrer nas instalações da Junta de Turismo de Luso.&lt;br /&gt;Esta procurará ser a justa homenagem àquele de quem um dia D. João Evangelista de Lima Vidal dizia: “Ele tem sido a luz dos meus olhos cegos, ele tem sido a respiração do meu peito seco, ele tem sido os braços do meu esqueleto, ele tem sido a vida da minha morte; ele é a alma branca da Diocese de Aveiro”. Nada melhor que esta citação para ilustrar o reconhecimento deste bispo relativamente ao seu trabalho. Mas, em sintonia com o povo de Luso e parafraseando D. João Evangelista de Lima Vidal, se ele foi a alma branca da Diocese de Aveiro, deixou que o brilho dessa alma se estendesse a terras de África e à sua Diocese de origem, terra onde nasceu, se formou e, no final da vida, com tanta afabilidade, soube servir os seus.&lt;br /&gt;A homenagem é, por isso, acção de graças pelo dom que foi para todos e recordação do bem que entre tantos semeou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pe. Carlos Alberto Godinho&lt;br /&gt;Pároco de Luso&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-1380731230701077009?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1380731230701077009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1380731230701077009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/04/centenrio-do-nascimento-de-monsenhor.html' title='Centenário do Nascimento de Monsenhor Raul Mira'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SAfofZuCggI/AAAAAAAAAK4/KFgROK3gjTo/s72-c/florbranca.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-2573011043258434838</id><published>2008-04-11T19:32:00.004+01:00</published><updated>2008-04-11T19:43:01.305+01:00</updated><title type='text'>Sugestão de Livros!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/R_-wichpNkI/AAAAAAAAAKw/dGYenYkQ_R0/s1600-h/logo_eucaristia_grande.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5188059401573447234" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 177px; CURSOR: hand; HEIGHT: 247px" height="247" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/R_-wichpNkI/AAAAAAAAAKw/dGYenYkQ_R0/s320/logo_eucaristia_grande.gif" width="206" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Hoje quero sugerir, a quem por aqui passar, dois pequenos livros. Pequenos em tamanho, o que permite uma leitura fácil, mas grandes em conteúdo. Quando nos questionamos sobre o porquê de ir à missa, ou o porquê de nos confessarmos, nada melhor que aceitar uma resposta simples, bela, profunda de um teólogo e bispo - Bruno Forte.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para quem se coloca estas questões, sugiro os pequenos livros, editados pela Paulus, com os seguintes nomes:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bruno Forte, &lt;em&gt;Porquê ir à Missa ao Domingo?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bruno Forte, &lt;em&gt;Porquê Confessar-se?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;São dois pequenos livros que nos ajudam a ter uma visão bem diversa da realidade. Com um proveito muito maior!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-2573011043258434838?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/2573011043258434838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/2573011043258434838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/04/sugesto-de-livros.html' title='Sugestão de Livros!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/R_-wichpNkI/AAAAAAAAAKw/dGYenYkQ_R0/s72-c/logo_eucaristia_grande.gif' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-4136286056868079702</id><published>2008-04-08T19:52:00.002+01:00</published><updated>2008-04-08T20:02:48.738+01:00</updated><title type='text'>A lógica da Cruz!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/R_vBL0xptnI/AAAAAAAAAKo/WQc30EHNOps/s1600-h/cruz470jn6.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5186951804736878194" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="265" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/R_vBL0xptnI/AAAAAAAAAKo/WQc30EHNOps/s320/cruz470jn6.jpg" width="199" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Fico sempre «incomodado» quando ouço alguém dizer-me - o que é frequente! - que não sabe o que fez para merecer tamanho castigo de Deus! A minha atitude é, imediatamente, de desfazer esta imagem de um Deus negativo, castigador, opressor, quase sádico, que nada tem a ver com o Deus de Jesus Cristo. Será que nós cristãos já entendemos a lógica da cruz? Será que já vimos até onde vai o Amor de Deus? «Ele não poupou o Seu próprio Filho» - diz-nos a Escritura! E não o poupou por Amor de nós! Como podemos falar assim de Deus? Às vezes, parece-me quase ofensivo olhar desta maneira Aquele que tanto nos ama! Olhamos de forma negativa Quem se dá inteiramente por nós! Aprendamos que o sofrimento é consequência do nosso agir, das nossas opções, ou, simplesmente, da nossa natureza e da respectiva liberdade humana. Deus criou-nos frágeis; condição necessária para sermos livres! Mas AMA-NOS! Aprendamos a lógica da cruz!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além disso, a nossa cruz, por vezes, já é tão pesada! Porque havemos de julgar contra nós Aquele que caminha a nosso lado? Porque teimamos em culpar Aquele que carrega connosco o peso das nossas dificuldades? Amemos o Amor! Ele caminha connosco!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-4136286056868079702?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4136286056868079702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/4136286056868079702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/04/lgica-da-cruz.html' title='A lógica da Cruz!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/R_vBL0xptnI/AAAAAAAAAKo/WQc30EHNOps/s72-c/cruz470jn6.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-1344431914262858437</id><published>2008-03-25T14:07:00.003Z</published><updated>2008-03-25T14:16:29.388Z</updated><title type='text'>Páscoa Feliz!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5181682897771935330" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/R-kJJExptmI/AAAAAAAAAKg/4x1MqcXQsdY/s320/ressureicao.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;Este é o maior dom que nos é dado: a VIDA! Deus amou-nos até ao limite da sua entrega e Ressuscitando abriu um sentido novo à existência humana. Já não há sofrimento, dor, morte, tristeza, que nos possa separar do dom de Deus, em Cristo Ressuscitado. Alegremo-nos ao longo destes cinquenta dias de tempo Pascal - sinal do tempo presente e futuro, em que a vida se renovou plenamente e para nós se abriu a verdadeira esperança!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;Páscoa Feliz!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-1344431914262858437?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1344431914262858437'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/1344431914262858437'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/03/pscoa-feliz.html' title='Páscoa Feliz!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/R-kJJExptmI/AAAAAAAAAKg/4x1MqcXQsdY/s72-c/ressureicao.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-7699797421422876803</id><published>2008-03-04T16:13:00.004Z</published><updated>2008-03-04T16:23:03.252Z</updated><title type='text'>Dornes: Um espaço místico!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/R812Vr9Vh7I/AAAAAAAAAKQ/hSERD8nh9TA/s1600-h/Dorn7G.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173921661867886514" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 256px; CURSOR: hand; HEIGHT: 198px" height="149" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/R812Vr9Vh7I/AAAAAAAAAKQ/hSERD8nh9TA/s320/Dorn7G.jpg" width="262" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A freguesia de Dornes situa-se no extremo norte do distrito de Santarém, concelho de Ferreira do Zêzere. Eclesiásticamente pertence ao Bispado de Coimbra e turisticamente está integrada na Região de Turismo dos Templários. Dornes faz fronteira, através do rio Zêzere (Albufeira de Castelo do Bode), com o distrito de Castelo Branco, concelho da Sertã, freguesia de Cernache do Bonjardim. No concelho de Ferreira do Zêzere temos como freguesias vizinhas, as de Águas Belas, Bêco e Paio Mendes. Com uma área aproximada de 22,1 Km2, tem como localidades de maior destaque para além de Dornes, sede histórica e religiosa da freguesia, os lugares de Barrada, Cagida, Carril, Casal Ascenso Antunes, Casal da Mata, Frazoeira, Joaninho, Junqueira, Lameirancha, Macieira da Rocha, Peralfaia, Quinta da Benta, Quintas, Ribeiro da Coroa, Rio Cimeiro, Rio Fundeiro, Salão de Baixo, Salão de Cima e Vale Serrão.&lt;br /&gt;Terra muito antiga, será mesmo anterior à fundação da nacionalidade, como o atestam os monumentos e os vestígios arqueológicos que por aqui se têm encontrado. Já na primeira dinastia encontramos alguns documentos que lhe fazem referência, sendo muito divulgada a presença de um religioso de Dornes no Foral de Arega, em inícios do século XIII, e facto a assinalar a sede em Dornes, desde o século XII, de uma Comenda da Ordem dos Templários. Já no século XV, Dornes, enquanto Comenda Mor da Ordem de Cristo teve por Comendador D. Gonçalo de Sousa, homem muito influente, da Casa do Infante D. Henrique, e que aqui mandou construir, em 1453, a Igreja de Nossa Senhora do Pranto. Este local de culto deu à povoação, parte da importância que esteve na origem, em 1513, da atribuição do Foral Manuelino, que delimitava o Concelho de Dornes à sua freguesia e à do Beco, nascendo a de Paio Mendes uns anos mais tarde. Desta terra sairiam um século mais tarde, muitos dos heróicos combatentes que por volta de 1650 se bateram nas fronteiras para assegurar a independência nacional. Do "modus vivendus" das gentes de Dornes, destacaremos a produção e comercialização da madeira de castanho, tradição que já encontramos descrita desde o século XIV e que se manteve até finais do século XIX. Também no Século XIX, a reforma de Rodrigo da Fonseca, veio extinguir o Concelho Dornes, integrando-o desde 1835, no Concelho de Ferreira do Zêzere.&lt;br /&gt;Do século XIX para cá, a freguesia de Dornes tem sido um polo de atracção turística e a sala de visitas do Concelho de Ferreira do Zêzere em função das suas paisagens deslumbrantes sobre o Zêzere e também em virtude da grande carga histórica e monumental que as suas aldeias encerram. De entre os visitantes ilustres, destacaremos Alfredo Keil que em 1890, ensaiaria com a então Sociedade Filarmónica Carrilense a primeira orquestração do marcha: "A Portuguesa", sendo assim o Carril, um dos berços do actual hino nacional português.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Texto in www.jf-dornes.pt&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-7699797421422876803?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/7699797421422876803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/7699797421422876803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/03/dornes-um-espao-mstico.html' title='Dornes: Um espaço místico!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/R812Vr9Vh7I/AAAAAAAAAKQ/hSERD8nh9TA/s72-c/Dorn7G.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-8590178197884516676</id><published>2008-02-26T01:23:00.005Z</published><updated>2008-02-26T01:42:49.339Z</updated><title type='text'>O Regresso do Filho Pródigo!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5171097603546120082" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="231" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/R8Nt3249f5I/AAAAAAAAAKI/x_DSZ2xuVU8/s320/return-prodigal-son.jpg" width="207" border="0" /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Em tempo de Quaresma, deixo aqui uma sugestão de leitura. Mais do que indicar o autor e o nome do livro, deixo este excerto, que é de uma enorme doçura e diz muito do coração de Deus:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;"Ao longo de toda a minha vida tenho lutado por encontrar Deus, por conhecer Deus, por amar a Deus; procurei seguir as directrizes da vida espiritual - orar constantemente, trabalhar pelos outros, ler as Escrituras - e evitei muitas tentações de arranjar desculpas. Falhei muitas vezes, mas voltei sempre a tentar, mesmo quando estive à beira do desespero. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Agora pergunto se durante todo este tempo tive ou não suficiente consciência de que Deus andou a procurar encontrar-me, conhecer-me e amar-me. A questão não é: «Como hei-de encontrar Deus?», mas: «Como hei-de deixar que Deus me encontre?». A questão não é: «Como posso conhecer Deus?», mas: «Como posso deixar que Deus me conheça?». Finalmente, a questão não é: «Como vou amar a Deus?», mas: «Como vou deixar amar-me por Deus?» Deus anda por longe à minha procura, tratando de me encontrar e desejando levar-me para casa."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;Henri Nouwen, &lt;em&gt;O Regresso do Filho Pródigo&lt;/em&gt;, pp. 118 - 119.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-8590178197884516676?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/8590178197884516676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/8590178197884516676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/02/o-regresso-do-filho-prdigo.html' title='O Regresso do Filho Pródigo!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/R8Nt3249f5I/AAAAAAAAAKI/x_DSZ2xuVU8/s72-c/return-prodigal-son.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-7600578766186847693</id><published>2008-02-20T23:03:00.003Z</published><updated>2008-02-20T23:08:45.313Z</updated><title type='text'>Outro pensamento!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5169202775644274562" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 185px; CURSOR: hand; HEIGHT: 136px" height="158" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/R7yyiW49f4I/AAAAAAAAAKA/ibk8oMpL0WE/s320/asas.jpg" width="217" border="0" /&gt;Nesta casa iluminada, onde a aprendizagem é constante, um jovem (filho mais velho de quatro irmãos!) partilhava comigo este outro pensamento:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Lá porque tenho asas, não tenho de voar em todos os céus!"&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Luís Filipe&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Muito interessante!&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-7600578766186847693?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/7600578766186847693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/7600578766186847693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/02/outro-pensamento.html' title='Outro pensamento!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/R7yyiW49f4I/AAAAAAAAAKA/ibk8oMpL0WE/s72-c/asas.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8453153626578202476.post-5361084691842570042</id><published>2008-02-20T22:49:00.004Z</published><updated>2008-02-20T22:58:36.781Z</updated><title type='text'>A verdadeira partilha!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/R7yv1m49f3I/AAAAAAAAAJ4/7Ss6ril5IGE/s1600-h/ago5.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5169199807821873010" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 147px; CURSOR: hand; HEIGHT: 189px" height="195" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/R7yv1m49f3I/AAAAAAAAAJ4/7Ss6ril5IGE/s320/ago5.gif" width="188" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Na sequência de uma conversa sobre as aulas de Doutrina Social da Igreja, da Escola de Leigos de Coimbra, partilhava o formador este pensamento comigo, que aqui quero registar:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"...Quando dou pão aos pobres, chamam-me santo; quando pergunto pelas causas da pobreza chamam-me comunista..."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;D. Hélder Câmara, &lt;em&gt;O Dom da Paz&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vale a pena pensar nisto e ser consequente!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8453153626578202476-5361084691842570042?l=nofiodotempo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/5361084691842570042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8453153626578202476/posts/default/5361084691842570042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nofiodotempo.blogspot.com/2008/02/verdadeira-partilha.html' title='A verdadeira partilha!'/><author><name>Carlos Godinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01570776338793203658</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/SO9QFomz5nI/AAAAAAAAAQs/fpDFexJVyDY/S220/bucaco17.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Swyffazm4-g/R7yv1m49f3I/AAAAAAAAAJ4/7Ss6ril5IGE/s72-c/ago5.gif' height='72' width='72'/></entry></feed>
